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Ivan Lins, Marcos Valle e Joyce Moreno lançam a inédita “Casa Que Era Minha”

Imagina se a canção brasileira fosse dar seu depoimento sobre o Brasil de hoje, sobre o Rio de Janeiro, uma de suas cidades amadas – igual ela fez a vida inteira. Não seria algo feio porque há amor pelo Brasil, pelo Rio, e quando existe amor a beleza é inevitável. Mas há melancolia: aquela tristeza de toda boa canção (mesmo as mais leves e belas) mas também, e neste caso principalmente, a tristeza do tempo que ela canta.

Pois foi em nome da canção brasileira que três de seus decanos, Ivan Lins, Marcos Valle e Joyce Moreno se juntaram pela primeira vez para cantar o Brasil, chorar pelo Brasil, tentar proteger e amar o Brasil, pelo Rio natal dos três, em melodia e letra, explícita:

“Quem me dera te proteger, ai/ Desses tantos perigos/ Àquela que é mãe pra nós/ E que nos criou com sua voz”

“Casa Que Era Minha”, a nova canção, é antes de tudo um fascinante exercício de estilo: Ivan Lins apresentou o tema principal, triste, com sua característica beleza melódica e harmonia inusitada, personalíssima; Marcos Valle, mestre no assunto, desenvolveu a segunda parte como se um sol da manhã iluminasse a canção, seguindo e ampliando a ideia musical do tema; Joyce Moreno escreveu a letra urgente e (e)terna sobre o nosso angustiante momento, renovando a esperança, descrevendo o Rio e o Brasil de hoje de forma melancólica como pede a melodia da primeira parte (“Minha bem amada/ Casa que era minha/ Quem te maltratou/ Te fez tão sozinha/ Diga”) e encontrando uma fresta de solução na segunda parte solar (“Quem me dera te proteger, ai…”).

Marcos produziu e gravou o piano, Joyce o violão, ao teclado Ivan fez as cordas – auxiliados pela cozinha de Alberto Continentino (baixo) e Renato “Massa” Calmon (bateria) e o solo de Flugelhorn de Jessé Sadoc, três dos maiores músicos da atualidade nos seus instrumentos. O samba – não fossem eles compositores cariocas – é cantado pelos três. E é como se aquela magia se desse de novo: o Brasil tem uma canção sobre o triste ano de 2021, inspirando-se no passado, projetando um futuro, dando um depoimento do Brasil para o mundo, coisa que esses três compositores fazem com excelência há mais de 50 anos, a primeira vez juntos.

Não exagero ao chamá-los, os três, de decanos da música brasileira e de porta-vozes do Rio e do Brasil, pela música. No Leblon, Marcos Valle foi, mais do que vizinho de porta de Tom Jobim na famosa rua Codajás nos anos 60, mas um seu filho na chamada segunda geração da Bossa Nova; do Posto 6, Copacabana, Joyce é uma afilhada musical e poética de Vinicius de Moraes – o verso “Ó cidade amada/Minha patriazinha” não é mero acaso; e da Tijuca, Zona Norte, vizinho do Salgueiro, sua Escola, Ivan surgiu no bojo do Movimento Artístico Universitário de parceiros como Aldir Blanc e Gonzaguinha, e da canção de protesto. Em carreiras individuais bem sucedidas, os eles vêm cantando o Brasil no tempo e – os três, talvez mais do que qualquer outro – são embaixadores da música brasileira no mundo, todo ano fazem o circuito Estados Unidos, Europa e Japão levando a canção brasileira exatamente como produzida aqui, no belo e sofrido Rio de Janeiro mais uma vez descrito em uma canção: “Musa abandonada/ Por tudo que tinha/ Quem vai te salvar/ Das aves daninhas/ Diga”.

Joyce costuma dizer e comprovar que “a MPB tem resposta pra tudo”. O samba novo “Casa que era minha”, primeira parceria de Joyce, Marcos Valle e Ivan Lins é, portanto, a resposta da MPB ao tempo da epidemia de Covid-19, do caos político, do abandono, da desesperança: “Ó cidade amada/ Minha patriazinha /Deixa eu te abraçar/ Sonhar que inda és minha/ Minha”.

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Geral influencer

Especial Dia das Mães ‘Nanah’ faz sucesso nas redes com temas considerados “tabus”

Nanah é uma das mulheres brasileiras que recebeu uma educação rígida, falar sobre sexualidade era um verdadeiro tabu entre ela e os pais, e a falta do diálogo, informação e conhecimento sobre o assunto dentro de casa resultou na sua primeira gravidez aos 17 anos. Então, ela decidiu que a relação com seus filhos teria que ser diferente.

Hoje, aos 34 anos, ela, que é mãe da adolescente Aretha de 16 anos e de Jaden de 9 anos, vem sendo considerada referência tanto para as mães como para adolescentes. Quase que diariamente Nanah posta em seu Instagram e no TikTok vídeos dançando e dialogando sobre educação sexual de forma leve e divertida com seus filhos.

“O retorno é instantâneo, recebo muitas mensagens com feedbacks e tenho uma interação gigantesca tanto de filhos como de mães, pedindo dicas. Me sinto muito feliz em poder ajudar de alguma forma”, explica a influencer.

Prova desse sucesso foi o crescimento rápido e orgânico no Instagram , ganhando mais de 750 mil seguidores e mais de 1,5 milhões no TikTok com vídeos que acumulam mais de 20 milhões de curtidas. “A maternidade me faz sentir realizada e é muito bom saber que ajudo as pessoas de alguma forma. Ler mensagens de mães e filhas dizendo que melhoraram seus relacionamentos por me verem falar, me motiva ainda mais e faz tão bem… No tiktok recebo muitas mensagens dizendo: ‘Nanah Me Adota’. Me divirto e procuro sempre ajudar de alguma forma”, explicou.

Por ser procurada por muitas mães para melhorarem seus diálogos, Nanah já está produzindo e-books para ajudar essas mães. Ainda sem previsão de lançamento, esse será com certeza mais um sucesso e a nova aposta da artista multifacetada que se divide nas funções influencer, cantora e empresária.  @oficialnanah

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Geral Musica

Pai e filho dividem vocal em nova formação do premiado grupo 22 minutos

ara os amantes do pagode romântico, contemporâneo, com referências de mais de duas décadas de sucessos? Os dias serão mais felizes ouvindo as canções do grupo 22 Minutos. Com identidade jovem e a proposta musical da junção entre o Pagode, com o mundialmente conhecido, Rhythm and blues, ou R&B, nos proporciona alegria, sentimentos e principalmente momentos, algumas das palavras que definem o grupo.

O quinteto vai lançar o clipe Danadinha. Música produzida por Boris Bass, a direção do vídeo é da Image Filmes e a produção de Cris Farias. Yuri Graneiro foi responsável pelo visual e a modelo Karen Barbosa fez par romântico com Lukinha. O single vai estar em todas as plataformas digitais, e, faz parte do EP com 05 canções, que será lançado até dezembro.

Formado em 2011, por Mika (surdo), Rafael, (tantã), Gabriel (caquinho) e a já conhecida voz no pagode, Indinho, desde 2019, conta com mais um integrante, Lukinha, com 18 anos, nascido dentro do meio musical, ouvindo samba, pagode, MPB, gospel e trap, afinal, ele é filho do Indinho. O mais novo integrante divide o vocal principal com o pai, que já esteve à frente, de outros dois grandes nomes do gênero, Nosso Sentimento e Disfarce.

O 22 Minutos ficou conhecido pelo grande público, com indicações ao Prêmio Multishow, como Melhor Banda, Banda Revelação, Melhor Cantor e Melhor Show, frutos do primeiro disco “22 Minutos”, lançado em 2011. Indinho é compositor de vários sucessos nacionais, interpretados por nomes como: Belo, Em “Nada Vai Separar”; Péricles, com “Erro Meu”; Tá na Mente, que gravou “Fica”; Ferrugem e Salgadinho, que juntos gravaram “Sol e Sal”, entre muitos outros artistas.

Outros CDs foram lançados, destaque para álbum, O Amor Me Acertou, em 2017, com toda a característica romântica do grupo e a produção assinada por Indinho. Várias músicas ficaram e estão na memória da galera que curte o romantismo, entre elas, “22 Minutos”, “Sintoma de Amor” e “Que Cena”, que de tanto sucesso teve a parte 2.

Com a pandemia, o grupo também teve que repensar seus planos e um novo caminho surgiu, na vida do 22 Minutos. Hoje faz parte do selo Boris Music, com parceria da Universal Music e do escritório Boris produções, com o planejamento de trabalhos consistentes, conceituais e contemporâneos, mas sem esquecer a origem e o respeito pelos artistas que começaram tudo isso. “Nós não podemos esquecer, quem abriu o caminho para essa nova geração, o respeito pelo público que consagrou e consagra tantas canções. O 22 Minutos representa muito bem isso, ver pai e filho juntos, unindo gerações, modernizando sem perder a sua identidade. Essa é nossa proposta”. Explica Boris, um dos maiores produtores do segmento, responsável por hits cantados por, Belo, Sorriso Maroto, Diogo Nogueira, DiPropósito, BokaLoka…

“Danadinha” (Indinho, Douglas Lacerda e Rapha Oliveira), propõe emoção e o swing presentes na voz do Lukinha. Reuniu um time forte em estúdio na sua gravação, a primeira do novo projeto, que será lançado ao longo deste ano. Buscando o equilíbrio na mistura de ritmos, um repertório com a linguagem jovem, mas que se comunicasse com todas as idades. Boris, responsável pela direção e produção musical do projeto, e os artistas mergulharam numa viagem em milhares de composições. O resultado será de músicas repletas de alegria, descontraídas e românticas. Poderemos ouvir e ver pai e filho dividindo vocais em algumas faixas e solo em outras canções do projeto.

Estar ao lado do meu filho, me traz um orgulho muito grande. A verdade é que mesmo já com um tempo de carreira e ter passado por outros grupos de grande relevância, eu também aprendo com tudo isso. O carisma, a fala da juventude atual, a praticidade e o talento do Lukinha vieram para somar”. Fala orgulhoso Indinho, sobre o filho. – “É muito bom dividir o palco com meu pai. Mas também é difícil, pois ele tem muito tempo de estrada. Mas aproveito para aprender. Amo muito esse cara, sou fã dele”. Lukinha se referindo ao pai.

O 22 Minutos nos apresenta versatilidade e jovialidade, sem se distanciar do romantismo tão marcante desse gênero musical. Experiência sem o peso do tempo, com inovações e prazer no que faz, com muita verdade e amor. Isso pode ser conferido, em “Danadinha”.

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Sandra de Sá lança “Olhos Cor de Canela”, faixa parte do DVD “Baile da de Sá”

Olhos Cor de Canela“, o novo single de Sandra de Sá. A faixa faz parte do “Baile da de Sá“, um encontro que marcou um grande sonho de Sandra. Gravar um DVD  nas suas raízes, zona norte carioca, com amigos, parceiros e pessoas com a alma e o som mas não tem muitas oportunidades de estar junto no palco.

Sandra separou grandes hits próprios e grandes hits de seus convidados, que participaram do DVD para um baile jamais visto antes. O “Baile da de Sá” segue colocando todas as tribos para dançar. O lançamento de “Olhos Cor de Canela” está sendo mágico, pois é uma faixa que mexe muito com sentimentos e faz criar asas, mostrando que não existe limite pra nada.

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Geral Religião

Waguinho estreia na Central Gospel Music com o single autoral “Coração de um Pecador”

Com 30 anos de carreira, sendo um nome bastante conhecido dentro do samba, o cantor Waguinho completa 16 anos de carreira solo dentro da música gospel em 2021 agora de casa nova. No início de fevereiro, ele assinou com a Central Gospel Music e apresenta seu primeiro single pela gravadora.

Intitulada Coração de um Pecador, a canção escrita pelo próprio Waguinho, em parceria com o filho Cainã Bastos, nasceu durante uma ministração do pastor Eurípedes Mendes, na Conferência de Avivamento, realizada em janeiro na ADVEC Recreio.

– A mensagem da música é um pouco do meu testemunho de vida sobre a necessidade de nos arrepender e confessar nossos pecados para que possamos apresentar uma verdadeira adoração ao Senhor. Confesso que, mesmo com a experiência de 30 anos de carreira, continuo com o mesmo entusiasmo a cada lançamento e, sendo este o primeiro single pela Central Gospel Music, estou super animado e otimista para alcançar grandes objetivos.

Com produção musical e arranjos assinados por Ezequiel Santos, o cantor agora está escrevendo o roteiro do videoclipe que terá direção e edição feitos por Marcelo Michel, da agência Fonte Produções. Casado há 26 anos com a missionária Fabíola Bastos e pastor auxiliar na Assembleia de Deus Vitória em Cristo no Recreio dos Bandeirantes, na zona oeste do Rio de Janeiro, Waguinho está bastante feliz por poder contar com pessoas que têm a mesma visão de Evangelho e já adianta seus próximos projetos pela Central Gospel Music.

– Eu não sossego! Estou com um projeto de sete músicas inéditas e outro com sete regravações ainda para 2021 com a certeza de que a parceria com a gravadora está sendo muito gratificante.

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Elias Monkbel junta-se a Caio Costa e estoura “Linda Bela”

É verdade que quando o artista tá estourado tudo que ele canta vira sucesso, até atirei o pau no gato de cantar vira estouro. É o caso de Elias Monkbel, que é a bola da vez, depois de “o carpinteiro” o maranhense, juntamente com o influencer Orlandinho, (aquele da dancinha), estão puxando números astronômicos com a música Linda Bela, de Caio Costa e Kellyton Freitas.

Essa música já tinha bons números e diversas regravações, como Devinho Novaes, Banda Encantus, Xand Avião, Grupo Xodó, Pedrinho Pegação, Zeca Bota Bom, Silvanno Salles, Banda 007, Nieda Ramos, Os Meninos de Barão, Wanderley Andrade, Teté dos Teclados, Romildo Show, Guto Lima, Sem Retoque, Carlinhos Caiçara, Limão com Mel, Léo Rios, Ribamar Rocha, Toinho, Osnir Alves, Kabral, Kellyton Freitas, Claudinei Lima.

Com o autor Caio Costa já tinha dois vídeos, um da gravação do DVD em julho de 2018 no Parque União no Rio de Janeiro, e o clipe oficial lançado no final de outubro também de 2018, além de uma parceria tocando violão com Paulynho Paixão,

Até Henque e Juliano já cantaram essa música também em 2018, mas o tapa veio recentemente com Elias Monkbel, Raí Saia Rodada e Xand Avião que cantaram na Live Cachaça Cabaré, e claro Marília Mendonça que fez voz e violão.

 

Caio Costa e Elias Monkbel

 

Devinho Novaes

 

RAÍ SAIARODADA E XAND AVIÃO

 

Henrique & Juliano

 

Marília Mendonça

 

Wanderley Andrade

 

Nieda Ramos

 

Teté dos Teclados

 

Romildo Show

 

Guto Lima

 

Sem Retoque

 

Chicana

 

Carlinhos Caiçara

 

Léo Rios

 

Ribamar Rocha

https://www.youtube.com/watch?v=hNge71LT3bQ

 

Toinho

 

Osnir Alves

 

Kabral

 

Matheus Torres

 

Kellyton Freitas

 

Claudinei Lima

 

Xand Avião

 

Matheus Torres

 

Limao Com Mel

 

Grupo Xodó

 

Banda Encantus

 

Pedrinho Pegação

 

Zeca Bota Bom

 

Silvanno Salles

 

Banda 007

 

Os Meninos de Barão

 

@tonamidia @claudelopes

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Roberta Spindel regrava “Mais uma vez” com Rodrigo Suricato

Renato Russo tinha acabado de vir do lançamento de um dos mais primorosos álbuns da Legião Urbana, “Dois”, quando esbarrou com Flávio Venturini e falou para ele que era fã de sua banda, a 14 Bis. Renato encontrou Flávio dedilhando uma melodia e se ofereceu para escrever a letra. “Fiz como se fosse o pai falando para o filho durante uma tempestade”, disse ele ao apresentar Mais Uma Vez ao novo parceiro. Com versos como “Mas é claro que o sol vai voltar amanhã / Mais uma vez, eu sei / Escuridão já vi pior, de endoidecer gente sã / Espera que o sol já vem”, a mensagem é clara. E foi nela que Roberta Spindel se agarrou logo nos primeiros momentos da pandemia de Covid-19, que fez ela e gente do munto todo ficar confinado dentro de casa, isolados de suas atividades e longe dos palcos.

Aposta de Caetano Veloso em 2011, compositora de mão cheia e intérprete de diversos grandes nomes da MPB, a cantora enxergou a luz no fim do túnel e convidou Rodrigo Suricato para regravar com ela Mais Uma Vez. Com arranjo assinado por Rodrigo Suricato e Fabrício Matos e produção de Fabrício e Lúcio Fernandes Costa, o single é lançado nesta sexta-feira, 16 de abril, junto com um clipe.

“Quando a pandemia começou, eu estava totalmente confinada. Essa música fala de confiança. Quando a gente sabe o que vai acontecer, é mais fácil confiar. Ela trouxe uma luz naquele momento em que não sabíamos o que ia acontecer. Renato Russo estaria completando 60 anos e eu refleti muito sobre como ele nos toca com verdades. Tem artistas que trazem uma poesia linda, mas ele acessa essa essência com muita simplicidade, o que acho que acaba sendo um lugar complexo, e por isso tão bom”, diz Roberta Spindel.

A liberação para o registro foi dada por Venturini e, após Roberta enviar uma versão em voz e violão para sua apreciação, pelo herdeiro de Renato Russo, Giuliano Manfredini. Participaram da gravação Lourenço Monteiro na bateria, Rodrigo Tavares nos teclados, Fabrício Matos na programação e no violão, além de Rodrigo Suricato no violão e na guitarra barítona. A masteirzação ficou por conta do mestre Ricardo Garcia, na Magic Master.

“Eu já conhecia o Rodrigo, gosto dele como pessoa e como artista. E gosto muito do estilo dele, do que ele acrescenta para a canção. O que poderia emprestar para a canção, ele emprestou. Rodrigo trouxe muito dele para o universo”, comenta Roberta.

Ao melhor estilo Russo e Venturini, Spindel e Suricato fazem um belo dueto e deixam marcas na história da pandemia que nem Renato Russo deixou. A leitura da dupla carioca virou um folk contemporâneo, distanciando-se da original (registrada pelos autores no álbum do 14 Bis “Sete”, em 1987) e do registro de Renato produzido especialmente para o álbum póstumo “Presente” (2003). A faixa é o primeiro lançamento de Roberta Spindel no selo Algorock, que prevê ainda uma série de outras gravações da cantora.

Roberta Spindel estreou em disco em 2011 com o CD “Dentro do meu olhar”, que contou com a participação de Caetano Veloso na releitura de “Como dois e dois”, dele. Do repertório, “Se eu quiser falar com Deus” (Gilberto Gil) entrou para a trilha sonora da novela “Amor eterno amor” e “Esquinas” (Djavan), para a da novela “Morde & Assopra”.  Também naquele ano, a artista recebeu indicação ao Prêmio Multishow, na categoria Revelação. Roberta Spindel integrou a banda do programa musical “Popstar”, da TV Globo, e já dividiu os palcos ou faixas musicais com artistas como Caetano Veloso, Hyldon Souza e Luis Melodia.

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Sam Silva estreia com “Iso.Lados”, EP e álbum visual

Isolamento, autoconhecimento e libertação através da arte. A cantora, compositora, instrumentista e produtora musical Sam Silva, um dos novos nomes da música autoral pernambucana, lançou o seu primeiro trabalho de estúdio. O projeto “Iso.Lados“, incentivado pela Lei Aldir Blanc, traz um EP produzido pela própria artista e um álbum visual que transpõe em vídeo o universo das canções.

O EP chega às plataformas digitais de streaming, reunindo quatro canções compostas e produzidas por Sam Silva – a primeira faixa, “Liberdade”, um instrumental com recitação por Gabi da Pele Preta; “Espelhos”, parceria com Jonatas Onofre, um dos principais parceiros de composição da artista, que também participa da faixa; “Dias de Sol”; e “Madrugadas”, duo com Juliano Holanda, parceiro de composição da canção.

De cunho afetivo e sensível, “Iso.Lados” chega, também em formato de álbum visual no YouTube – cada faixa do álbum ganha um videoclipe temático, abordando impressões emocionais da artista a respeito do autoconhecimento suscitado por processos de isolamento, e também as relações sociais da artista com seu lugar de origem – a cidade de Goiana, na Zona da Mata Norte de Pernambuco.

“O EP não é só sobre a pandemia. Fala do sentimento de solidão, o isolamento interno, de você consigo mesmo, e como você consegue lidar com isso, inclusive, com questões suas que você não quer encarar”, filosofa. “Iso.Lados” nasce orientado pelo pop psicodélico e sob o clima lo-fi, através dos quais Sam Silva apresenta uma música sinestésica, que apela aos sentidos e às emoções, tanto em letra quanto em arranjos. “Eu sempre gostei de ouvir o lo-fi, e comecei a querer produzir por causa dessa estética. Artistas do gênero, como Zeca Viana, do Recife, me inspiraram muito”, explica ela.

Autodidata em música desde a adolescência, Sam Silva é um dos talentos notáveis da nova música autoral pernambucana. Durante muito tempo, foi a única baterista mulher atuante na Mata Norte. É instrumentista profissional e hoje atua nas bandas de Lucas Torres e na Prisma Orbe; no Projeto Tertúlia, coletivo de música e poesia autoral da Mata Norte; e integra a Mostra Reverbo.

Sam Silva encontrou no violão um grande parceiro de composição, com o qual também já realizou dezenas de apresentações por Pernambuco. Indo ainda mais além em 2021, Sam Silva se desbrava na produção musical, assinando, além de seu trabalho solo, a produção de obras musicais como o EP “Corpóreo” de Lucas Torres, e o single “Vídeo Chamada”, de Renata Torres.

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MV Bill lança disco “Voando Baixo” crônica sobre o despertar de um brasil desestabilizado

Voando Baixo” é o novo álbum do MV Bill, uma crônica-rap sobre o cotidiano de um país desestabilizado, que propõe o despertar das periferias brasileiras. São doze faixas do “cria” da Cidade de Deus, uma das maiores comunidades do Rio de Janeiro, que endossam a indignação coletiva contra governabilidade, injustiças sociais, relações líquidas e falta de consciência.

O 12º disco do rapper, que também é ator, escritor e ativista social, transita pelo political hip hop, com referências do blues e jazz. “Quis estar mais próximo das pessoas comuns e quando você dá um voo rasante, você fica conectado com a realidade delas”, reflete MV Bill. Já o conceito é amparado na coletividade. “As pessoas em casa precisam de alento, que também pode vir da música. Talvez o conforto esteja no meu trabalho. Quero entregar uma experiência que possa mobilizar pessoas para uma vida melhor”, acrescenta.

Algumas das participações especiais são os rappers Kmila CDD, Nocivo Shomon (SP), ADL (RJ), Stefanie (SP) e Bob do Contra (SP), além do DJ Luciano Rocha (SP). “Voando Baixo” é uma produção executiva e fonográfica da MV Bill Produções Artísticas; distribuída pela ONErpm; com produção musical, mixagem e masterização do DJ Caique (exceto a faixa “Milicítico”, assinada por Tibery”); e capa da Pomo Estúdio.

O Repertório
1. Esgrima
(MV Bill / DJ Caique)
“Esporte que simboliza a luta, o espírito do disco. A faixa é um apanhado de entrevistas importantes que concedi, com samples de Marília Gabriela, Faustão e Pedro Bial. Refresco a memória de quem não se lembra ou não sabe da minha trajetória midiática”.

2. Bocejo
(MV Bill / DJ Caique)
“Descrevo uma pessoa num barco rodeado por lama ao invés do mar azul, para conclamar o grande despertar coletivo. É a única salvação possível para uma nação que só afunda”.

3. Nóiz Mermo – participação ADL/Além da Loucura
(MV Bill / ADL / DJ Caique)
“A letra expressa a indignação coletiva com a gestão pública e as consequências na política social do Brasil. Quem está ao lado do povo, fazendo por ele, é o próprio povo. O nome da faixa é um gíria sobre auto-representação muito conhecida das comunidades”.

4. Nossa Lei – part. Kmila CDD e Stefanie
(MV Bill / Kmila CDD/ Stefanie/ DJ Caique)
“Nessa eu divido os vocais com dois talentos femininos do rap – minha irmã Kmila CDD, que já participou de vários trabalhos meus e tem uma voz muito marcante, e a outra é a rapper Stefanie de Santo André (SP), que tem um flow único e forte. As nossas três vozes juntas mostram o poder e o tamanho da nossa força, da Nossa Lei.”

5. Milicítico – part. Bob do Contra
(MV Bill / Tibery / Bob do Contra)
“Indignação coletiva perante a atual governabilidade brasileira, que traz à tona injustiças sociais, violências, apatias e desigualdades. Uma das músicas com discurso mais forte, força instrumental, suavidade no refrão e agressividade na letra”.

6. Essência
(MV Bill / DJ Caique)
“Trago quatro mulheres da Cidade de Deus, que exaltam a sagacidade de suas origens e potência vocal. Três delas me carregaram no colo e uma estudou comigo”.

7. Sintonia Real – part. Filiph Neo
(MV Bill / DJ Caique / Filiph Neo)
“Explora a sintonia física, carnal e picante, importante para uma relação entre casais, sem se prender em clichês”.

8. Última Forma – part. Cristina
(MV Bill / DJ Caique)
“Fala justamente quando o casal só tem a sintonia sexual e não tem a objetividade de construir um futuro. Cristina, minha vizinha na Cidade de Deus, mostra a indignação feminina em uma atuação vocal”.

9. No Calor da Emoção – part. Marrom
(MV Bill / DJ Caique)
“Quando a pessoa recebe a notícia de que ela não faz mais parte dos planos do seu parceiro e cai na dor de cotovelo. Chamei o Marrom, ex vocalista da banda RZO, para uma pegada rap com elementos de jazz e blues”.

10. Rasante – part. DJ Luciano
(MV Bill / DJ Caique)
“Uma alusão ao título do disco. É como se eu tivesse passando de carro com microfone e alto-falantes atrás vendo as mazelas do Brasil na paisagem das favelas. No refrão, fui nos primórdios do hip hop. O DJ Luciano faz scratches com colagens de outras músicas minhas ao mesmo tempo dialogando com o que canto.

11. Voz de Cria – part. Kmila CDD e Nocivo Shomon
(MV Bill / DJ Caique / Nocivo Shomon / Kmila CDD)
“Como pessoas de dentro, temos nossos protocolos para não cair na vacilação. Nosso vacilômetro está sempre alerta para não dar mole, porque a gente é cria. Conto com os vocais poderosos da Kmilla e a lírica do Nocivo Shomon”.

12. Muito obrigado – RIP
(MV Bill / DJ Caique)
“Última faixa do disco e a que escrevi dentro do estúdio. Deixei a batida rolando, enquanto me lembrei das pessoas que se foram e acabaram esquecidas. Queria agradecer a todos que me ajudaram e não estão mais aqui. Falo alguns nomes que vieram na minha cabeça do Brasil e dos Estados Unidos, nossa referência no rap”.

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Tayrone apresenta canção e o clipe de “Educadamente”, com a participação de Gustavo Mioto

Tayrone lançou nas plataformas de música e streamingEducadamente”, a primeira canção e clipe do seu mais novo projeto audiovisual, intitulado “Na Dose Certa”, que foi gravado na cidade de Goiânia.

Figurino impecável, cenário incrível, e um clima gostoso de balada e sofrência deixam o vídeo de “Educadamente” viciante de assistir. E é assim que o cantor Tayrone dá o pontapé inicial para uma nova fase de sua carreira, rompendo barreiras e conquistando os corações amados e carentes de todo Brasil.

“Educadamente” promete virar hit e entrar nas playlists favoritas de todos. A faixa e o clipe contam com o feat mais do que especial de Gustavo Mioto que, ao lado de Jujuba, compôs essa linda canção de presente para Tayrone. De uma maneira especial, Tayrone e Mioto a interpretam pedindo “educadamente” que um amor suma da sua vida. O hit é ideal para tocar na reunião com os amigos ou em família, no bar, na hora do amor e da dor. Com certeza todos vão se identificar com a música, afinal, levanta a mão quem nunca teve a boca rejeitada e ficou vingativo…

Intitulado de “Na Dose Certa”, o novo projeto audiovisual de Tayrone contará com dois momentos. O repertório contará com 16 canções, incluindo quatro regravações, além das participações de grandes nomes da nossa música, como Léo Santana, Lauana Prado, Gustavo Mioto e Marília Mendonça, esta última que dividiu com Tayrone o clássico “Cê tá Preparada”. Imagine o que vem por aí!

Uma megaestrutura foi montada para as filmagens, incluindo dois super palcos, iluminação dinâmica e performática e painéis de led com projeções especiais para cada momento do show evidenciaram o brilho do cenário. O projeto é assinado pela Salvador Produções, Universal Music e GTS e terá lançamento em duas etapas: a primeira será apresentada até o mês de setembro e a segunda parte  chega até o final deste ano em todas as plataformas de streaming.

Dono de um talento e um timbre de voz inconfundível, Tayrone não esconde a felicidade do lançamento deste novo trabalho: ”Que alegria poder dividir com vocês mais um projeto audiovisual de carreira, dessa vez contando com a participação de grandes amigos da música. Eu sou só gratidão pela equipe que tenho e por tudo que está acontecendo na minha vida, mesmo num momento tão delicado pra todos nós. Esse projeto é um presente para meus fãs! Meu coração está a mil por hora, mas tenho certeza de que o resultado vai superar todas as expectativas”, comemora Tayrone.

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