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Projeto Abrindo Portas do Teatro Rival Refit terá espetáculo “MPB – a Era dos Festivais

Sucesso absoluto junto ao público do Rio de Janeiro, com mais de 60 apresentações desde a sua estreia, há cinco anos, atraindo cerca de 16 mil pessoas, nos mais importantes teatros da cidade, o espetáculo “MPB – a Era dos Festivais” revive os grandes sucessos da Era de Ouro dos Festivais da Canção, dos anos 1960.

Apesar das solicitações do público nas redes sociais durante toda a pandemia, o “MPB a Era dos Festivais” não realizou nenhuma live na internet. Agora, pela primeira vez, os artistas sobem ao palco do Teatro Rival Refit para fazer sua transmissão ao vivo, com acesso via Sympla, um show para assistir em casa, com toda a qualidade musical, sonora, de palco, dia 29 de outubro, quinta-feira, às 19h30. É para cantar junto os grandes sucessos da MPB.

O espetáculo conta com Edu Krieger (direção musical, voz, violão e baixo), Marcelo Caldi (arranjos, voz, teclados e sanfona), Nina Wirtti (voz e percussões), PC Castilho (voz e flautas) e Fabiano Salek (voz, bateria e percussões). No roteiro, destacam-se: “Arrastão” (Edu Lobo e Vinícius de Moraes), “A banda” (Chico Buarque), “Disparada” (Geraldo Vandré e Theo de Barros), “Ponteio” (Edu Lobo e Capinam), “Alegria, alegria” (Caetano Veloso), “Pra não dizer que não falei de flores” (Geraldo Vandré) e “Fio maravilha” (Jorge Ben Jor).

Serviço do projeto Abrindo Portas:
MPB – A era dos festivais  
Dia 29 de outubro (quinta-feira), às 19h30
https://www.sympla.com.br/mpb—a-era-dos-festivais—transmissao-ao-vivo—teatro-rival-refit-abrindo-portas-apresenta__967217

#ClaudeLopes  #ClaudeLopes #ProjetoAbrindoPortas #TeatroRivalRefit #MPBaEraDosFestivais

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Cultura

“@Normal” livro sobre o Mundo pós-pandemia ganha lançamento digital

Enquanto o mundo aguarda uma vacina contra o coronavirus, escritores brasileiros já se debruçam na criação de narrativas sobre a sociedade que herdaremos, com todas as implicações em decorrência do impacto da pandemia. Assim nasce o e-book @Normal, uma coletânea de contos com narrativas de um mundo pós-pandemia da Covid 19, já disponível na Amazon (https://amzn.to/35GF4Yi. Ao todo, são dezessete textos com estilos e abordagens diferentes:viagens pelos sonhos, consultorias especializadas em controle de vírus, uma sociedade autoritária distópica no subúrbio do Rio e até um curioso encontro com Keith Richards, num futuro apocalíptico, dentre outros. Uma mescla de comédia, drama, terror, suspense, distopia e, por que não? Utopia. Futuros possíveis imaginados por diferentes visões literárias.

Os autores selecionados, além de escritores, alguns premiados, destacam-se por sua atuação variada no campo artístico – poesia, artes plásticas, quadrinhos, vídeo, animação, cinema, televisão, eventos e até escolas de samba.  Destacam-se a chilena Claudia Apablaza, autora de sete livros publicados em diversos países, incluindo o próprio Chile, Espanha, México, Itália e Estados Unidos, dentre eles; Gisele Mirabai, que tem cinco livros publicados, dentre eles, Machamba (Ed. Nova Fronteira), romance vencedor do 1º Prêmio Kindle de Literatura e finalista do Prêmio JABUTI de Melhor Romance, e Guerreiras De Gaia (Grupo Global), adotado por diversas escolas do Brasil; o santista Manoel Herzog, autor de seis livros e  terceiro lugar do Prêmio Jabuti como livro A comédia de Alissia Bloom (2014), terceiro lugar no prêmio Jabuti; Maria Fernanda Elias Maglio, que logo no seu primeiro livro Enfim, imperatriz (Patuá, 2017) venceu o Prêmio Jabuti 2018 na categoria contos e já lançou o seu segundo, 179 Resistência, também pela Patuá; Pacha Urbano que, além de escritor e roteirista, se destaca por ser o criador das tirinhas de humor Filho do Freud, que já conta com uma trilogia lançada“As TRAUMÁTICAS Aventuras do Filho do Freud” (2013,2015, 2017). A ilustração da capa é assinada pelo cartunista Nando Motta, que tem se destacado por suas tirinhas com bom humor e sensibilidade.

O livro desde o início foi planejado para um lançamento on-line, com contos curtos e que oferecessem elementos cênicos, de modo a se tornar um projeto multimídia. Desta forma, ganhou leitura por atores de prestígio no cenário teatral paulistano, como Gloriete Luz, Lucia Romano, Marta Guerreiro, Nora Prado, Ricardo Gelli e Roberto Alencar.

Livro @Normal
Editora: Independente
Link de compra: https://amzn.to/35GF4Yi
Organizador: Bogado Lins

Autores: Clark Mangabeira, Claudia Apablaza, Gisele Mirabai, João Knijnik, José Bueno Villafane, Kika Hamaoui, Manoel Herzog, Marcio Sales Saraiva, Maria Fernada Elias Maglio, Pacha Urbano, Paulo Laubé, Rafael Maieiro, Sebastian Ocampo, Solano Guedes, Terêncio Porto, Zeh Gustavo e Bogado Lins.

Realização: Literatura Cotidiana

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Cultura Destaque Geral

Tirullipa e Whindersson Nunes iniciam as filmagens de ‘Detetive Madeinusa’

Tirullipa e Whindersson Nunes começam nesta segunda (12) as filmagens de Detetive Madeinusa, coprodução da Galeria Distribuidora com a Formata Produções e o Grupo Telefilms. O longa é protagonizado por Tirullipa no papel de Madeinusa, um ex-político que vira detetive por acaso. Whindersson dá vida ao excêntrico lobista Neldson, o primeiro cliente do investigador.

Além da dupla, o longa traz Gessica Kayane, Rafael Cunha e Antonio Tabet, outros fenômenos do humor e das redes sociais. Os atores Klebber Toledo, Aisha Jambo e Luana Tanaka completam o elenco de Detetive Madeinusa. “Serão 45 dias em São Paulo, longe da família, mas para a realização de um grande sonho: protagonizar um filme. Vou dar o meu melhor, me dedicar e tenho certeza de que o cinema nacional vai ter muito orgulho deste longa. Agradecido a Deus e feliz demais com esse time de peso no elenco!”, comemora Tirullipa.

Na comédia, Madeinusa (Tirullipa) é um novato no mundo das investigações bastante atrapalhado. Ele é contratado por Neldson (Whindersson), lobista bilionário, para investigar o roubo de um boi premiado. Para desvendar o caso, o detetive formará uma equipe com seu assistente Uóston (Klebber Toledo), a garçonete e vidente Marcela (Gkay), a atendente da loja de acessórios para detetives Larissa (Aisha Jambo) e a hacker Zuleide (Luana Tanaka).

Escrito por Leonardo Lanna, Martha Mendonça e Nelito Fernandes, do Sensacionalista, e Vinicius Antunes e Daniel Belmonte, do Zorra, Detetive Madeinusa é dirigido por Rodrigo Van Der Put. A produção é da Formata Produções, em coprodução com a Galeria Distribuidora e o Grupo Telefilms. A distribuição será da Galeria Distribuidora.

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Cultura Geral Noticias

Cadastramento de profissionais da cultura para pagamento da renda básica emergencial termina dia 15

O prazo para o cadastramento de profissionais da cultura feito pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa de São Paulo para o pagamento da renda básica emergencial prevista na Lei 14.017/20, a chamada Lei Aldir Blanc, termina no dia 15 de outubro. O Governo do Estado vai destinar até R$ 189,15 milhões para a renda básica, que poderá beneficiar cerca de 63 mil profissionais da cultura com R$ 3 mil cada um. Os recursos são oriundos do Governo Federal. 

O cadastro de profissionais para o recebimento da renda básica deve ser feito online por meio do site: www.dadosculturais.sp.gov.br. Ele está adaptado às exigências da Lei 14.017/20 e do respectivo decreto de regulamentação editado pelo Governo Federal. 

“O setor cultural é muito importante para a economia de São Paulo, com 3,9% do PIB estadual e 1,5 milhão de empregos”, afirma Sérgio Sá Leitão, Secretário de Cultura e Economia Criativa. “Foi, porém, um dos setores mais impactados pela crise gerada pela pandemia. O investimento do Governo Federal em parceria com estados e municípios, por meio da Lei 14.017/20, é fundamental para mitigar a crise e acelerar a recuperação.” 

Podem solicitar a renda básica profissionais que tenham atuado em áreas artísticas nos 24 meses anteriores à data da publicação da lei, o que deve ser comprovado de forma documental ou autodeclaratória; e que não tenham emprego formal ativo, que não tenham renda familiar mensal per capita superior a meio salário-mínimo ou renda familiar mensal total maior do que três salários mínimos, que não recebam benefício previdenciário, assistencial, seguro-desemprego ou verba de programa de transferência de renda federal, à exceção do Programa Bolsa Família, que não tenham recebido, no ano de 2018, rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70, e que não sejam beneficiários do auxílio emergencial previsto na Lei nº 13.982, de 2 de abril de 2020. A lei determina ainda que a mulher provedora de família monoparental deve receber o valor dobrado. 

Caso haja sobra na renda básica, os recursos serão realocados para os 25 editais do ProAC Expresso LAB, que também estão abertos para inscrições até o dia 3/11 no endereço: www.proacexpressoaldirblanc.org.br. Ao todo, o programa deve apoiar a realização e premiar 1,7 mil projetos e profissionais do setor cultural de todas as regiões de São Paulo, gerando cerca de 22,7 mil postos de trabalho e um impacto econômico estimado em R$ 113 milhões.

#ClaudeLopes #LeiAldirBlanc #ProfissionaisDaCultura

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Morre, aos 87 anos, o músico, jornalista e pesquisador da MPB Zuza Homem de Mello

Morreu neste domingo (4) o músico, jornalista e escritor Zuza Homem de Mello, aos 87 anos. De acordo com a a família, ele morreu em casa enquanto dormia em seu apartamento, no bairro de Pinheiros, em São Paulo.A causa da morte foi infarto. O velório será reservado apenas para familiares por causa da pandemia de coronavírus.

Com enorme dor no coração comunico que perdemos nosso querido Zuza. Ele morreu dormindo, de infarto, após termos brindado na noite de ontem todos os projetos bem sucedidos. Em 35 anos de uma vida compartilhada, pude testemunhar o amor desse homem pela vida, pelo seu trabalho e pela música. Zuza nos deixou em paz após viver uma vida plena! “. O comunicado foi assinado pela mulher de Zuza, Ercília Lobo, filhos e netos.

Biografia

José Eduardo Homem de Mello, mais conhecido como Zuza Homem de Mello, nasceu no dia 20 de setembro de 1933. Jornalista, ele se especializou na história da música popular brasileira (MPB).

Em 1997, Zuza coordenou a Enciclopédia da Música Brasileira. Desde 1958, realizou palestras e cursos sobre Música Popular Brasileira e jazz no Brasil e no exterior, tendo sido também jurado de alguns do mais importantes festivais de música no Brasil. Além disso, desde 2018, ele ocupava a cadeira 17 da Academia Paulista de Letras.

 

#ClickFato #ZuzaHomemDeMello

 

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Cultura Geral

Carolina Monte Rosa passa por processo de transformação para protagonizar drama sobre suicídio e depressão

Após a divulgação dos filmes selecionados no 48º Festival de Gramado, que acontece de 18 a 26 de setembro, alguns longas brasileiros têm se destacado e gerado curiosidade do público, um deles é o “Por que Você Não Chora?”. Dirigido por Cibele Amaral, o drama faz um relato cru, honesto e confrontador a respeito das mazelas que norteiam a depressão, o suicídio e as demais questões ligadas à saúde mental. Entre os destaques do elenco, está a atriz brasiliense Carolina Monte Rosa, que protagoniza um dos papéis mais marcantes e promissores de sua carreira ao lado da experiente atriz Bárbara Paz.

A trama traz um olhar absolutamente feminino da diretora, desmitificando a delicadeza do tema e criando um contraste realista entre as personagens Jéssica (Carolina Monte Rosa) e Bárbara (Bárbara Paz), duas mulheres que enxergam a vida por óticas bem diferentes e que tentam lidar com suas dores, traumas e perdas à sua tortuosa maneira.

Na longa, ao receber a missão de acompanhar e orientar a Bárbara – uma mulher diagnosticada com Transtorno de Personalidade Borderline, a estudante de Psicologia Jéssica gradativamente vai descobrir que os extremos de sua “paciente” revelam de fato um obscuro e sombrio lado de sua própria alma – que sempre calada, aprendeu a ignorar os seus sofrimentos mais íntimos. Para Carolina Monte Rosa, dar vida à essa complexa personagem exigiu um processo de transformação exaustivo e minucioso.

“O processo todo foi bem intenso. Precisei visitar lugares escuros da alma e aprender a engolir minhas próprias emoções, o que é uma vivência não muito prazerosa. Depois de duas conversas importantes com a Cibele pra entender a lógica da personagem, eu busquei construir tecnicamente cena a cena. A Bioenergética foi essencial tanto na construção quanto na preparação em set. O Patrick de Jongh me ajudou com a modulação da voz e o jeito de falar da Jéssica. Fizemos também um trabalho de respiração na piscina para as cenas embaixo d’água. Esse foi sem dúvida um dos sets mais marcantes que eu já vivenciei”, contou a atriz.

Carolina também afirmou como foi atuar com outros grandes nomes no elenco como Bárbara Paz, Elisa Lucinda, Cristiana Oliveira, Maria Paula, que ajudaram a dar corpo à trama, conferindo expertise técnica e uma percepção ainda mais madura para a produção: “Trabalhar com a Bárbara foi um privilégio para mim, não só pelo nome dela na nossa dramaturgia, mas pela presença cênica e força que ela traz. Tivemos uma química muito intensa na tela. Eu só tenho a agradecer pela generosidade dela e de todas as atrizes que eu contracenei nesse filme. Nomes que eu acompanho e admiro há tantos anos e agora tive a chance de criar e trabalhar junto. É um sonho realizado!”

Para Cibele Amaral a escolha da atriz foi certa. A Carol me surpreendeu quando fiz um estudo sobre o transtorno Borderline, já com intenção de escrever o roteiro desse filme. Eu já conhecia o trabalho dela, mas nessa ocasião – em que chamei algumas atrizes para a pesquisa, ela foi fantástica. Muita seriedade e envolvimento com o trabalho, além de talento. E desde então ela já estava no filme, antes mesmo do roteiro ficar pronto”, concluiu a diretora.

Mais sobre Carolina Monte Rosa
A atriz brasiliense Carolina Monte Rosa ficou conhecida após ganhar um walk-on role na série americana Mad Men, em 2010. Além dos longas “Eu Sinto Muito” (dir. Cristiano Vieira) e “Por que Você Não Chora?” (dir. Cibele Amaral), ela gravou em 2018 com Filipe Gontijo e Henrique Siqueira o premiado filme de realidade virtual “Quando Nasce uma Heroína”, onde interpretou Anna Nery, a padroeira da enfermagem no Brasil. O longa viajou o mundo em festivais, levando prêmios de melhor filme VR na Argentina e África do Sul.

Além disso, com Bernardo Felinto criou um romance intimista no curta “Me Deixe Não Ser”, um filme singelo de Kleber Macedo, que também rodou festivais independentes pelo mundo afora coletando prêmio de melhor roteiro no festival de Los Angeles e Nova Jersey.

Mais sobre a diretora Cibele Amaral
Cibele Amaral é roteirista, diretora e produtora cinematográfica brasileira, que atua no mercado audiovisual desde 2002. A cineasta assina o roteiro e a direção dos reconhecidos e premiados curtas “Enciclopédia do Inusitado e Irracional” (2007) e “Momento Trágico” (2003), tendo este último recebido 4 Kikitos no Festival de Gramado, inclusive de Melhor Curta.

Escreveu também os roteiros dos longas “Ecoloucos – Uma comédia insustentável” e “Socorro”, além de ser responsável pelas séries “Réus”, “Machos” e “Falsianne”, que estão em processo de pré-produção e têm suas filmagens previstas para 2020 e 2021.

Carolina Monte Rosa em cena ao lado de Bárbara Paz – Créditos: Luciana Mello

#ToNaMidia  #CarolinaMonteRosa #CibeleAmaral #Ecoloucos #BarbaraPaz #PorqueVoceNaoChora

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Cultura

Carolina Monte Rosa vive personagem marcante e promissor em “Por que Você Não Chora?” – Selecionado no Festival de Gramado

Atriz passa por processo de transformação para interpretar uma das protagonistas do longa brasileiro selecionado para o 48º Festival de Cinema de Gramado

Acaba de sair a lista e os detalhes da programação do 48º Festival de Cinema de Gramado, que acontece de 18 a 26 de setembro. Neste ano, as transmissões dos filmes e dos debates com equipes de produção, serão exibidas no Canal Brasil e via streaming. Entre os selecionados está o longa brasileiro “Por que Você Não Chora?”, dirigido por Cibele Amaral. O drama denso com história forte, conta com grandes atrizes, entre elas Carolina Monte Rosa, que interpreta Jéssica, uma jovem muito fechada, que encontra Barbara (Barbara Paz), uma bomba relógio. Em um estágio da faculdade de psicologia, Jéssica atende Bárbara e a convivência a leva a questionar sua vida vazia e sem significado.

O longa aborda um assunto bem delicado e difícil de ser tratado nos cinemas, o suicídio. “É um filme que busca mostrar as diferentes formas de existir e de se relacionar. Assuntos como esse precisam ser tratados com muito respeito e cuidado. Esses temas existem e acontecem, por isso devem ser falados cada vez mais”, comenta a atriz.

Para se preparar, Carolina passou por um processo exaustivo e minucioso de transformação. No longa ela tem uma atuação contida e de grande impacto, que promete emocionar o público.

Sobre estar no 48º Festival de Cinema de Gramado, Carolina comemora: “Acredito que seja um sonho para qualquer ator brasileiro participar de um festival tão tradicional e grandioso como esse, mas acho que mais do que estar feliz como atriz, é uma alegria pelo filme. Ele precisa ser visto e o festival de Gramado é uma vitrine, que confere a garantia de que vale à pena assisti-lo”.

E para quem não lembra, esse não é o primeiro filme com um assunto considerado tabu que a atriz brasiliense atua. Em 2019 ela estrelou no longa “Eu Sinto Muito”, onde interpretou o denso papel de Marta Medeiros, uma policial da PMDF com transtorno de borderline. “É um presente poder fazer filmes que não só entretém, mas trazem importantes discussões para debate. A experiência anterior me fez compreender um pouco mais de como o público recebe e dialoga com os desafios da saúde mental”, finalizou Carolina.

Mais sobre Carolina Monte Rosa
A atriz brasiliense Carolina Monte Rosa ficou conhecida após ganhar um walk-on role na série americana Mad Men, em 2010. Além dos longas “Eu Sinto Muito” (dir. Cristiano Vieira) e “Por que Você Não Chora?” (dir. Cibele Amaral), ela gravou em 2018 com Filipe Gontijo e Henrique Siqueira o premiado filme de realidade virtual “Quando Nasce uma Heroína”, onde interpretou Anna Nery, a padroeira da enfermagem no Brasil. O longa viajou o mundo em festivais, levando prêmios de melhor filme VR na Argentina e África do Sul.

Além disso, com Bernardo Felinto criou um romance intimista no curta “Me Deixe Não Ser”, um filme singelo de Kleber Macedo, que também rodou festivais independentes pelo mundo afora coletando prêmio de melhor roteiro no festival de Los Angeles e Nova Jersey.

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Cultura

Arte no Palco, Em Casa e Etc e Tal

Pensando em fazer a espiral da arte continuar a todo vapor em pleno isolamento social, a companhia carioca Etc e Tal, acostumada a viajar pelos quatro cantos do país há mais de 25 anos, criou e desenvolveu o projeto Arte no Palco, Em Casa e Etc e Tal, onde ações serão gravadas e postadas em suas contas do Facebook e Youtube. O pontapé inicial será no dia 4 de julho às 16h em uma live na página www.facebook.com/ETCETAL93, onde será apresentado o projeto pelos gestores e atores da companhia Melissa Teles-Lôbo, Marcio Moura e Alvaro Assad com vídeos, bate-papo e participação ao vivo com os que estiverem assistindo. O grupo ainda fará uma surpresa para os ligados na live: vão exibir na íntegra a premiada peça “O Maior Menor Espetáculo da Terra” (2014), um espetáculo onde um grande-mínimo e compacto Circo de Pulgas é montado – em que o cenário e assessoria circense foi assinado por Domingos Montagner.

O trio fará intervenções artísticas (para todas as idades e primeira infância) e oficinas on line (mímica para atores, oficina do riso para crianças e família, mímica na dança e histórias de humor), além da série de lives Comicidade & Trajetória que está acontecendo desse início de junho com nomes do humor de diversas vertentes do teatro, cinema, tv, circo e youtube (Já passaram por lá Mônica Martelli, Fernando Sampaio, Júlia Rabello, Flávia Reis, Victor Lamoglia, entre outros).

“A partir de agora os projetos se ampliam com as ações de intervenções atorais, oficinas e conteúdo informativo. Além de outras lives com companhias artísticas e artistas do corpo”, diz Melissa Teles-Lôbo. Essas ações produzidas pelo ETC E TAL são potencializadas por projetos concedidos, como por exemplo o Edital do Governo do Estado do RJ “Cultura Presente nas Redes”, de forma que se transformaram em três diferentes projetos. Importante seguir a trupe, pois será através das contas do Instagram (@cia_etcetal), do Facebook (etcetal93) e do YouTube (etcetal93) que o público será informado quando as ações serão disponibilizadas.

Sobre o espetáculo “Maior menor espetáculo da Terra”

Com cenário e assessoria circense de Domingos Montagner, o premiado grupo carioca ETC E TAL traz sua montagem de ‘circo de pulgas’, um típico teatro em miniatura do século XVIII.

Vídeo: http://ow.ly/hczjc

Um magnífico circo em miniatura arma sua lona . Em cena, “O Maior Menor Espetáculo da Terra” apresenta números tradicionais de trapézio, funambulismo, equilibrismo, magia, uma grande trupe de pulgas e a já conhecida verve cômica do trio carioca Centro Teatral Etc e Tal.  Feito para os pequenos, mas livre para todas as idades, o espetáculo tem duração de 50 minutos. No espetáculo, os atores do Etc e Tal conduzem no fantástico picadeiro circense artistas de diversos continentes, com a brasilidade dos panos de roda que mambembam por nosso país. Da China, Pun Ching Oo, a pulga funâmbula; da Argentina, PulGardel, a pulga bala; da Oceania, as lindas pulgas gêmeas trapezistas, Pulg Lee e Pilg Luu. Estas e, dentre tantas outras, uma inimaginável pulga indomável da floresta do Zimbábue, a PONGA! Todas elas com talentos arrebatadores e incrivelmente trabalhados por um trio de cômicos Mestres de Cerimônias, conduzindo o público a um extraordinário mundo mambembe em miniatura.

Arte no Palco, Em Casa e Etc e Tal

Projeto com ações gratuitas da Companhia ETC e TAL nas plataformas on line.

– HISTÓRIAS REAIS, com Marcio Moura, Ator, coreógrafo e Gestor do Etc e Tal, que atua fazendo o Rei do último espetáculo da Cia “ João O Alfaiate – Um Herói Inusitado”. O carismático personagem (com direito a transformação através do visagismo de próteses e maquiagem) conduz o espectador com histórias divertidas contadas para toda família, utilizando mímica, onomatopeias, invencionices, trazendo clássicos da literatura sempre com uma versão única e fantasiosa. Classificação: LIVRE Duração: 30 minutos.

– RIO QUE TE QUERO RISO é um Jogo de Mímica, com a atriz, mímica e gestora do Etc e Tal  Melissa Teles-Lôbo. Melissa Teles-Lôbo provoca uma intervenção interativa para a PRIMEIRA INFÂNCIA. Com o “Bobo da Corte” (laureada com PRÊMIO DE MELHOR ATRIZ). Este divertido personagem do espetáculo “ João O Alfaiate- Um herói Inusitado”, nos brinda com elementos lúdicos através de intervenções corporais em que os pequenos são convidados a interagir com a tela num jogo de adivinhações através de movimentos, imagens animadas e efeitos sonoros de música clássica. Classificação LIVRE – indicação de 0 a 05 anos. Duração: 30 minutos.

– OFICNA DE REALIDADE MÍMICA é uma oficina on line de mímica com Alvaro Assad. O premiado diretor e mímico (atualmente concorrendo como Melhor Diretor e Autor ao Prêmio de Humor Fábio Porchat 2019) compila os principais pontos da técnica da mímica promovendo um workshop virtual para ser realizados por os interessados em arte gestual, abordando os seguintes tópicos: breve histórico da mímica, segmentação, estanque, concordância e jogo cômico com mímica ilusória. As referências das técnicas podem ser vistas no trabalho da Etc e Tal e nos trabalhos em que assinou a direção corporal e mímica  –  série da NETFLIX “Ninguém Tá Olhando” (Dir. Daniel Rezende), também no filme “Lições Turma da Mônica” (Dir. Daniel Rezende), e a preparação e direção corporal e mímica de Rodrigo Santoro para o Filme “Laços – Turma da Mônica”(Dir. Daniel Rezende).

Serviço

Etc e Tal apresenta Arte no Palco, Em Casa e Etc e Tal

No dia 4 de julho às 16h – live na página www.facebook.com/ETCETAL93

Exibição do espetáculo “Maior Menor Espetáculo da Terra”

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Cultura Destaque Geral

Pedro Bial é professor pela primeira vez e ensina a arte de escrever em aulas na Curseria

A escrita tem sido uma das principais ferramentas de comunicação por anos e, com o advento e força das redes sociais – ainda mais agora em tempos de quarentena, conseguir expressar suas ideias com clareza e precisão tem sido uma característica bastante valorizada. Mas, como vencer o medo do bloqueio criativo e escrever com técnica? A Curseri tem a resposta para isso. A partir deste mês, os alunos da plataforma online poderão ter acesso ao curso “O Ato de Escrever”, ministrado por Pedro Bial, que pela primeira vez assume o papel de professor.

Ao longo de 10 aulas online, o jornalista, escritor e apresentador levará seus alunos por uma jornada que inclui, entre tantos outros pontos, técnicas para produzir um conteúdo rico de informações e coeso. Além disso, considerando o fato de que a prática e a leitura são fundamentais para uma boa escrita, Bial também apresenta a literatura como uma peça chave no desenvolvimento textual e de ampliação do repertório linguístico. Autores renomados como Guimarães Rosa, Rubem Braga e Mário Quintana são algumas das referências usadas como base para enriquecer as discussões.

“A ideia de criar esse curso veio da crescente necessidade das pessoas em saber escrever mais e melhor. Hoje em dia tudo é texto e precisamos estar preparados. Pensando nisso, escolhemos Pedro Bial como professor para que ele traga toda sua bagagem de profissional da comunicação e compartilhe com os alunos seus principais métodos e técnicas na hora de formular um texto”, conta Danilo Ricchetti, cofundador da Curseria.

Além da troca de conhecimentos a partir da experiência de Bial e da análise de importantes nomes da literatura, o aluno também poderá encontrar no curso um cronograma de aulas sobre a estrutura de um texto; os quatro pontos cardeais para um escritor (conteúdo, concisão, clareza e humanidade); os métodos e processos de escrita e ainda técnicas e manuais de escrita, passando inclusive sobre as características do gênero jornalístico. E, como tudo é texto, há ainda uma aula que irá analisar o texto não verbal presente na arte, seja ela um belíssimo quadro como o “Abaporu”, de Tarsila do Amaral, ou uma linda fotografia.

São mais de 8 horas de conteúdo com temas únicos e exclusivos. Além disso, a Curseria disponibiliza um material de apoio em todas as aulas do programa. “Nunca me imaginei fazendo algo parecido. Para desenvolvermos o conteúdo, precisei rever todo meu processo e mexer com certas questões. Eu não gosto e não sei falar de escrita como se houvesse um único caminho. Há muitos caminhos para elaborar um texto e aprimorar esse meio de expressão. O grande objetivo com o curso e essa parceira é abrir caminhos para a criatividade das pessoas, libertando-as de amarras que podem estar as impedindo diante do desejo de escrever”, explica Pedro Bial.

A Curseria se destaca por oferecer cursos online que além de ter grandes personalidades brasileiras como professores, abordam processos, técnicas e filosofias diversas que possibilitam a transformação de carreira e ampliação do conhecimento. Indo muito além do que já se conhece em EAD, a plataforma de conhecimento pode expandir o ensino com um público ilimitado, com flexibilidade de acesso e aproximando os estudantes dos profissionais renomados que ali, se tornam professores.

Sobre a Curseria
Fundada em 2017 pelos sócios da BR Media Group, Danilo Ricchetti, Celso Ribeiro e Cassiano Barletta, a empresa surgiu a partir da oportunidade enxergada pelos executivos para usar a expertise e relacionamento com influenciadores e profissionais renomados para criar um novo modelo de operação no setor educacional. A partir da plataforma de conhecimento Curseria, personalidades de grande relevância em suas profissões se tornaram professores, compartilhando o conhecimento que adquiriram ao longo de suas respectivas carreiras por meio de cursos online. Com pouco mais de um ano de atuação, a plataforma de já formou mais de 10 mil alunos.

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Cultura

Girl power para quem? Em seu primeiro livro, Maíra Medeiros propõe democratizar o debate sobre feminismo

O que define uma mulher? É o seu plano de carreira? Sua família? Seu corpo? “Este livro é coisa de mulher: desconstruindo para construir” lançamento da Editora Planeta, vem para transgredir essas referências de feminino, e já começa pelo título. O que é, afinal, “coisa de mulher”? A autora Maíra Medeiros, referência na internet quando o assunto é liberdade de ser e de dizer, não economiza nas perguntas mais incômodas para provocar o leitor a pensar de onde vêm os padrões de beleza e comportamento onde tão pouca gente cabe. “Por que ninguém tem tempo para ouvir de uma mulher o que é ser mulher para ela?”, questiona.

Trata-se de um livro convite para democratizar o debate sobre feminismo; um convite que contém em si um questionamento: onde está concentrada essa discussão hoje? A partir de quais linguagens e códigos sociais ela é disparada? Será que ela chega a todas as mulheres? Pensando em ampliar as possibilidades de conversa e chegar no maior número possível de pessoas, a autora utiliza aqui a mesma linguagem bem-humorada e descomplicada pela qual é conhecida na internet.

Feminismo pop – Criadora de conteúdo, Maíra comanda o canal no YouTube “Nunca te pedi nada”, e apresenta o podcast “Filhos da grávida de Taubaté”, ao lado de Edu e Fih (Diva Depressão). Com mais de 1,5 milhão de seguidores em suas redes, Maíra faz valer sua posição de formadora de opinião para dialogar não só com os jovens, mas com toda a sociedade, sobre a importância de ouvir a voz das mulheres.

Importante porta-voz dos espaços que ocupa no mundo digital, a youtuber começou seu canal por acreditar que temas como empoderamento feminino e aceitação eram poucos falados, e quando alguém tocava no assunto acabava sendo sempre da mesma forma. Este livro também faz parte do desejo de levar para o offline discussões urgentes demais para se restringirem à internet. “Entender o lugar que ocupamos na nossa sociedade e como a sociedade nos vê é nosso dever para confrontar e ‘mudar o algoritmo’ do mundo”, defende a autora.

A partir daí, o livro conduz as mulheres em um exercício de revisitar sua trajetória de vida, para que elas possam identificar quando, como e por que se sentiram diminuídas socialmente. Relacionamentos abusivos, amizades tóxicas e violência doméstica são alguns dos assuntos abordados. O livro parte do pressuposto de que ser mulher é sinônimo de ser plural, ampliando as noções sobre o feminino, e ao mesmo tempo reconhecendo que individualidades sempre devem estar à frente de qualquer generalização. “Se você que me lê é uma mulher trans ou indígena ou negra ou uma mulher com deficiência, você pode ter uma relação diferente com os tópicos que vou abordar aqui porque são diferentes de mim”.

Como diz a autora no primeiro capítulo, o principal intuito é chamar as leitoras para conversar e acolher o que quer que venha desse papo. “Vamos juntas, página a página, abandonar julgamentos que recaem sobre nós e encontrar caminhos para ganhar mais liberdade e autonomia como pessoas e, mais do que isso, como mulheres”.

Confira um trecho do livro – “Este livro é coisa de quem percebe que a nossa sociedade já faz um bom tempo que não é tão igualitária quando o assunto é gênero e outros recortes. Se você já percebeu (ou não), tá na hora de questionar, relativizar e buscar a origem de determinados julgamentos e estereótipos! Por que coisas que indicam feminilidade foram inseridas socialmente e não são naturais da mulher? Vamos juntas atrás das respostas que nunca nos deram!” (Maíra Medeiros)

No final do livro, os leitores ficam sabendo quem são as mulheres que fizeram a publicação acontecer. Desde o projeto gráfico até a edição, passando pela organização do conteúdo e pela preparação do texto, a produção de “Este livro é coisa de mulher” foi 100% feminina. Além disso, as páginas finais guardam um presente: uma lista de referências feministas para ler, ouvir e assistir. De Spice Girls a Aretha Franklin; de Rupi Kaur a Simone de Beauvoir, passando por Margaret Atwood (autora do livro “O conto da aia”) e Mary Dore, (diretora do filme “She’s beautiful when she’s angry”), o compilado de artistas mulheres que Maíra deixa para seus leitores é um lembrete de que a revolução será, sim, feminina – e feminista.

Sobre a autora – Criadora de conteúdo digital, youtuber e podcaster, a publicitária Maíra Medeiros é uma das personalidades de maior destaque na internet quando o assunto é liberdade de expressão. À frente do canal Nunca Te Pedi Nada, ela se tornou conhecida por abordar e desconstruir temas considerados tabus sociais. “Este livro é coisa de mulher” é sua primeira publicação.

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