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Mais cinema, com amor, do Brasil para o mundo

O cinema é a ferramenta de trabalho que encontrei para levar amor para a vida das pessoas, e venho me dedicando a isso há mais de 15 anos. Em todo esse período, nunca havia enxergado com tanta profundidade a importância da minha profissão como no momento em que vivemos. Já diria o mestre Charles Chaplin: “um dia sem risada é um dia desperdiçado” – e olha que o artista teve a difícil missão de conquistar o riso das pessoas num momento conhecido como “A Grande Depressão”.

Acredito que o entretenimento é uma das mais efetivas formas de se lidar com o mal-estar. Uma mensagem que marcou muito minha carreira é de Freud, o grande pai da psicanálise, afirmando que a comédia tem o poder de inibir sentimentos negativos, como angústia, frustração, medo, dor ou raiva – mesmo que apenas por um instante de segundo. Eu aprendi muito assistindo a comédias. Assistindo a grandes ídolos do cinema desde a minha infância, como Chico Anísio, Jô Soares, Costinha, Agildo Ribeiro, Jorge Dória e Jerry Lewis.

Hoje ocupo este espaço no blog da Netflix para agradecer às oportunidades que venho conquistando para continuar levando amor por meio do cinema nacional para milhões de pessoas ao redor do mundo. Mas, sobretudo, para os brasileiros. É com muito orgulho que recebi a notícia de que Tudo Bem no Natal que Vem está na lista de TOP 3 títulos mais assistidos pelos assinantes brasileiros da Netflix nos últimos 10 anos. É cinema nacional, é meu, é seu, é do mundo.

E foi esse sucesso que abriu portas para mais novidades que divido aqui em primeira mão com vocês, queridos leitores: estarei de volta com o filme Vizinhos, com essa dupla fantástica de amigos Roberto Santucci (direção) e Paulo Cursino (roteiro). Os brilhantes Maurício Manfrini e Júlia Rabello também fazem parte do elenco. O longa conta a história de Walter, um cara bem estressado que um dia entra em colapso. Por orientação médica ele abandona a cidade e busca o sossego em uma cidade pequena, cercada de paz e natureza. Porém os planos de relaxamento vão por água abaixo por causa de um vizinho muito animado.

A Netflix está mesmo empenhada em levar boas risadas para os lares ao redor do mundo, e temos mais produções locais vindo aí: um dos destaques é Casamento à Distância, filme que põe à prova o amor e a confiança às vésperas do matrimônio. Silvio Guindane faz sua estreia como diretor em longa, que tem Dan Ferreira e Dandara Mariana como o casal protagonista.

Mas nem só de comédia vive o entretenimento. Outra novidade é Carga Máxima, primeiro filme de ação 100% brasileiro da Netflix que traz muita velocidade, perseguições e explosões nas pistas. A nova produção promete!

Encerro este texto feliz por ver que nosso talentoso audiovisual brasileiro voa cada vez mais alto, ganha reconhecimento mundo afora e impacta positivamente a vida de tanta gente.

Um abraço carinhoso,
Leandro Hassum

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Cultura Geral

O FLIBA 2021 “Festival Literário da Baixada Fluminense”, começa neste final de semana

O FLIBA 2021, “Festival Literário da Baixada Fluminense”, surge da oportunidade de fomentar o fazer literário, a leitura, os encontros, os livros, os contos, as intervenções e manifestações culturais da/e para a Baixada Fluminense.

Romulo Sales, produtor e gestor cultural que até então estava à frente da Superintendência de Artes do Estado do Rio, assumiu o desafio de estar à frente da Secretaria Municipal de Cultura e ao identificar a ausência de bibliotecas e livrarias na cidade, idealizou o projeto, cujo a primeira edição terá sede no município de Queimados, com adesão aberta para as demais Cidades da Baixada Fluminense. O festival terá 28 dias de programação, no período de 20 de março a 18 de abril, contando com oficinas, apresentações de teatro, encontros literários, mesas de debate, contações de histórias e slams. Quase 100% dessa programação é composta por projetos incentivados pela Lei Emergencial da Cultura, Aldir Blanc, e projetos premiados no Retomada Cultural da SECEC-RJ e demais Cidades da Baixada Fluminense.

A partir da demanda de aglutinar programações e entregas efetivas e seguras nasce o FLIBA, organizado pela Sociedade Civil e Secretaria Municipal de Cultura e Turismo do Município de Queimados.

O festival traz uma programação híbrida, online e presencial – com público reduzido e cumprindo as políticas de distanciamento social, devido ao período pandêmico e buscando a prevenção ao COVID-19 sem deixar de impulsionar a cultura. Além disso, as apresentações terão intérpretes de LIBRAS, audiodescrição, programa e divulgação com recursos de acessibilidades disponíveis no mercado.

A acessibilidade Cultural torna-se o carro chefe da primeira edição do FLIBA, deixando como legado para a Cidade de Queimados e região a entrega de uma Biblioteca Pública  da praça CEU (Centro de Artes e Esportes Unificado), estrutura do Governo Federal, já existente no local, localizado em um bairro popular e que será potencializado com ações de artísticas pelo novo Secretário.

A biblioteca será estruturada a partir do conceito de desenho universal de linguagem no que tange ao espaço físico, mobiliário, acervo e programação.

“Uma biblioteca, seja ela pública, privada, universitária ou escolar, é de suma importância em uma comunidade ou cidade, pois, as bibliotecas exercem um papel social determinante para a inclusão dos indivíduos na cultura da “Era da informação” ressalta a Romulo Sales. Outro ponto que o novo secretário destaca é O papel social das bibliotecas: “Além  da disseminação da informação, é também, a inserção das comunidades em geral ao conhecimento e suas práticas. Uma biblioteca dispõe de vários mecanismos atrativos voltados a comunidade leitora mediante ações dinamização junto ao público. Pretendo criar oficinas, feiras culturais, projetos de leitura e exposições”

Romulo Sales foi recebido em Brasília pelo Secretário de Cultura Especial Mario Frias; “Qualquer gestor público que atue na Cultura precisa da ajuda do Governo Federal. Mario me surpreendeu pela sua preocupação com democratização de acesso à Cultura na Baixada Fluminense e demonstrou um conhecimento técnico muito grande. O diálogo constrói pontes e oportunidades. Vou lutar em prol da população de Queimados. Para que possam ter o espaço no cenário geográfico que cultural que nunca tiveram”.

O objetivo de Romulo Sales agora é o de buscar uma nova agenda com O Secretário Especial Mario Frias com a presença dos Secretários de Cultura de toda a baixada.

Créditos: Touché Comunicação

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Cultura

Novotel recebe exposições de artes plásticas para o deleite do público carioca

Localizado na praia de Botafogo, 330, com uma vista privilegiada de tirar o fôlego e bem próximo aos principais pontos turísticos do Rio de Janeiro, o Novotel abrirá a exposição Cores & Formas, no dia 15 de março com a curadoria de Thaysa Souza.
Essa brilhante iniciativa da direção do Novotel, se dá pelo fato de acreditar na importância desse tipo de evento como forma de levar entretenimento, cultura e arte para o público carioca e também aos frequentadores e hóspedes do hotel.

A exposição vai até o dia 05 de abril e apresentará obras bem ecléticas para todos os gostos, tanto para aqueles que preferem uma obra mais moderna e contemporânea como também para aqueles que gostam de algo mais tradicional e acadêmico.
Participarão dessa mostra os seguintes artistas:
Dirce Cavalcanti, Mary Cordeiro, Nancy Pitta, Elsie Paiva, Helenita Teixeira,
Sandrelles, Rosina Villela, Maria Torres, Samoradelcio, Flávia Almeida e Lyla Melo.

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Cultura Geral

Exposição Casa, Estilo & Arte encanta o público no espaço Pop Up Art Gallery

A exposição Casa, Estilo & Arte com produção cultural de Thaysa Carreiro teve início no dia 08 de fevereiro, ficará aberta ao público até o dia 28/02 de segunda à domingo das 12hs às 20hs no espaço Pop Up Art Gallery no Casa & Gourmet Shopping, localizado na Rua General Severiano, 97, Botafogo, Rio de Janeiro.

A exposição reúne o trabalho de 10 artistas plásticos brasileiros que fazem a diferença com suas obras. São eles: Alice Vinagre, Ana Vieira, Célia Petrov,  Flávia Almeida, Helenita Teixeira, Loreley Luderer, Lupegoraro, Mariah Nejar, Mario Grego e Samora Délcio.

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Cultura

Palhaço Meia Sola no interior do Rio de Janeiro

Completando 18 anos de atuação, o Palhaço Meia Sola já conquistou a população da cidade carioca de Itaperuna. Ele conta que sua primeira visita foi em uma creche chamada Ana Beatriz. De lá pra cá nunca mais parou de levar alegria e diversão para as pessoas.

Ele conta que ser artista circense não faço, principalmente no início da carreira. Mas, como ele é um sonhador, perseverou e suas participações em festas e eventos estão sendo cada vez mais solicitadas.

Meia Sola participa do Aluno Nota 10 entregando uma bicicleta na escola para o melhor aluno. No total, já foram distribuídas 354 bicicletas pelas escolas de Itaperuna, no Rio de Janeiro. Além de já ter participado de programa na rádio 103 FM, Meia Sola também faz parte do projeto Faça Uma Criança Feliz no seu Bairro.

Moro em uma cidade onde todos gostam do Palhaço Meia Sola. Amo muito minha cidade Itaperuna Rio de Janeiro”, explica o artista circense.

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Cultura Geral

‘Janeiro Branco’ 5 Livros sobre saúde mental do Clube dos Autores

O primeiro mês do ano foi escolhido para a campanha Janeiro Branco que tem como objetivo chamar a atenção para a importância da saúde mental. Cada vez mais há  interesse e preocupação das pessoas em se cuidar e a leitura tem sido uma ótima ferramenta para a mente. E para ajudar ainda mais aqueles que buscam entender melhor o assunto, especialistas do Clube de Autores, maior plataforma de autopublicação da América Latina, separaram uma lista com obras que abordam esta temática.

1- Saúde Mental, por Mônica Sany Leite Pereira & Paulo Fernando da Silva
A obra traz textos e reportagens sobre transtornos comportamentais, alimentares e mentais com o intuito de mostrar ao leitor como o assunto está interligado diretamente ao nosso dia a dia.

2 – Um Olhar a Saúde Mental, por Naican Costa Escobar


Com um olhar humanizado e preocupado com a saúde, o livro traz uma conversa com o leitor sob traços de o porquê o mundo hoje enfrenta tanta dificuldade em manter a Saúde Mental.

3 – O SUS_piro da “bipolaridade” e o protagonismo na Saúde Mental, por Roque Jr.


O constante cuidado com a ”bipolaridade”, somado à militância na Luta Antimanicomial, têm forjado o conhecimento transferido nestas páginas para familiares, amigos e sociedade em geral, para que todos conheçam os detalhes desse problema que prejudica a vida de milhares de pessoas.

4 – Usos da Mídia na Promoção de Saúde Mental, por Isabella Silva Santos


O livro é um breve apanhado de como a mídia oferece ferramentas para a promoção da saúde mental, mostrando oportunidades ainda pouco exploradas no contexto brasileiro, utilizando de exemplos práticos e considerando possibilidades de aplicação.

5 – COVID-19: Letramento, Educação Especial e Saúde Mental, Por Elói Martins Senhoras


Tomando como referência o tripé temático do letramento, da Educação Especial e da Saúde Mental de discentes e docentes, este livro promove relevantes debates sobre os desafios trazidos pela pandemia da COVID-19 ao contexto escolar e as consequentes estratégias e dilemas existentes no ensino remoto.

Sobre o Clube de Autores
O Clube de Autores é a maior plataforma de autopublicação da América Latina. Hoje, a plataforma on demand representa cerca de 27% de todos os livros publicados no Brasil no último ano. Além disso, oferece uma gama de serviços profissionais para os autores independentes que pretendem crescer e se desenvolver no mercado de literatura.

 

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Cultura Geral

“Robô não solta pum” o livro de André Abujamra adormecido por 15 anos

Em 2005, André Abujamra rascunhava aquele que seria 15 anos mais tarde o seu livro de estreia no universo da literatura – uma das sete formas de arte que, até então, ele não havia experimentado. Escrito em uma época em que os filhos José e Pedro eram pequenos, Robô não solta pum revela os pensamentos e os devaneios de um pai sem conseguir dormir direito há dias.

Publicada pela Saíra Editorial, a obra do renomado músico, ator e multi-instrumentalista brasileiro concede asas à imaginação das crianças ao deixar a tradicional pergunta “mas por quê?” ainda mais divertida e desafiadora. Ele abre questionamentos sobre temas triviais do cotidiano, como a origem das palavras “barbante” e “algodão-doce”, e dicotomias, como o claro e o escuro, o céu e o mar.

A frase Robô não solta pum, que dá nome ao livro, é uma das obviedades trazidas pelo autor para divertir os pequenos leitores ao longo das 32 páginas da obra. Já as indagações – muitas vezes sem respostas – fazem convite a jovens, papais, mamães e avós para se libertarem das amarras impostas pela vida adulta. O objetivo? Ajudar a deixar a rotina mais leve com as ideias livres para questionar sem medo e, até mesmo, bolar teorias próprias e mudar conceitos.

“Por que bicho não fala? Será que não fala mesmo?
E se fala, por que a gente não entende?
Então, eu acho que japonês não fala;
eu não entendo japonês.”
(Robô não solta pum, pág. 20)

O livro ganhou mais vida com as ilustrações da artista plástica Ana Paula Oliveira, que se inspirou em desenhos da filha Jade e usou diversas técnicas de desenho e colagem para formar as imagens. As composições trazem ainda mais força ao “livre pensar”, convidando crianças, jovens e adultos a libertar a criatividade e alçar voos mais altos junto das indagações e das percepções de Abujamra.

Esse talento para incentivar a criatividade e a imaginação por meio da arte é herança do pai, Antônio Abujamra (in memoriam), que foi um dos mais aclamados atores e diretores do teatro brasileiro. André também busca inspirar todas as idades por meio da música, com produções próprias sobre o amor, a cultura brasileira e temas do dia a dia.

Sinopse: Quem foi que disse que isso é isso e não é aquilo ou que aquilo é aquilo e não é isso? Ou por que é tão difícil entender que isso pode ser isso simplesmente ou simplesmente não ser nem isso nem aquilo? Quando se libera o pensamento das amarras que a vida adulta quase sempre impõe, as ideias ficam mais livres para explicarem tudo de forma mais fácil ou até modificarem certos conceitos. É o que os pensamentos de André Abujamra nos colocam: o livre pensar é o elemento essencial da criatividade que permite a crianças, jovens e até adultos alçar voos mais altos. Por meio dos pensamentos de um pai sem dormir há 20 dias, somos levados a refletir sobre as coisas mais triviais e até mesmo a pensar de outro modo a respeito de coisas já pensadas antes de nós.

Sobre o autor: Filho de um dos grandes atores do teatro brasileiro, Antônio Abujamra (in memoriam), André Abujamra herdou do pai o talento e a necessidade de provocar a ordem vigente. Em mais de 40 anos de carreira, se firmou como um dos grandes artistas criativos do Brasil. Multiartista, André é cantor, compositor, guitarrista, percussionista, pianista, produtor musical, ator e diretor de teatro e cinema. Iniciou a carreira artística nos palcos em 1985, em parceria com Maurício Pereira, na banda Os mulheres negras. Em 1994, estreou a banda Karnak, e seu disco de estreia foi considerado pela revista americana Rolling Stone um dos melhores lançamentos da década de 1990.

Sobre a ilustradora: Ana Paula Oliveira é artista plástica e trabalha com diversas linguagens e mídias, como escultura, desenho e vídeos. Desde 2000 realiza exposições em várias instituições, como museus e galerias, no Brasil e no exterior. Destacou-se e ganhou alguns prêmios, e tem obras em acervos importantes. Nas ilustrações deste livro utilizou desenhos de sua filha Jade, além de diversas técnicas de desenho e colagem, para compor as imagens que acompanham o texto.

Redes sociais
Instagram: @sairaeditorial | @andre_abujamra
Site: www.sairaeditorial.com.br

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Viver é melhor que sonhar – Os últimos caminhos de Belchior

Antônio Carlos Belchior é autor de um dos gestos mais intrigantes da história recente da Música Popular Brasileira. Artista respeitado, dono de um repertório do qual qualquer músico poderia se orgulhar, carreira de sucesso, padrão de vida confortável, cercado de amigos, cercado de mulheres. Com 60 anos recém-completos, deixou tudo isso para trás, rumo a uma jornada incerta e anônima pelo sul do país, que terminaria com sua morte dez anos depois. Não explicou a ninguém o motivo do seu desaparecimento, não pediu dinheiro emprestado aos amigos, só deu um telefonema a um dos filhos durante este período. Em companhia de uma nova produtora e amante, Edna Assunção de Araujo, de pseudônimo Edna Prometheu, percorreu dezenas de cidades, viu de longe seu patrimônio ir embora, foi caçado pela justiça e pela imprensa, dormiu em locais abandonados, dependeu da caridade de desconhecidos, foi expulso de casas por pessoas que o abrigavam, e não retrocedeu.

 

Por que Belchior agiu assim? Esta pergunta foi feita por muitos fãs, familiares, colegas e amigos. Um mistério para a maioria das pessoas que jamais compreenderam as motivações do artista. Esta mesma questão moveu particularmente dois jornalistas e doutorandos em Literatura no exato momento em que viviam uma transformação, em que se especializavam no mundo acadêmico com o intuito de se firmarem cada vez mais como pesquisadores, também fãs do cantor e interessados em mergulhar em suas origens. Assim nasceu este livro, que designamos road book por ter sido produzido enquanto percorríamos as paralelas anteriormente percorridas pelo nosso objeto de estudo.

Para chegar ao fundo desta questão, percorremos cidades por onde o cantor passou, antes e depois do sumiço. Fomos ao Rio Grande do Sul, seguimos para o Uruguai, depois para São Paulo e finalmente chegamos no Ceará. Andamos de trás para frente: fomos do lugar onde ele morreu até o lugar onde ele nasceu. Neste trajeto, entrevistamos pessoas que tiveram contato com ele, conhecemos locais onde ele se hospedou, dormimos em camas onde ele dormiu, reviramos suas malas deixadas para trás. Consultamos processos e documentos que levavam seu nome e anotações pessoais, perturbamos sua família com perguntas indiscretas, choramos com alguns depoimentos, entrevistamos suas amantes, seus advogados, seus amigos de infância. Ao longo da investigação, no entanto, não conseguimos distinguir os limites entre a vida íntima do homem e a vida pública do artista. Estava tudo embaralhado num mesmo cesto que era necessário examinar para compreender suas motivações mais profundas. Ao lado das músicas, dos livros, dos depoimentos, absorvemos também as fofocas, as picuinhas, as maledicências. Nossas facetas jornalísticas e pesquisadoras estavam separadas por uma linha bastante tênue.

 

Nas páginas do road book “Viver é melhor que sonhar – Os últimos caminhos de Belchior” (Sonora Editora) – que está em pré-venda e deve ser lançado entre fevereiro e março – o leitor vai acompanhar o nosso processo de descoberta. Um trajeto cheio de percalços, pequenas decepções, grandes alegrias, com muitas versões de uma mesma história narradas pelas diversas testemunhas que acompanharam a tragédia daquele grande artista. Nos dez últimos anos antes da sua morte, Belchior viveu de maneira insólita e extraordinária, conhecendo pessoas diversas, lugares interessantes e relações inusitadas, com fãs perplexos que abrigaram um astro da música em suas casas sem saber muito bem por que ele estava ali. Em parte, o astro buscou este caminho; em parte, foi conduzido a ele. Acompanhar os seus passos nos abriu para uma compreensão mais madura da existência de um grande artista, e da própria sociedade que o cerca. Esperamos que o leitor possa compartilhar esta descoberta.

Sobre os autores:
Formada em Jornalismo e em Letras (Português/Italiano), Chris Fuscaldo é escritora, jornalista e cantautora, além de mestra e doutora em Literatura, Cultura e Contemporaneidade. Trabalhou nos jornais Extra e O Globo, e colaborou para diversas revistas brasileiras, entre elas MTV e Rolling Stone. Em 2015, foi responsável pela pesquisa do livro “Rock in Rio 30 Anos” (Ed. 5W). No ano seguinte, estreou como escritora em “Discobiografia Legionária” (Ed. LeYa). Em 2017, estreou como cantora e compositora no álbum “Mundo Ficção”. Em 2018 lançou o livro “Discobiografia Mutante: Álbuns que Revolucionaram a Música Brasileira” (troféu Prêmio Profissionais da Música) e, com ele, fundou sua própria editora, a Garota FM Books.

Formado em Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, mestre em Artes pela Universidade Federal Fluminense, doutor em Literatura Brasileira pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Marcelo Bortoloti organizou o livro “Correspondência Carlos Drummond de Andrade e Ribeiro Couto” (Ed. Unesp).

Sobre a pré-venda
“Viver é melhor que sonhar – Os últimos caminhos de Belchior” entrou em pré-venda na segunda-feira (18/01), através do site Benfeitoria (http://Benfei.to/belchior), com diversas recompensas (livro + camiseta; livro + book bag; livro + LP “Alucinação”; etc).

 

 

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Projeto Abrindo Portas do Teatro Rival Refit terá espetáculo “MPB – a Era dos Festivais

Sucesso absoluto junto ao público do Rio de Janeiro, com mais de 60 apresentações desde a sua estreia, há cinco anos, atraindo cerca de 16 mil pessoas, nos mais importantes teatros da cidade, o espetáculo “MPB – a Era dos Festivais” revive os grandes sucessos da Era de Ouro dos Festivais da Canção, dos anos 1960.

Apesar das solicitações do público nas redes sociais durante toda a pandemia, o “MPB a Era dos Festivais” não realizou nenhuma live na internet. Agora, pela primeira vez, os artistas sobem ao palco do Teatro Rival Refit para fazer sua transmissão ao vivo, com acesso via Sympla, um show para assistir em casa, com toda a qualidade musical, sonora, de palco, dia 29 de outubro, quinta-feira, às 19h30. É para cantar junto os grandes sucessos da MPB.

O espetáculo conta com Edu Krieger (direção musical, voz, violão e baixo), Marcelo Caldi (arranjos, voz, teclados e sanfona), Nina Wirtti (voz e percussões), PC Castilho (voz e flautas) e Fabiano Salek (voz, bateria e percussões). No roteiro, destacam-se: “Arrastão” (Edu Lobo e Vinícius de Moraes), “A banda” (Chico Buarque), “Disparada” (Geraldo Vandré e Theo de Barros), “Ponteio” (Edu Lobo e Capinam), “Alegria, alegria” (Caetano Veloso), “Pra não dizer que não falei de flores” (Geraldo Vandré) e “Fio maravilha” (Jorge Ben Jor).

Serviço do projeto Abrindo Portas:
MPB – A era dos festivais  
Dia 29 de outubro (quinta-feira), às 19h30
https://www.sympla.com.br/mpb—a-era-dos-festivais—transmissao-ao-vivo—teatro-rival-refit-abrindo-portas-apresenta__967217

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Cultura

“@Normal” livro sobre o Mundo pós-pandemia ganha lançamento digital

Enquanto o mundo aguarda uma vacina contra o coronavirus, escritores brasileiros já se debruçam na criação de narrativas sobre a sociedade que herdaremos, com todas as implicações em decorrência do impacto da pandemia. Assim nasce o e-book @Normal, uma coletânea de contos com narrativas de um mundo pós-pandemia da Covid 19, já disponível na Amazon (https://amzn.to/35GF4Yi. Ao todo, são dezessete textos com estilos e abordagens diferentes:viagens pelos sonhos, consultorias especializadas em controle de vírus, uma sociedade autoritária distópica no subúrbio do Rio e até um curioso encontro com Keith Richards, num futuro apocalíptico, dentre outros. Uma mescla de comédia, drama, terror, suspense, distopia e, por que não? Utopia. Futuros possíveis imaginados por diferentes visões literárias.

Os autores selecionados, além de escritores, alguns premiados, destacam-se por sua atuação variada no campo artístico – poesia, artes plásticas, quadrinhos, vídeo, animação, cinema, televisão, eventos e até escolas de samba.  Destacam-se a chilena Claudia Apablaza, autora de sete livros publicados em diversos países, incluindo o próprio Chile, Espanha, México, Itália e Estados Unidos, dentre eles; Gisele Mirabai, que tem cinco livros publicados, dentre eles, Machamba (Ed. Nova Fronteira), romance vencedor do 1º Prêmio Kindle de Literatura e finalista do Prêmio JABUTI de Melhor Romance, e Guerreiras De Gaia (Grupo Global), adotado por diversas escolas do Brasil; o santista Manoel Herzog, autor de seis livros e  terceiro lugar do Prêmio Jabuti como livro A comédia de Alissia Bloom (2014), terceiro lugar no prêmio Jabuti; Maria Fernanda Elias Maglio, que logo no seu primeiro livro Enfim, imperatriz (Patuá, 2017) venceu o Prêmio Jabuti 2018 na categoria contos e já lançou o seu segundo, 179 Resistência, também pela Patuá; Pacha Urbano que, além de escritor e roteirista, se destaca por ser o criador das tirinhas de humor Filho do Freud, que já conta com uma trilogia lançada“As TRAUMÁTICAS Aventuras do Filho do Freud” (2013,2015, 2017). A ilustração da capa é assinada pelo cartunista Nando Motta, que tem se destacado por suas tirinhas com bom humor e sensibilidade.

O livro desde o início foi planejado para um lançamento on-line, com contos curtos e que oferecessem elementos cênicos, de modo a se tornar um projeto multimídia. Desta forma, ganhou leitura por atores de prestígio no cenário teatral paulistano, como Gloriete Luz, Lucia Romano, Marta Guerreiro, Nora Prado, Ricardo Gelli e Roberto Alencar.

Livro @Normal
Editora: Independente
Link de compra: https://amzn.to/35GF4Yi
Organizador: Bogado Lins

Autores: Clark Mangabeira, Claudia Apablaza, Gisele Mirabai, João Knijnik, José Bueno Villafane, Kika Hamaoui, Manoel Herzog, Marcio Sales Saraiva, Maria Fernada Elias Maglio, Pacha Urbano, Paulo Laubé, Rafael Maieiro, Sebastian Ocampo, Solano Guedes, Terêncio Porto, Zeh Gustavo e Bogado Lins.

Realização: Literatura Cotidiana

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