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Datena tem quatro propostas para se candidatar a prefeito de SP

O apresentador José Luiz Datena (sem partido) tem quatro propostas em estágio mais avançado para se lançar como candidato à prefeitura de São Paulo. Representantes do PSB, PP, MDB e Republicanos o procuraram nas últimas semanas para convencê-lo de que é um candidato competitivo, com chances concretas de vencer o pleito este ano. A ideia que mais o agrada é uma chapa com o amigo Márcio França (PSB) como vice. Além da relação de proximidade, contribui o “recall” que o socialista tem como ex-governador de São Paulo. Em contra, joga o espectro político, mais à esquerda, do partido de França, que frustraria um de seus principais conselheiros: o presidente Jair Bolsonaro.

Uma possibilidade, descartada por questões práticas, seria a de se lançar pelo Aliança pelo Brasil, partido fundado por Bolsonaro. Apoiadores do presidente recolhem assinaturas para homologar a legenda no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas isso não deve acontecer a tempo de disputar as eleições municipais deste ano.

O apresentador ainda não bateu o martelo. Sua principal certeza no momento é a dúvida – e o temor de que uma candidatura ao poder Executivo seja mais arriscada do que concorrer ao Legislativo em um futuro próximo. No Senado, Datena teria outros 80 colegas para dividir a mesma Casa. A visibilidade seria menor do que ser prefeito da maior cidade brasileira, assim como a pressão e as cobranças.

Em 2016, quando pré-candidato a prefeito de São Paulo pelo PP, Datena retirou sua candidatura, atribuindo a desistência às denúncias de corrupção que afetavam a sigla na Operação Lava Jato. Em 2018, quando pré-candidato ao Senado pelo DEM, também desistiu a pouco mais de três meses do pleito, ao alegar que não seria o momento adequado e pressão familiar. Desta vez, diz que a novela não vai se repetir: se resolver ser candidato, não recuará.

FONTE: VEJA

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Grupos pró renovacão politica devem lancar 500 candidatos

Movimentos em busca de renovação política que pipocaram nos últimos meses preparam o lançamento de ao menos 500 candidatos para as eleições de outubro, por diferentes partidos.

A estimativa, feita pelo jornal Folha de São Paulo a partir de números fornecidos pelas organizações, inclui principalmente postulantes à Câmara dos Deputados e às Assembleias Legislativas. Mas também há quem mire Senado e governos estaduais.

O pelotão é puxado pela Raps (Rede de Ação Política pela Sustentabilidade), que planeja apresentar 200 candidatos e eleger ao menos metade.

A entidade é considerada uma espécie de “embrião” do Agora!, do Acredito e do Brasil 21. Fundadores desses grupos já participaram da rede, criada pelo empresário Guilherme Leal, que foi vice de Marina Silva em 2010.

O RenovaBR (que dá bolsas e cursos para quem quiser se candidatar) já iniciou uma turma com cem pessoas e vai selecionar mais 50. Não são obrigadas a disputar a eleição, mas a maioria indica querer.

Integrantes de outras organizações, como Acredito, Brasil 21, Frente pela Renovação e Nós, também avaliam se tentarão a sorte no próximo pleito. Antes, muitos dos que miram as urnas precisarão se filiar a partidos, até 7 de abril.

A Raps, que mapeia e apoia lideranças com e sem mandato, se baseia em resultados de anos anteriores para prever uma taxa de sucesso entre 50% e 60% dos ligados ao movimento. A rede elegeu cinco dos 24 nomes lançados em 2014. Em 2016, 24 entre 72 concorrentes ganharam.

Com 300 inscritos no processo que vai selecionar nomes a serem apoiados, a Frente pela Renovação (ligada ao Vem pra Rua) evita estimativas de sucesso enquanto não concluir sua peneira.

O cenário é positivo para os movimentos, mas com muitos desafios“, diz Miguel Nicacio, cientista político e porta-voz da frente. “Há um anseio por candidatos honestos e que representem os eleitores. Só que competimos com quem tem a seu lado um fundo eleitoral de R$ 1,7 bilhão, a banda podre dos partidos.”

O Acredito, que pretende ter pelo menos um candidato a deputado federal e três a deputado estadual nos 12 Estados onde já tem representação, evita estabelecer meta para o número de eleitos.

O grupo, diz José Frederico Lyra Netto, um de seus fundadores, se importa mais em marcar posição na disputa eleitoral, mostrando “que é possível fazer política transparente e honesta, com base em ideias, e não em troca de favores“. Embora, obviamente, “ter algumas vitórias” seja bem-vindo, afirma ele.

Hoje identificado como um dos principais indutores da chamada renovação política, por ter o apresentador Luciano Huck como membro e garoto-propaganda, o Agora! adotou como princípio não ser um lançador de candidaturas.

O discurso do grupo é o de que integrantes têm liberdade para entrar na eleição, mas a decisão será individual. Pelo menos 15 participantes estariam dispostos a concorrer a vagas no Legislativo, 8 deles entraram no RenovaBR.

Com meta modesta, o Nós, que apresentará dez candidaturas e espera que duas sejam bem-sucedidas, diz se basear nos resultados de iniciativas semelhantes, como a Bancada Ativista, em São Paulo, e Somos Muitas, em Belo Horizonte. Em 2016, os coletivos elegeram vereadoras nas duas capitais pelo PSOL. “Há uma janela de oportunidade para experiências no campo progressista“, diz Marcelo Rocha, um dos líderes do Nós.

Tentando se registrar como partido, a Frente Favela Brasil prevê alcançar 57 candidatos (e eleger ao menos dez), por diferentes siglas. O MBL (Movimento Brasil Livre) deve lançar ao menos 15 candidatos.

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João Doria convida Boni para assumir secretaria da Cultura em São Paulo

O prefeito eleito de São Paulo,João Doria(PSDB), formalizou convite ao publicitário, empresário e ex-executivo Globo José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, para ser o secretário de Cultura de São Paulo.

De acordo com o blog Gente Boa, do O Globo, Boni ficou animado com o convite e está inclinado a aceitá-lo.

“Os planos do Doria são fascinantes e eu penso seriamente em aceitar”, diz Boni. “Fiquei entusiasmado, mas agora preciso ver toda a logística de uma mudança do Rio para São Paulo”.

Doria deve anunciar a lista de secretários nos próximos dias.

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Politica

Os Vereadores eleitos em São Paulo, veja na coluna de Mauro Tajra

 

  1. Eduardo Suplicy (PT)  301.446  
  2. Milton Leite (DEM)  107.957             reeleito
  3. Tripoli (PV)   88.843 
  4. Conte Lopes (PP)   80.052                 reeleito
  5. Mario Covas Neto (PSDB)   75.593   reeleito
  6. Eduardo Tuma (PSDB)   70.273         reeleito 
  7. Adilson Amadeu (PTB)   67.071         reeleito
  8. Souza Santos (PRB)   55.924             reeleito
  9. Ricardo Nunes (PMDB)   54.692        reeleito
  10. Celso Jatene (PR)   53.715                reeleito
  11. Eliseu Gabriel (PSB)   52.355            reeleito 
  12. Rodrigo Goulart (PSD)   49.364 
  13. Fernando Holiday (DEM)   48.055 
  14. Atilio Francisco (PRB)   46.961             reeleito
  15. Ota (PSB)  45.915                                reeleito
  16. Senival Moura (PT)   45.320               reeleito
  17. Patricia Bezerra (PSDB)   45.285       reeleito
  18. João Jorge  (PSDB) 42.404  
  19. Aurélio Nomura (PSDB)  41.954          reeleito
  20. Soninha (PPS)  40.113 
  21. Edir Sales (PSD)  39.062                      reeleito
  22. Gilson Barreto (PSDB)  38.564            reeleito 
  23. André Santos (PRB)  37.393 
  24. Daniel Annenberg (PSDB)  36.983  
  25. Alfredinho (PT)  36.324                         reeleito
  26. Toninho Paiva (PR)  35.219                  reeleito
  27. Juliana Cardoso (PT)  34.949               reeleito
  28. Sandra Tadeu (DEM)  34.182                reeleito
  29. Rute Costa PSD  33.999 
  30. Police Neto (PSD)  33.537                     reeleito
  31. Donato (PT)   32.592                              reeleito
  32. Noemi Nonato PR  32.116                     reeleito
  33. Jair Tatto (PT)  30.989                           reeleito
  34. Gilberto Nascimento Jr (PSC)  30.382 
  35. Adriana Ramalho (PSDB)  29.756 
  36. Camilo Cristófaro (PSB)   29.603 
  37. Reis (PT)   29.308                                  reeleito
  38. Paulo Frange (PTB)  29.242                  reeleito
  39. Ricardo Teixeira (PROS)  28.515         reeleito
  40. Fabio Riva (PSDB)  28.041 
  41. Gilberto Natalini (PV)  28.006               reeleito
  42. Alessandro Guedes (PT)  26.780 
  43. Arselino Tatto (PT)  26.596                   reeleito
  44. George Hato (PMDB)  26.104             reeleito
  45. Isac Felix  (PR)  25.876  
  46. Aline Cardoso (PSDB)  25.769 
  47. Claudinho de Souza (PSDB)  24.923     reeleito
  48. David Soares (DEM)  24.892                reeleito
  49. Dr. Milton Ferreira (PTN)  21.849
  50. Rinaldi Digilio (PRB)  20.916
  51. Janaina Lima (NOVO)  19.425
  52. Claudio Fonseca (PPS) 18.444
  53. Toninho Vespoli (PSOL)  16.012            reeleito
  54. Zé Turin (PHS)  14.957
  55. Sâmia Bomfim (PSOL)  12.464      

PSDB 11 

Mario Covas Neto, Eduardo Tuma, Patricia Bezerra, João Jorge, Aurélio Nomura, Gilsom Barreto, Daniel Annemberg, Adriana Ramalho, Fabio Riva, Aline Cardoso e Claudinho

PT  9  

Suplicy, Senival, Alfredinho, Juliana Cardoso, Donato, Jair Tatto, Reis, Alessandro Guedes e Arselino Tatto

DEM 4    Miltom Leite, Fernando Holiday, Sandra Tadeu e Davi Soares

PSD 4     Rodrigo Goulart, Edir Salles,Rute Costa e Police Neto

PRB 4     Atilio Francisco, Souza Santos, André Santos e Rinaldo Digilio

PR 4       Celso Jatene,Toninho Paiva, Noemi Nonato e Isac Felix

PSB 3     Eliseu Gabriel, Ota e Camilo Cristofaro

PMDB 2  Ricardo Nunes e George Hato

PTB  2     Adilsom Amadeu e Paulo Frange

PPS 2      Soninha e Claudio Fonseca

PV 2        Tripoli e Gilberto Nataline

PSOL 2   Toninho Vespoli e Sâmia Bonfim

PP 1        Conte Lopes

PTN 1     Miltom Ferreira

PSC 1     Gilberto Nascimento Jr.

PROS 1   Ricardo Teixeira

PHS 1      Zé Turin

NOVO 1  Janaina Lima

reeleitos 33

novos 22

governo : PSDB DEM PSB PV  PPS PP PHS PTN  25 vereadores

oposição: PT Psol

indefinido: PRB PSD PR PTB PMDB PSC PROS NOVO