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Morreu neste domingo (29), aos 80 anos, o sociólogo Danilo Santos de Miranda, conhecido como diretor do Sesc-SP, reconhecido como baluarte da cultura nacional e reverenciado por diversos artistas e amantes das artes. Ele estava internado, desde o início do mês, no hospital Albert Einstein, em São Paulo.
Danilo Miranda foi responsável por transformar o Sesc na maior potência cultural do país, com relevância, muitas vezes, maior que a do próprio Minc (Ministério da Cultura).
Era chamado, pelos inúmeros gestores, produtores e artistas que o procuravam como “a entidade dentro da entidade”, pois era dele que emanava a potência do Sesc de São Paulo, responsável por shows, espetáculos teatrais, discos, e outras atividades.
O velório do gestor foi realizado nesta segunda (30), no Sesc Pompeia, zona oeste de São Paulo. A cremação foi no Cemitério Horto da Paz, em Itapecirica da Serra.
Danilo Santos de Miranda nasceu em Campos dos Goytacazes (RJ), em abril de 1943. Especialista em ação cultural, era formado em filosofia e ciências sociais, tendo realizado estudos complementares na Pontifícia Universidade Católica e na Fundação Getulio Vargas, em São Paulo, e no Management Development Institute, em Lausanne, na Suíça. Paralelamente à sua atuação no Sesc, de onde era diretor regional desde 1984, ao longo dos últimos 20 anos participou do Conselho do Itaú Cultural e, mais recentemente, do Conselho da Fundação Itaú, além de ter sido conselheiro na Associação Pró-Dança e na Bienal de São Paulo, e de participar do programa Todos pela Educação, entre outros. Foi presidente do Comitê Diretor do Fórum Cultural Mundial, em 2004, e presidente do Comissariado Brasileiro do Ano da França no Brasil, em 2009.