Targino Gondim apresenta “Boteco do Ginô”
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Sabe aquela canção que sempre ouvimos quando vamos a uma seresta, um barzinho ou boteco? Pensando neste repertório, Targino Gondim lança, no próximo dia 22, seu novo álbum. Batizado de “Boteco do Ginô” o projeto traz sucessos de Peninha, Zé Ramalho, Roberto Carlos, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Benito di Paula e do próprio sanfoneiro. “Ginô é um apelido que segue gerações. É do meu pai, meu e do meu filho”, disse o artista sobre o nome do projeto.

Dono de uma versatilidade artística e do projeto “Targino Sem Limites”, no qual cantava ritmos diferentes do forró, agora o artista apresenta ainda mais sua pluralidade. Ao todo são 17 canções, entre elas: “Tortura de Amor”, interpretada por Waldick Soriano, “Gostoso Demais” e “Só quero um Xodô”, eternizadas por Dominguinhos, “Cabecinha no Ombro” e “Ainda Ontem Chorei de Saudades”, sucesso na voz de Moacyr Franco, “Esotérico” (Gilberto Gil) e “Leãozinho” (Caetano Veloso), “Detalhes” e “Caminhoneiro”, de Roberto Carlos, “Charlie Brown” e “Retalhos De Cetim”, de Benito Di Paula.

De Gondim, duas canções inéditas. “Amor Estranho” e “Vai Chorar Por Mim”. “O projeto surgiu na pandemia, fizemos duas lives, canções que eu escolhi para cantar com a minha sanfona e interpretação, uma seleção que eu gosto para quem quer passar momentos com os amigos e tomar uma boa cerveja”, disse Targino.

Este ano, o forrozeiro foi um dos concorrentes ao Grammy Latino, pelo Melhor Álbum de Música de Raízes, com “Targino Sem Limites”, depois de 19 anos de vencer o Oscar da Música com a canção “Esperando na Janela”. Um dos nomes de maior destaque da música nordestina, Targino Gondim é dono de uma voz melódica e um jeito doce de tocar. Mesmo com a chancela de grandes nomes do ritmo, a exemplo de Gilberto Gil, Fagner, Elba Ramalho, Geraldo Azevedo, Alceu Valença e Dominguinhos, o artista não se limitou apenas a fazer shows.

Empreendedor, tem tocado eventos como o Festival Internacional da Sanfona (Juazeiro-BA), que já é o maior evento de acordeon da América Latina, o Festival de Forró da Chapada (Mucugê-BA), o Conecta Chapada (Andaraí-BA), e o Festival de Forró de Itacaré (Itacaré-BA).

Comemorando mais de 20 anos de carreira, desde 2018 toca o projeto “Targino sem Limites”. Em 2009, o artista apresentou o projeto “Canções de Luiz”, trabalho que lhe rendeu o prêmio de Melhor Cantor no 21º Prêmio da Música Brasileira 2010 (antigo Prêmio Tim de Música) e, em 2015, “Canções Divinas”, incluindo música de sua autoria em homenagem ao Papa: “O Papa Francisco”, recebendo uma carta de agradecimento do Pontífice.

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Claudê Lopes
Claudê Lopes
Baiano de Itiúba, radicado em São Paulo há mais de 30 anos. Repórter, Web Designer, Produtor e Editor de conteúdo, Consultor Musical, Roteirista, Redator e Diretor de programa de Televisão.
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