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A arte transcendental de Priscilla Vezzit Ferreira

Antes da Internet era muito mais difícil o acesso à informação. Agora, vivemos o extremo oposto: temos mais do que conseguimos digerir e assimilar. Assim é com a Arte, também. Em paralelo às galerias físicas, há uma vida nova, uma onda criativa, representada por inúmeros artistas que chegam com propostas inovadoras. Para eles, a concorrência se multiplica na web, todos buscando espaço e atenção. Entre tantos, há aqueles poucos que, com sua criatividade e talento, chamam nossa atenção.

A artista visual Priscilla Vezzit Ferreira se encaixa nesse perfil. Ela surge no cenário artístico com enorme impacto. Seu trabalho nos atrai de um modo que é impossível ficarmos indiferentes.

Brasileira, hoje radicada na França, Priscilla primeiro dominou os mistérios da Fotografia. Trabalhando com Turismo, viajou por todo o mundo registrando com maestria as imagens de cada país que visitou. Hoje na Arte Digital, ela vem roubando a cena com um trabalho que tem a beleza como ponto de partida.

Uma beleza exótica que está no rosto da Dama de Espadas e no colorido de borboletas que expressam as convicções da própria Priscilla, como o amor à Natureza e a reflexão da condição humana. Ideias e imagens que levam a inúmeros convites. Em sua agenda, estão programadas exposições no Carrousel du Louvre, na Casa Expo no Brasil, entre outras.

A assessoria de Marisa Melo, da UP Time Art Gallery, é mais uma garantia de que a artista já é parte do círculo mais promissor dentro da Arte Contemporânea. Para saber mais, confira o site e conheça esse trabalho incrível. Priscilla, nas asas de sua imaginação, nos convida a voar junto. Ela mesma alçando voos cada vez mais altos.

Guarde esse nome: Priscilla Vezzit. Vamos ouvir falar muito nela!

Saiba mais:

Instagram: @mme_priscilla.vezzit.ferreira

#UPTimeArtGallery #MarisaMelo #ArtistaVisual #PriscillaVezzitFerreira

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Confira uma entrevista com a artista visual Adélia Clavien

Adélia faz da curiosidade seu caminho para novas descobertas, às quais dedica todo seu talento e sua energia. Sua paixão pela arte se manifesta com intensidade: Música, Dança, Fotografia e Pintura são instrumentos para que ela expresse sua visão segura e muito própria da vida. Tocando sax, acordeão (sanfona) ou compondo suas imagens, é sua personalidade que se faz presente e nos dá um exemplo real de como é a vida quando vivemos aquilo que nos faz felizes.

Nesta entrevista, Adélia nos fala sobre a Suíça, seus primeiros passos e sua visão da Arte e da sociedade.

Como a Arte entrou em sua vida?

Sempre gostei de Arte e sempre fui muito curiosa. Isso me levou a descobrir o prazer e o encanto na dança, na música, na aprendizagem de idiomas estrangeiros e na fotografia com a qual eu desenvolvi muitas capacidades de apreciação do mundo e das belezas que nos rodeiam. Com os vários idiomas aprendidos eu criei a possibilidade de me comunicar com as pessoas. Acho fantástico poder conversar onde quer que eu vá e compreender o que se está falando ao meu redor. Eu sou assim: quero saber, quero fazer, quando tenho curiosidade eu vou em frente. Música, Fotografia, Pintura, se transformaram em grandes paixões (entre muitas e muitas mais…).

O que a levou a morar na Suíça?

É uma história interessante, engraçada até. Com 18 anos, vivi aquela coisa de adolescente, queria sair de casa, viajar. Fui visitar minha irmã que vivia na Suíça e me apaixonei pelo país. A Suíça é linda, você se sente num cartão postal. No início vim com uma amiga. O plano era dar a volta ao mundo. E a volta ao mundo parou na Suíça (risos), nunca mais saímos daqui. Sempre volto a Portugal para visitar a família, mas já faz mais 40 anos que a Suíça conquistou meu coração. Os suíços dizem que eu sou mais suíça que eles mesmos pois o fato de eu ser muito organizada faz parte do meu sucesso . Eu sou muito “quadrada” – quando eu faço qualquer coisa tem de ser bem feito. Por isso mesmo eu falo que eu tenho uma maneira de funcionar muito suíça e que me tem favorecido bastante no mundo do trabalho e agora no mundo da pintura. Em Portugal também me dizem que eu fiquei muito suíça e não poderia mais viver lá. Se eu voltasse para Portugal eu ia querer revolucionar algumas coisas. Mas como não sou revolucionária por natureza, aí eu continuo vivendo na Suiça. E é claro que continuo amando o meu querido país onde eu vou regularmente – hoje a viagem entre Portugal e a Suíça demora uma hora, uma hora e meia. As distâncias não são nada hoje em dia. A gente tem de viver onde está bem, onde está feliz e eu estou feliz vivendo na Suíça. Eu me identifico com a distinção, com a cultura, com a educação, com o civismo com tantas coisas que gostaria de ver mais valorizadas em Portugal, embora as coisas tenham evoluído por lá. São países e culturas diferentes. Acho que fico o resto da vida aqui. Veremos. O futuro dirá.

Você já esteve no Brasil?

Nunca estive no Brasil mas acho que cada Português tem o Brasil no coração. Não sei se é assim para os brasileiros também. Acho que sim, porque há qualquer coisa entre nós, faz parte das nossas histórias, da sua, da minha, independente do passado, da colonização. Sempre amei o Brasil. Sei que um dia vou visitar o Brasil. É um sonho, já poderia ter ido muitas vezes. Mas eu tenho medo de andar de avião, é tão longe, tantas horas de voo… Eu já fui a Cuba e aos Estados Unidos e foi bastante complicado. Custou-me muitos soníferos. Mas foi tão lindo!
Mas bem no fundo eu sei que um dia eu vou ao Brasil!

Sua biografia apresenta uma pessoa multifacetada: música, pintura, informática e fotografia. Como você desenvolveu esses dons?

Eu só desenvolvi o que comigo já nasceu ! Minha mãe era uma pessoa de negócios que apreciava muito a música, a Natureza e todas as coisas belas da vida. Desde pequena envolvida pelas canções, comecei a tocar acordeão (sanfona) com 8 anos. Começou espontaneamente, essas coisas não têm explicação. Acho que os dons fazem parte da personalidade de cada um de nós e às vezes certas pessoas se dedicam a desenvolvê-los e outras não. Quando eu sinto que há algo que me interessa eu vou em frente e tento. Se não der certo, não deu certo. Se eu sinto que tenho um dom, eu vou pesquisar, vou fazer o possível para aprender e me dedicar 100%.

Em sua Arte você retrata muito o Feminino, há mulheres famosas de décadas passadas. Fale sobre isso.

Em minhas imagens eu trago mulheres famosas, não-famosas, anônimas, predomina o feminino mas há espaço para o masculino também. Há rostos marcantes que me “falam”, olhares, jeitos, atitudes que me atraem. Não tem nada a ver com política, tem a ver com beleza ou com a expressão de certas pessoas – são rostos que simplesmente me atraem. Claro que há certas personalidades que eu retratei e que tenho sempre ideias para elas. É o caso da Marilyn Monroe. Eu sempre adorei a Marilyn por sua beleza extrema. Há uma doçura, uma tristeza nela. Não sei por que, muitas vezes vou fazer um retrato e quando percebo já estou de novo na Marilyn. Marilyn, Charles Chaplin, Hugh Grant (esse ainda não publiquei), Leonard Cohen, que ainda não publiquei também etc. São rostos que dizem algo, são expressivos, que eu aprecio e tem aquela coisinha difícil de explicar: eu gosto. Pinto mais mulheres, não sei, talvez por sermos mais bonitas (risos). O que prevalece é o momento. Eu tenho um enorme banco de imagens: fotografias, estruturas, flores, objetos, jovens, mulheres, animais e quando vou decidir o que vou fazer hoje, de repente já optei pela mulher novamente. A explicação pode estar no olhar das mulheres. Um olhar que diz muito. Talvez seja por isso.

Como desenvolveu seu estilo?

Meu estilo? Qual? Pop Art? Abstrato? Naive? Ultimamente estou mais concentrada no Pop Art, meio parada no abstrato. Gosto muito de fazer abstrato, mas tem faltado tempo. E o público está gostando muito do Pop Art. Isso começou assim, numa brincadeira. Eu sempre fiz muitas composições de fotos, eu sempre gostei disso. Vinte anos atrás (eu sempre guardo minhas fotos, gosto muito de revê-las) eu já fazia minhas composições. Antes mais simples, elas com o tempo se tornaram cada vez mais interessantes, mais profundas, e trazem toda uma mensagem. É um estilo muito bonito e que está agradando muito. Quanto mais eu vejo que agrada, mais eu invisto, tento fazer cada vez melhor, mais forte de modo a realmente causar impacto.
E a primeira dessa série de Pop Art começou numa brincadeira. Eu sempre fotografei, então fiz muitas fotos da filha do meu companheiro, Tierry. Num Natal eu não sabia o que dar de presente, os adolescentes hoje têm tudo, então eu pensei: Por que nao fazer um quadro assim, especial, com uma das bonitas fotos da Marina? E eu fiz um quadro 100×100, um quadro grande uma composição bonita, de 7 ou 8 fotos, ficou muito bonito ela adorou. Foi assim que começou esta bela aventura que tem me levado a fazer minhas obras viajarem para vários países do mundo.

Nós sabemos que a arte reflete o contexto social de sua época. Como ela se caracteriza nos tempos atuais e o que estaria refletindo sobre o mundo em que vivemos?

A Arte, é claro, reflete o mundo que vivemos. E o que vivemos hoje é a mescla de muitas coisas, de muita informação e talvez isso também possa ser dito dos meus Pop Arts. Pequenos fragmentos de informação, às vezes meio escondidos, muitos detalhes, muitas mensagens sobre a nossa sociedade que eu queira passar, às vezes até mesmo de forma inconsciente. Quando estou fazendo minhas composições, é tudo muito rápido, mas às vezes até parece que há qualquer coisa que me atrai e me faz chegar até uma foto e eu sinto: É isso que eu vou por! Não é estudado, é muito espontâneo o que eu faço e depois quando está terminado eu me pergunto: mas por quê eu fui escolher esta imagem? Não sei. Não tem nada a ver com política, com fatos, com personalidades, tem a ver com o que eu sinto no momento. Com a minha espontaneidade, o que me fala, o que me atrai e é isso que eu tento passar para os meus projetos. No fim eu digo: é isso mesmo que eu queria com essa imagem! Nesse momento eu sinto que consegui criar e fico contente comigo mesma.

Em sua avaliação, qual o papel do artista na sociedade?

Eu questiono o próprio termo “artista”. Sou uma apaixonada pela Arte e pela descoberta, sou curiosa. Eu acho que o artista tem um papel importante na sociedade mas ele nem sempre é bem interpretado. Muitas vezes sua influência só acontece mais tarde. Às vezes o reconhecimento não chega em vida. Só quando ele não está mais entre nós é que ele é descoberto, admirado e compreendido pelo público. Muitas vezes o artista vive como um anônimo. Ninguém compreende realmente sua mensagem. Mas é muito importante o seu papel. Ao proporcionar o prazer estético, a Identificação e todo um conjunto de mensagens ao mesmo tempo poéticas e sociais.

Quais pintores você mais admira?

Pintores que admiro? São tantos, tantos, tantos… Eu sou uma grande admiradora de tudo que é Surrealismo. Gosto muito do Clássico, do Contemporâneo, gosto muito da loucura de um Degas, do dom de um Goya, de um Toulouse-Lautrec, do Dante Gabriel, do Dalí, Michel Salvati, Hans Dahl, Pierre de Courtois, Antoine Watteau. Gosto muito de Michelangelo, do chinês Zao Wou-ki. Hoje as plataformas digitais nos permitem conhecer um número enorme de artistas maravilhosos. Esperamos que eles possam ser um dia reconhecidos e que também deixem suas marcas na história porque infelizmente quando se fala de artistas, para os grandes museus (essas grandes empresas), são sempre os mesmos, já sabemos: é Dalí, é van Gogh, é Goya. Temos tantos milhões de artistas. Agradeço muito a você Marisa e a todos que trabalham para dar destaque aos artistas de hoje que, talvez, também marcarão sua presença na história artística do futuro. Espero que sim. Há lugar para todos, o livro é grande.

Qual obra sua você destacaria como um marco na sua vida artística?

Eu destacaria uma imagem da Marilyn Monroe, que marcou muito, e continua a marcar. Foi uma das primeiras, em vermelho. “Eu amo América”, foi a que me fez ser convidada para expor na América. Foi exposta e comprada lá. Ela tem sido vendida em diferentes edições. É uma obra que me toca. Que me marca e continuará a marcar porque é uma obra forte. Ela apresenta uma rachadura no meio, que remete à vida da Marilyn: o lado belo e o sombrio. Nós também temos em nossas vidas um lado belo e um lado de tristezas e dramas. É a obra que eu destacaria.

Qual sua mensagem para quem está começando na Arte?

Eu acho que todas as pessoas que têm a arte no coração, seja pintura, seja dança, seja música, todas as artes ou paixões, têm de ir em frente. Temos um compromisso pessoal de tentar exprimir, tentar mostrar aos outros o que sentimos, sem nos deixarmos abater por comentários que por vezes tentam nos derrubar. Você não pode se deixar impressionar por eles. Se você tem uma ideia, uma paixão, há que ir até o fim com ela, realizá-la. É muito importante realizar os nossos sonhos, nossas paixões. E justamente quando estamos no começo da jornada precisamos ser fortes porque muitos podem não apreciar, não admirar ou não compreender o que queremos exprimir. Então pode haver críticas negativas e isso pode ter um efeito destrutivo. O artista deve ser forte e acreditar em sua própria arte. Aí ele consegue avançar. A nossa paixão primeiro. E depois, todo o resto.
Combatemos, buscamos e estamos cientes de nossa própria arte, então quer os outros gostem ou não, vamos em frente. Um dia isso só nos trará felicidade porque chega um momento em que as pessoas gostam, apreciam e conseguem finalmente compreender o que transmitimos. É um prêmio, uma satisfação muito grande. Enfim, o importante é nunca se render e acreditar muito em você mesma.

Saiba mais sobre Adélia Clavien:

Instagram: @adelia.clavien
http://www.adelia.ch
https://www.facebook.com/adelia.clavien
www.uptimegallery.com
Instagram: @uptimeartgallery

#ClickFato #AdeliciaClavien #UpTimeArtGallery

 

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Philippe Seigle, o globetrotter das artes

O trabalho da UP Time Art Gallery é inspirar e fascinar através da Arte. Nossos artistas apresentam trabalhos que retratam nossas emoções, nossas causas, nossas vidas. O público sempre quer conhecer o artista por trás da obra. Quem é, como pensa? Que história de vida levou a esse trabalho?

Hoje conversamos com o francês Philippe Seigle. Ele é um viajante apaixonado pela vida. Sua arte reflete essa paixão, através de um estilo que se caracteriza pelo exotismo e por cores vibrantes, muita alegria, e muita energia. Um jogo de equilíbrio entre o Figurativo e o Abstrato. Nesta entrevista, Philippe Seigle compartilha, generosamente, seus horizontes.

Você morou em mais de 20 países e visitou 70. Fale sobre essa aventura.
PS: Tive a sorte de ter um pai diplomata. Em função de seu trabalho, tivemos a oportunidade de viver em diferentes países. Muito jovem eu conheci boa parte do mundo e nunca mais parei de viajar. Não por acaso, meus caminhos profissionais me levaram à hotelaria internacional. Sempre aconselho aos mais jovens que viajem e descubram o mundo, sem depender de outros que lhes contem como é.

Você é Embaixador do Turismo no Rio de Janeiro, por ter se destacado no trabalho de valorização da Cultura. Como surgiu o Rio de janeiro/Brasil em sua vida?
PS: Vivi três períodos aqui no Brasil. Pela hotelaria, vim para Salvador em 1990. Depois outras oportunidades vieram e morei no Rio de Janeiro entre 2004 e 2007 e depois entre 2014 e 2019.

É muito linda a minha história com o Brasil. Posso dizer que é uma paixão!

Ser Embaixador do Turismo da cidade de Rio de Janeiro é para mim uma honra inestimável!

Como foram seus primeiros passos na Arte?

PS: Acho que todos nós nascemos com nossos dons! Cedo eu descobri que tinha habilidades artísticas, mas tive de trabalhar muito para me aprimorar! Tive também o apoio decisivo de amigos artistas que me motivaram muito.

Quais artistas servem de referência para o seu trabalho?

PS: Não posso dizer que eu tenha sido influenciado por artistas super conhecidos. Diria que posso ser influenciado por qualquer artista, independente de nível ou fama.

Fale sobre seu processo criativo. Como chega a inspiração para você?

PS: A inspiração chega quando você não espera. Vem de uma palavra, um olhar, uma paisagem, uma cor, uma música e muitos outros elementos!

Na maior parte das vezes é de manhã cedo que meu cérebro começa a inventar e viajar para novos horizontes!

Quando começa uma obra, você já tem a imagem final em mente?

PS: Quando começo uma obra só tenho uma ideia geral do que quero. Ela pode mudar muitas vezes e nunca sei como vai terminar. É um passeio que leva a mim, meu pincel e minhas cores para um mundo extraordinário!

Qual mensagem você passa através da sua arte?

PS: A minha mensagem é muito simples. Amor, alegria e liberdade. E, claro, muitas cores para celebrar e destacar ainda mais o sentido da vida.

Você transmite muita alegria em suas obras através das cores vibrantes que utiliza. Você acha que o fato de conhecer 70 culturas diferentes influencia sua pintura?

PS: Sim todas as culturas me influenciam. Foi tão importante, para mim, viajar! Agora o que mais quero é compartilhar e levar comigo muitas pessoas a descobrir novos horizontes.

Como você vê o momento cultural no dias de hoje? A arte, em termos gerais, está empobrecendo ou mais uma vez cumpre seu papel de refletir a sociedade?

PS: Eu sou, por natureza, otimista e sei que a Cultura tem e sempre terá seu lugar. Temos, como artistas, de ser parte da sociedade e passar, através da nossa arte, mensagens positivas e levar a todos muitos sonhos e muita energia.

O que você acha do Brasil? Ele inspira sua arte?

PS: O Brasil é o país que mais me inspira. Tenho também muito interesse em outros como o México, onde passei parte da minha juventude. Mas o Brasil é sinônimo de Alegria. Sou fascinado pelas cores e paisagens, mas acima de tudo, amo a alegria e o carinho dos brasileiros. Este famoso e único “Jeito brasileiro”.

#PhilippeSeigle #Globetrotter

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Artista visual Marisa Melo de malas prontas para o exterior

Quando decidiu compartilhar com o público suas ideias artísticas através da Pintura e da Arte Digital, Marisa Melo sacudiu o mundo das Artes Visuais. A ascensão tem acontecido numa velocidade atordoante.

A versatilidade dessa artista incrível explica, em parte, esse sucesso. Do pop ao abstrato, da aquarela digital à acrílica, das cores claras e vibrantes ao preto e branco, das fotos às telas, Marisa navega com segurança e criatividade.

Além do domínio das técnicas, há outros elementos que, para a artista, explicam essa comunicação tão intensa com cada um de nós. Marisa é uma pessoa de grande profundidade. Seus momentos de reflexão geram imagens que retratam aquilo que sentimos. Alegria, recolhimento, decisão, encanto. Vemos nossas emoções em suas pinceladas e seus contrastes. Lembranças felizes, momentos da infância, saudades, sonhos e expectativas estão lá.

Falando aos nossos olhos e, principalmente, aos nossos corações.

Outra força sempre presente: as causas que lhe são caras. Como a coleção “Sister Nature”. O amor pela Irmã Natureza, pelos animais, vegetais, por todos os seres vivos, foi reconhecido pelo Metrô de São Paulo, ao escolher essas obras para uma exposição que foi prorrogada, pela excelente acolhida do público.

Em 2019, outro trabalho de grande impacto foi o projeto “Visage”. Os rostos marcantes, inesquecíveis, fazem a arte transcender o papel de simplesmente retratar o belo, e elevar-se a uma dimensão transformadora. Marisa faz com que a mulher, a partir desse reencontro, passe a se ver de outra maneira. Mais consciente de seu encanto, com mais autoestima, mais confiante e mais feliz.

Em cada trabalho, é Marisa que se revela. E em cada imagem, cada um de nós se identifica.

A exposição “Pop, Diversão e Arte” na Andreus Galeria, na Casa Portoro, na Zona Oeste de São Paulo foi prorrogada e pode ser visitada até 17 de outubro. Recentemente aconteceu exposição na ALESP.

Agora, Marisa Melo está de malas prontas. A sequência dessa roda-viva, desse Carrossel, vai acontecer em Paris: entre 18 e 20 de outubro ela estará na Exposição Art Shopping, que acontece no Carrousel du Louvre. Sua mensagem artística ultrapassa as fronteiras geográficas e linguísticas. Ao capturar nossos sentimentos e defender nossas causas, ela fala de perto com cada ser humano. Seja em Paris, Nova York ou São Paulo.

Vivendo sua própria “meia-noite em Paris”, Marisa se reencontra com suas fontes de inspiração Monet e Renoir. Na cidade onde também brilhou Dali, outro de seus preferidos.

Na volta, já esperam por ela outras exposições e outros trabalhos de enorme impacto, mas que ainda não podem ser revelados.

Na volta, esperam por ela todos que fomos hipnotizados pelos espelhos mágicos de seus quadros.

Desejando o merecido sucesso europeu, mas ansiosos para conhecer a próxima teia que há de nos encantar e prender.

Bon Voyage, Marisa!

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A arte de Marisa Melo: de São Paulo a Paris

Quem aprecia o Universo das Artes Visuais no Brasil tem acompanhado a impressionante trajetória de uma estrela de brilho intenso. Por muitos anos, Marisa Melo conquistou respeito e admiração no campo da Fotografia. O que o público não conhecia era sua capacidade de se expressar artisticamente também através da Pintura e da Arte Digital. Há menos de um ano ela decidiu que havia chegado o momento de revelar esse “segredo” ao público. O que se seguiu foi uma ascensão meteórica. O Metrô de São Paulo escolheu suas obras para uma exposição que teve de ser prorrogada tamanho o sucesso. Seguiram-se exposições, e sua arte atravessou fronteiras. Vieram convites de escritórios de arquitetura e galerias de arte: Itália, França, Áustria, Espanha.

A Arte Digital tem um papel de destaque: No site Artmajeur, entre mais de 150 mil artistas de todo o mundo, ela teve mais de 30 mil visualizações em menos de dois meses. E sua obra “Relax”, com 16 mil visualizações, lhe valeu o “Destaque do Editor” e foi requisitada para nada menos que 16 coleções.

Essa faceta de sua arte Marisa Melo apresenta aqui no Brasil na exposição “Pop, Diversão e Arte” da Casa Portoro, na Zona Oeste de São Paulo. Uma casa viva onde os visitantes podem conhecer, experimentar e comprar tudo que é apresentado nos espaços ambientados. Entre 15 de agosto e 28 de setembro, você terá a oportunidade de sentir a integração das obras de arte com os espaços e, por que não? com a sua própria casa.

Entre os dias 19 e 30 de agosto, Marisa Melo apresenta seu talento na ALESP (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo).

Na exposição “Diversidade em Formas e Cores”, ela e mais 24 artistas de diferentes regiões, mostram que a Arte brasileira representa fielmente a variedade e a riqueza cultural de nosso país.

Mas o talento de Marisa Melo realmente não coube no Brasil. Entre 18 e 20 de outubro ela estará na Exposição Art Shopping, que acontece no Carrousel du Louvre, em Paris. O plano inicial de uma apresentação compartilhada teve de ser alterado para um stand exclusivo para garantir o espaço necessário para todos os trabalhos solicitados.

Investidores de Arte devem aproveitar o momento, porque a valorização de suas obras está em alta expressiva. Também os patrocinadores são bem-vindos no momento, para garantir que a promoção continue e o trabalho que tem gerado tanto encantamento no Brasil possa ser conhecido e divulgado por toda parte.

Exposições simultâneas são necessárias para dar vazão a tanta versatilidade. E nosso desafio passa a ser informar a seus fãs tudo que essa incansável artista tem feito. No Brasil e no mundo.

Serviço:

“Pop, Diversão e Arte”:

Casa Portoro – São Paulo

15 de agosto a 28 de setembro

“Diversidade em Formas e Cores”

ALESP-Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo

19 a 30 de agosto

“Art Shopping”

Carrousel du Louvre – Paris

18 a 20 de outubro

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Fim de semana em SP: 5 x Marisa Melo

São Paulo é a capital da Arte no Brasil. Nessa cidade tão cosmopolita, origem dos principais movimentos estéticos, o nome do momento é Marisa Melo. Versátil e surpreendente, a artista visual está em destaque por toda a parte. O que sugere um roteiro artístico de tirar o fôlego.

Esse fim de semana já começa na sexta-feira, com a exposição “Expo Arte SP”, edição especial em homenagem a Antonio Peticov. No piso térreo, Marisa apresenta as pinturas das coleções “Inverno de Novo” e “Runas”, além das artes digitais da coleção “I love retro”. Uma viagem do abstrato envolvente ao figurativo lúdico e colorido.

Visitantes de outras cidade que se hospedarem no Mercure-Pinheiros, estarão pertinho de pinturas de Marisa: Scarlet Eclipse e Euphoria. Quem é de S.Paulo, vale passar lá.

Ao se deslocar pela cidade, o melhor meio de transporte é o Metrô. Quem passar pela Estação Sacomã, verá de perto a coleção “Estação Natureza”, onde Marisa valoriza a aproximação do ser humano com os animais e os vegetais. Um tema sempre oportuno numa cidade com tanto a fazer pelos animais e pelo verde.

No fim do dia, um toque francês: curtir as delícias do bistrô Le’Bou. Dos drinks às sobremesas, muito de Paris em São Paulo. Na integração da Arte com a Gastronomia, Marisa Melo expõe a coleção Visage, pura poesia e encantamento em rostos femininos marcantes e inesquecíveis.

Esse fim de semana é tão especial que não acaba no domingo. A partir da segunda, 17 de junho até 6 de julho, Marisa esbanja versatilidade, com pinturas e fotografias, na mostra “Linguagens Contemporâneas”, na Art Lab Gallery.

Muito para ver, muito para ser descoberto. Essa é São Paulo. Muito talento, muita sensibilidade. Essa é Marisa Melo.

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A coleção “Visage” da artista Marisa Melo chega ao Le’Bou

Marisa Melo é o nome do momento das artes visuais no Brasil. Seu trabalho está sendo descoberto e ganha muitos admiradores. Sua exposição “Estação Natureza” no Metrô de SP, estação Sacomã, e sua participação marcante na Expo Arte SP, despertaram encanto e admiração de um número crescente de fãs e seguidores de sua arte.

Incansável, ela não para. Em maio, apresentou-se no Le’Bou Food Art Bar, um espaço novo em São Paulo, que oferece a seus frequentadores uma experiência inédita de união da Arte com a Gastronomia. No dia 22, Marisa fez uma performance, fotografando e criando, ao vivo, novas imagens para a coleção Visage, durante um desfile de moda.

Impressionou a todos a desenvoltura com que ela navegou pela fotografia e pela edição digital. Uma TV conectada permitiu ao público acompanhar cada detalhe.

A partir de 11 de junho, Marisa expõe no Le’Bou novas imagens da coleção “Visage”. A galeria de rostos marcantes, revelando encantos e desvendando mistérios, tem despertado em inúmeras mulheres o desejo de ter sua beleza fixada pelas lentes e cores da artista. Venha ver de perto esse trabalho e deixe-se seduzir pelos drinks e pratos especialíssimos do Le’Bou.

Serviço:

Exposição: Visage
Início: 11 de junho, 20h
Le’Bou Art Food Bar: Rua Dr. Renato Paes de Barros, 415 – Itaim / SP
Instagram: @mmelo_artista

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Confira uma entrevista com a artista visual Marisa Melo

Vivemos uma época em que há muito interesse pela arte. As exposições têm conseguido atrair um público crescente, que questiona a beleza e o sentido que justifiquem chamar uma obra de “artística”. Justamente nesse momento, Marisa Melo, uma artista visual que esbanja talento e criatividade, tem nos mostrado que é, sim, possível motivar, engajar, impressionar, através de imagens.

Em suas coleções e projetos, ela aborda os mais diferentes temas. A beleza, a vida, a morte. A felicidade, os problemas. Nada é tabu. Ela não perde nenhuma oportunidade de nos instigar, de nos questionar. Mas tudo parece ter um sentido.

Entre telas e fotos, ela nos recebeu para falar sobre seus muitos Universos. Sobre a Arte e sobre como cada um de nós transforma e é transformado. Pelas cores, pelas ideias, pelos desafios.

Marisa Melo, seu trabalho como artista visual tem feito muito sucesso. Na Fotografia e na Pintura. Como começou a sua atividade no mundo das Artes?

MM: Primeiro na fotografia, aos 21 anos. Minha primeira máquina foi uma Vivitar. Eu tinha um laboratório analógico de revelação. Minhas fotos, sempre foram relacionadas com beleza. Ainda não tinha um olhar documental. Estava começando. A Pintura veio numa sequência natural depois de eu descobrir o Artesanato. Decoupage, pátina, percebi que gostava de mexer com tinta. E aí vieram as primeiras telas.

Fale um pouco de você. Como é a Marisa?

MM: Uma pessoa muito inquieta. Não me satisfaço com um só caminho, com uma só versão. Questiono muito o que vejo. E até o que ainda não vi. Compartilho minha visão. E até minhas dúvidas. Queria um mundo em que todos se ajudassem. O tempo todo, todo o tempo.

Na Arte, o que comove você?

MM: A ação. A possibilidade de transformar a realidade humana e social ao meu redor. Sabe, eu não consigo ver tanta injustiça, tantas agressões à Natureza, aos animais, às mulheres, às crianças e ficar quieta. Não consigo! Tenho de me manifestar, e a Arte me possibilita isso. Acho que ninguém pode silenciar. Senão vira cúmplice!

Antes de cada foto, de cada obra, você já enxerga como ela será quando pronta?

MM: Na fotografia, sim. Em cada projeto existe um plano traçado. Pode haver alguma intervenção, mas é raro. Já na Pintura, é o contrário. O processo criativo acontece durante a execução. A construção vai mudando, de acordo com meu olhar naquele momento.

Quais suas influências?

MM: Trago uma influência muito forte dos quadros de Dali e Monet e da luz de Rembrandt e Johannes Vermeer, que simulavam em suas pinturas a luz natural de maneira impressionante. Manabu Mabe também me inspira. Importante lembrar do Henri Cartier-Bresson, que mostrou que eu não precisava me limitar à fotografia, podendo transitar livremente entre diferentes universos, como Pintura, Fotografia e o que mais vier.

Como chega a certeza de que um determinado tema será a próxima coleção?

MM: Às vezes, uma viagem, um filme, uma canção, me despertam para alguma ideia.

Quando ela toma conta de mim e me cerca de um modo que não consigo conter, tenho definida a próxima coleção.

Você falou em canção. O que você gosta de ouvir?

MM: Etha James, Joe Bonamassa, David Gilmour, Andrea Bocelli, Flávio Venturini, Tom Jobim, Leila Pinheiro. Ih, minha lista é muito grande (risos).

Três coisas que cansam você:

MM: Gente que não se posiciona, que vive em cima do muro querendo agradar todo mundo.

Barraco. Gente que altera a voz, querendo conseguir tudo no grito. Quando a pessoa grita, acabou o discurso.

Hipocrisia. A falsa felicidade das redes sociais.

Três qualidades que você mais admira.

MM: Engajamento, criatividade, curiosidade.

Como você consegue manter seu trabalho artístico sempre atual?

MM: Estou numa busca constante. De conhecimento, de aprendizado, de novos pontos de vista.

Venham eles da França, Índia, Rio, Argentina, Itália.

Sou muito antenada, leio muito, pesquiso muito. Gosto de me desafiar.

A versatilidade é sua marca registrada. Fale sobre isso.

MM: Não gosto de rótulos. A manifestação artística evolui com o tempo e com a trajetória de cada um.

Gosto de ser livre para atuar com o comercial, o fine art, ou o que quer que seja que me ajude a transmitir minha verdade, sem a preocupação do elogio fácil.

Para encerrar, em uma frase, como você se define artisticamente? Pintora? Fotógrafa?

MM: Nem fotógrafa, nem pintora. Apenas artista.

Acompanhe Marisa Melo nas redes sociais:

Instagram: @mmelo_artista
Site: www.marisamelo.com

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Conheça o novo projeto de Marisa Melo: a Fotografia Sensorial

Nome conhecido no cenário artístico, Marisa Melo nos surpreende a cada dia. Numa eterna metamorfose, sua evolução tem sido uma espiral crescente onde ela se joga em novos mergulhos, cria novas trilhas, novas manifestações, que valorizam seu papel como artista visual. Encantados por suas criações, seguimos com ela, respirando um ar renovado, onde é garantido o espaço para a beleza e a reflexão profunda.

Neste projeto, Marisa Melo nos apresenta a uma nova técnica que ela chama de “Fotografia Sensorial”. Depois de romper as fronteiras entre a fotografia e a pintura, ela agora amplia os horizontes através de intervenções com elementos inesperados como fogo, água, terra, vidro, ferrugem, papel. Falando à visão e aos outros sentidos:

O calor do fogo.

O vidro quebrado, os espinhos e suas pontas.

O papel enrugado, envelhecido pelo tempo.

A aspereza da ferrugem.

Sem rota de fuga, somos atingidos em cheio. Em nossos olhos, nossos dedos, nossos corações.

Esse novo desafio que ela nos lança, nasce de suas inquietações e de uma necessidade imperiosa de revelar uma parte desse nosso mundo interior, tão intocável, tão presente e tão perturbador que, muitas vezes, nos impede de ver com clareza o que acontece à nossa volta. Lembranças alegres dividem espaço com dores, espinhos, melancolia e desespero..

É preciso coragem para descer abismos, atravessar corredores escuros e enfrentar nossos fantasmas. Que se revelam em imagens que conversam entre si, numa conspiração para revelar nosso lado oculto. Propondo-nos uma reflexão sobre nossas emoções. Às vezes mais para sombra que para luz.

Imagens sinceras revelando angústias. Sem se render aos sorrisos falsos. Na contramão da aparente felicidade que a sociedade nos cobra o tempo todo.

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Conheça mais sobre a arte e versatilidade da artista plástica e fotógrafa Marisa Melo

No Brasil, de tempos em tempos, as artes visuais são sacudidas por estrelas de grande brilho. Quem vem para iluminar esse mundo com sua criatividade é uma artista plástica que também é fotógrafa. Seu nome é Marisa Melo.

Fascinada pelos dois universos, o da pintura e o da fotografia, ela tem se dedicado à criação de um terceiro: partindo da fotografia e acrescentando pinceladas digitais. O resultado é genial, quase hipnótico.

Na fotografia faz um trabalho com foco em moda e beleza para o público infantil. Quem ainda não viu, confira em @flash_artbrasil.

Na arte digital, esta fã de Dali e Rembrandt, combina impressionismo com arte moderna, tropical com urbano. Na pintura, sua marca registrada é a forma indefinida.

Suas imagens conseguem resgatar a beleza, mesmo para o nosso olhar menos atento.

Marisa tem como objetivo artístico transmitir sempre a sua verdade. Sua originalidade faz com que ela, às vezes, navegue contra a corrente. Aberto o caminho, alguns tentam seguir seus passos e seus traços. Só para descobrir que ela já foi para uma nova etapa, mais fascinante, mais difícil de copiar. Nunca teve a preocupação do elogio fácil.

Suas imagens encantam. Seja na tela, seja na arte gráfica. Você pode ter um quadro ou um poster da Marisa. O que é certo é que será impossível escapar da magia que há de capturar seu olhar.

E o que atiça sua curiosidade? Marisa nos conta que seu impulso criativo é o convite a compartilhar suas causas. Da Justiça à Natureza. Transformando-se a cada momento. E nos transformando também. Como só os artistas de verdade sabem fazer.

Confira seu instagram em @mmelo_artista e saiba mais sobre sua arte.