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Orquestra Retocando de Itaperuna sonha mostrar seu trabalho por todo Brasil

A Orquestra Retocando de Itaperuna teve o seu início em maio de 2014, no governo do Prefeito Alfredo, tendo como secretária Loíde Estides.

O começo foi bem singular, onde apenas duas crianças faziam parte do projeto (Shai Iany e Ronald Luís). Cabe lembrar, que a orquestra sempre teve o intuito de alcançar e servir a população através da música e hoje isso não é diferente.

Nesses anos todos, tanto os integrantes quanto à qualidade musical, vem crescendo e evoluindo. São muitas histórias, algumas premiações e o mesmo propósito: alçar voos mais altos!

As atividades da orquestra são abertas ao público em geral. Sendo assim, crianças, adolescentes e adultos podem participar. Com isso, aos inscritos são oferecidas aula de violino, viola, violoncelo, contrabaixo acústico, percussão, cavaquinho e violão. Além disso, também tem algumas subdivisões da orquestra, como o grupo Sambrália, que através do Samba e do Choro leva alegria às pessoas. Tendo ainda um coro infantil em construção, que vem unindo crianças da maior parte dos equipamentos.

Nesse caminho, onde cada passo tem sido dado com ousadia e paciência, o objetivo da Orquestra Retocando é um dia percorrer o Brasil realizando apresentações com seu alunos.

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Ivan Lins, Marcos Valle e Joyce Moreno lançam a inédita “Casa Que Era Minha”

Imagina se a canção brasileira fosse dar seu depoimento sobre o Brasil de hoje, sobre o Rio de Janeiro, uma de suas cidades amadas – igual ela fez a vida inteira. Não seria algo feio porque há amor pelo Brasil, pelo Rio, e quando existe amor a beleza é inevitável. Mas há melancolia: aquela tristeza de toda boa canção (mesmo as mais leves e belas) mas também, e neste caso principalmente, a tristeza do tempo que ela canta.

Pois foi em nome da canção brasileira que três de seus decanos, Ivan Lins, Marcos Valle e Joyce Moreno se juntaram pela primeira vez para cantar o Brasil, chorar pelo Brasil, tentar proteger e amar o Brasil, pelo Rio natal dos três, em melodia e letra, explícita:

“Quem me dera te proteger, ai/ Desses tantos perigos/ Àquela que é mãe pra nós/ E que nos criou com sua voz”

“Casa Que Era Minha”, a nova canção, é antes de tudo um fascinante exercício de estilo: Ivan Lins apresentou o tema principal, triste, com sua característica beleza melódica e harmonia inusitada, personalíssima; Marcos Valle, mestre no assunto, desenvolveu a segunda parte como se um sol da manhã iluminasse a canção, seguindo e ampliando a ideia musical do tema; Joyce Moreno escreveu a letra urgente e (e)terna sobre o nosso angustiante momento, renovando a esperança, descrevendo o Rio e o Brasil de hoje de forma melancólica como pede a melodia da primeira parte (“Minha bem amada/ Casa que era minha/ Quem te maltratou/ Te fez tão sozinha/ Diga”) e encontrando uma fresta de solução na segunda parte solar (“Quem me dera te proteger, ai…”).

Marcos produziu e gravou o piano, Joyce o violão, ao teclado Ivan fez as cordas – auxiliados pela cozinha de Alberto Continentino (baixo) e Renato “Massa” Calmon (bateria) e o solo de Flugelhorn de Jessé Sadoc, três dos maiores músicos da atualidade nos seus instrumentos. O samba – não fossem eles compositores cariocas – é cantado pelos três. E é como se aquela magia se desse de novo: o Brasil tem uma canção sobre o triste ano de 2021, inspirando-se no passado, projetando um futuro, dando um depoimento do Brasil para o mundo, coisa que esses três compositores fazem com excelência há mais de 50 anos, a primeira vez juntos.

Não exagero ao chamá-los, os três, de decanos da música brasileira e de porta-vozes do Rio e do Brasil, pela música. No Leblon, Marcos Valle foi, mais do que vizinho de porta de Tom Jobim na famosa rua Codajás nos anos 60, mas um seu filho na chamada segunda geração da Bossa Nova; do Posto 6, Copacabana, Joyce é uma afilhada musical e poética de Vinicius de Moraes – o verso “Ó cidade amada/Minha patriazinha” não é mero acaso; e da Tijuca, Zona Norte, vizinho do Salgueiro, sua Escola, Ivan surgiu no bojo do Movimento Artístico Universitário de parceiros como Aldir Blanc e Gonzaguinha, e da canção de protesto. Em carreiras individuais bem sucedidas, os eles vêm cantando o Brasil no tempo e – os três, talvez mais do que qualquer outro – são embaixadores da música brasileira no mundo, todo ano fazem o circuito Estados Unidos, Europa e Japão levando a canção brasileira exatamente como produzida aqui, no belo e sofrido Rio de Janeiro mais uma vez descrito em uma canção: “Musa abandonada/ Por tudo que tinha/ Quem vai te salvar/ Das aves daninhas/ Diga”.

Joyce costuma dizer e comprovar que “a MPB tem resposta pra tudo”. O samba novo “Casa que era minha”, primeira parceria de Joyce, Marcos Valle e Ivan Lins é, portanto, a resposta da MPB ao tempo da epidemia de Covid-19, do caos político, do abandono, da desesperança: “Ó cidade amada/ Minha patriazinha /Deixa eu te abraçar/ Sonhar que inda és minha/ Minha”.

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Sandra de Sá lança “Olhos Cor de Canela”, faixa parte do DVD “Baile da de Sá”

Olhos Cor de Canela“, o novo single de Sandra de Sá. A faixa faz parte do “Baile da de Sá“, um encontro que marcou um grande sonho de Sandra. Gravar um DVD  nas suas raízes, zona norte carioca, com amigos, parceiros e pessoas com a alma e o som mas não tem muitas oportunidades de estar junto no palco.

Sandra separou grandes hits próprios e grandes hits de seus convidados, que participaram do DVD para um baile jamais visto antes. O “Baile da de Sá” segue colocando todas as tribos para dançar. O lançamento de “Olhos Cor de Canela” está sendo mágico, pois é uma faixa que mexe muito com sentimentos e faz criar asas, mostrando que não existe limite pra nada.

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Elias Monkbel junta-se a Caio Costa e estoura “Linda Bela”

É verdade que quando o artista tá estourado tudo que ele canta vira sucesso, até atirei o pau no gato de cantar vira estouro. É o caso de Elias Monkbel, que é a bola da vez, depois de “o carpinteiro” o maranhense, juntamente com o influencer Orlandinho, (aquele da dancinha), estão puxando números astronômicos com a música Linda Bela, de Caio Costa e Kellyton Freitas.

Essa música já tinha bons números e diversas regravações, como Devinho Novaes, Banda Encantus, Xand Avião, Grupo Xodó, Pedrinho Pegação, Zeca Bota Bom, Silvanno Salles, Banda 007, Nieda Ramos, Os Meninos de Barão, Wanderley Andrade, Teté dos Teclados, Romildo Show, Guto Lima, Sem Retoque, Carlinhos Caiçara, Limão com Mel, Léo Rios, Ribamar Rocha, Toinho, Osnir Alves, Kabral, Kellyton Freitas, Claudinei Lima.

Com o autor Caio Costa já tinha dois vídeos, um da gravação do DVD em julho de 2018 no Parque União no Rio de Janeiro, e o clipe oficial lançado no final de outubro também de 2018, além de uma parceria tocando violão com Paulynho Paixão,

Até Henque e Juliano já cantaram essa música também em 2018, mas o tapa veio recentemente com Elias Monkbel, Raí Saia Rodada e Xand Avião que cantaram na Live Cachaça Cabaré, e claro Marília Mendonça que fez voz e violão.

 

Caio Costa e Elias Monkbel

 

Devinho Novaes

 

RAÍ SAIARODADA E XAND AVIÃO

 

Henrique & Juliano

 

Marília Mendonça

 

Wanderley Andrade

 

Nieda Ramos

 

Teté dos Teclados

 

Romildo Show

 

Guto Lima

 

Sem Retoque

 

Chicana

 

Carlinhos Caiçara

 

Léo Rios

 

Ribamar Rocha

https://www.youtube.com/watch?v=hNge71LT3bQ

 

Toinho

 

Osnir Alves

 

Kabral

 

Matheus Torres

 

Kellyton Freitas

 

Claudinei Lima

 

Xand Avião

 

Matheus Torres

 

Limao Com Mel

 

Grupo Xodó

 

Banda Encantus

 

Pedrinho Pegação

 

Zeca Bota Bom

 

Silvanno Salles

 

Banda 007

 

Os Meninos de Barão

 

@tonamidia @claudelopes

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Roberta Spindel regrava “Mais uma vez” com Rodrigo Suricato

Renato Russo tinha acabado de vir do lançamento de um dos mais primorosos álbuns da Legião Urbana, “Dois”, quando esbarrou com Flávio Venturini e falou para ele que era fã de sua banda, a 14 Bis. Renato encontrou Flávio dedilhando uma melodia e se ofereceu para escrever a letra. “Fiz como se fosse o pai falando para o filho durante uma tempestade”, disse ele ao apresentar Mais Uma Vez ao novo parceiro. Com versos como “Mas é claro que o sol vai voltar amanhã / Mais uma vez, eu sei / Escuridão já vi pior, de endoidecer gente sã / Espera que o sol já vem”, a mensagem é clara. E foi nela que Roberta Spindel se agarrou logo nos primeiros momentos da pandemia de Covid-19, que fez ela e gente do munto todo ficar confinado dentro de casa, isolados de suas atividades e longe dos palcos.

Aposta de Caetano Veloso em 2011, compositora de mão cheia e intérprete de diversos grandes nomes da MPB, a cantora enxergou a luz no fim do túnel e convidou Rodrigo Suricato para regravar com ela Mais Uma Vez. Com arranjo assinado por Rodrigo Suricato e Fabrício Matos e produção de Fabrício e Lúcio Fernandes Costa, o single é lançado nesta sexta-feira, 16 de abril, junto com um clipe.

“Quando a pandemia começou, eu estava totalmente confinada. Essa música fala de confiança. Quando a gente sabe o que vai acontecer, é mais fácil confiar. Ela trouxe uma luz naquele momento em que não sabíamos o que ia acontecer. Renato Russo estaria completando 60 anos e eu refleti muito sobre como ele nos toca com verdades. Tem artistas que trazem uma poesia linda, mas ele acessa essa essência com muita simplicidade, o que acho que acaba sendo um lugar complexo, e por isso tão bom”, diz Roberta Spindel.

A liberação para o registro foi dada por Venturini e, após Roberta enviar uma versão em voz e violão para sua apreciação, pelo herdeiro de Renato Russo, Giuliano Manfredini. Participaram da gravação Lourenço Monteiro na bateria, Rodrigo Tavares nos teclados, Fabrício Matos na programação e no violão, além de Rodrigo Suricato no violão e na guitarra barítona. A masteirzação ficou por conta do mestre Ricardo Garcia, na Magic Master.

“Eu já conhecia o Rodrigo, gosto dele como pessoa e como artista. E gosto muito do estilo dele, do que ele acrescenta para a canção. O que poderia emprestar para a canção, ele emprestou. Rodrigo trouxe muito dele para o universo”, comenta Roberta.

Ao melhor estilo Russo e Venturini, Spindel e Suricato fazem um belo dueto e deixam marcas na história da pandemia que nem Renato Russo deixou. A leitura da dupla carioca virou um folk contemporâneo, distanciando-se da original (registrada pelos autores no álbum do 14 Bis “Sete”, em 1987) e do registro de Renato produzido especialmente para o álbum póstumo “Presente” (2003). A faixa é o primeiro lançamento de Roberta Spindel no selo Algorock, que prevê ainda uma série de outras gravações da cantora.

Roberta Spindel estreou em disco em 2011 com o CD “Dentro do meu olhar”, que contou com a participação de Caetano Veloso na releitura de “Como dois e dois”, dele. Do repertório, “Se eu quiser falar com Deus” (Gilberto Gil) entrou para a trilha sonora da novela “Amor eterno amor” e “Esquinas” (Djavan), para a da novela “Morde & Assopra”.  Também naquele ano, a artista recebeu indicação ao Prêmio Multishow, na categoria Revelação. Roberta Spindel integrou a banda do programa musical “Popstar”, da TV Globo, e já dividiu os palcos ou faixas musicais com artistas como Caetano Veloso, Hyldon Souza e Luis Melodia.

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MV Bill lança disco “Voando Baixo” crônica sobre o despertar de um brasil desestabilizado

Voando Baixo” é o novo álbum do MV Bill, uma crônica-rap sobre o cotidiano de um país desestabilizado, que propõe o despertar das periferias brasileiras. São doze faixas do “cria” da Cidade de Deus, uma das maiores comunidades do Rio de Janeiro, que endossam a indignação coletiva contra governabilidade, injustiças sociais, relações líquidas e falta de consciência.

O 12º disco do rapper, que também é ator, escritor e ativista social, transita pelo political hip hop, com referências do blues e jazz. “Quis estar mais próximo das pessoas comuns e quando você dá um voo rasante, você fica conectado com a realidade delas”, reflete MV Bill. Já o conceito é amparado na coletividade. “As pessoas em casa precisam de alento, que também pode vir da música. Talvez o conforto esteja no meu trabalho. Quero entregar uma experiência que possa mobilizar pessoas para uma vida melhor”, acrescenta.

Algumas das participações especiais são os rappers Kmila CDD, Nocivo Shomon (SP), ADL (RJ), Stefanie (SP) e Bob do Contra (SP), além do DJ Luciano Rocha (SP). “Voando Baixo” é uma produção executiva e fonográfica da MV Bill Produções Artísticas; distribuída pela ONErpm; com produção musical, mixagem e masterização do DJ Caique (exceto a faixa “Milicítico”, assinada por Tibery”); e capa da Pomo Estúdio.

O Repertório
1. Esgrima
(MV Bill / DJ Caique)
“Esporte que simboliza a luta, o espírito do disco. A faixa é um apanhado de entrevistas importantes que concedi, com samples de Marília Gabriela, Faustão e Pedro Bial. Refresco a memória de quem não se lembra ou não sabe da minha trajetória midiática”.

2. Bocejo
(MV Bill / DJ Caique)
“Descrevo uma pessoa num barco rodeado por lama ao invés do mar azul, para conclamar o grande despertar coletivo. É a única salvação possível para uma nação que só afunda”.

3. Nóiz Mermo – participação ADL/Além da Loucura
(MV Bill / ADL / DJ Caique)
“A letra expressa a indignação coletiva com a gestão pública e as consequências na política social do Brasil. Quem está ao lado do povo, fazendo por ele, é o próprio povo. O nome da faixa é um gíria sobre auto-representação muito conhecida das comunidades”.

4. Nossa Lei – part. Kmila CDD e Stefanie
(MV Bill / Kmila CDD/ Stefanie/ DJ Caique)
“Nessa eu divido os vocais com dois talentos femininos do rap – minha irmã Kmila CDD, que já participou de vários trabalhos meus e tem uma voz muito marcante, e a outra é a rapper Stefanie de Santo André (SP), que tem um flow único e forte. As nossas três vozes juntas mostram o poder e o tamanho da nossa força, da Nossa Lei.”

5. Milicítico – part. Bob do Contra
(MV Bill / Tibery / Bob do Contra)
“Indignação coletiva perante a atual governabilidade brasileira, que traz à tona injustiças sociais, violências, apatias e desigualdades. Uma das músicas com discurso mais forte, força instrumental, suavidade no refrão e agressividade na letra”.

6. Essência
(MV Bill / DJ Caique)
“Trago quatro mulheres da Cidade de Deus, que exaltam a sagacidade de suas origens e potência vocal. Três delas me carregaram no colo e uma estudou comigo”.

7. Sintonia Real – part. Filiph Neo
(MV Bill / DJ Caique / Filiph Neo)
“Explora a sintonia física, carnal e picante, importante para uma relação entre casais, sem se prender em clichês”.

8. Última Forma – part. Cristina
(MV Bill / DJ Caique)
“Fala justamente quando o casal só tem a sintonia sexual e não tem a objetividade de construir um futuro. Cristina, minha vizinha na Cidade de Deus, mostra a indignação feminina em uma atuação vocal”.

9. No Calor da Emoção – part. Marrom
(MV Bill / DJ Caique)
“Quando a pessoa recebe a notícia de que ela não faz mais parte dos planos do seu parceiro e cai na dor de cotovelo. Chamei o Marrom, ex vocalista da banda RZO, para uma pegada rap com elementos de jazz e blues”.

10. Rasante – part. DJ Luciano
(MV Bill / DJ Caique)
“Uma alusão ao título do disco. É como se eu tivesse passando de carro com microfone e alto-falantes atrás vendo as mazelas do Brasil na paisagem das favelas. No refrão, fui nos primórdios do hip hop. O DJ Luciano faz scratches com colagens de outras músicas minhas ao mesmo tempo dialogando com o que canto.

11. Voz de Cria – part. Kmila CDD e Nocivo Shomon
(MV Bill / DJ Caique / Nocivo Shomon / Kmila CDD)
“Como pessoas de dentro, temos nossos protocolos para não cair na vacilação. Nosso vacilômetro está sempre alerta para não dar mole, porque a gente é cria. Conto com os vocais poderosos da Kmilla e a lírica do Nocivo Shomon”.

12. Muito obrigado – RIP
(MV Bill / DJ Caique)
“Última faixa do disco e a que escrevi dentro do estúdio. Deixei a batida rolando, enquanto me lembrei das pessoas que se foram e acabaram esquecidas. Queria agradecer a todos que me ajudaram e não estão mais aqui. Falo alguns nomes que vieram na minha cabeça do Brasil e dos Estados Unidos, nossa referência no rap”.

#ToNaMidia #ClaudeLopes #MVBillVoandoBaixo

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Piauiense Paloma Nunes lança clipe “Eu sou Juliette” em homenagem a participante do BBB21

Uma das representantes nordestinas no BBB21, a paraibana Juliette ganhou uma homenagem da artista piauiense “Paloma Nunes” que lançou o videoclipe “Eu Sou Juliete”. Sanfoneira, compositora e cantora, Paloma é de Dom Inocêncio atualmente reside em São Raimundo Nonato-PI.

A canção composta e produzida por Sandrinho do Acordeon e Bruno Massa, ganhou o sotaque carregado e interpretação singular. “Sou de Campina Grande, represento o Nordeste, mas pra falar a verdade o mundo inteiro me conhece, somos assim nosso sotaque arretado, o povo que fala “Oxente” sempre vai ser respeitado.” Canta Paloma.

A Juliette é um fenômeno, ela tá representando o povo nordestino no BBB, ela canta as músicas autênticas do nosso forró e a melhor forma de homenageá-la foi cantando essa bela canção, um forró pé-de-serra do jeito que ela gosta”, disse Paloma Nunes.

O vídeo está disponível no canal “Tô na Mídia”, no YouTube, e logo a faixa chegará nas plataformas digitais.

@ClickFato @claudelopes70

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“Eu Errei” Weks lança single com Ariane Villa Lobos

Weks lança hoje, 28 de abril, o single “Eu Errei” com participação da cantora Ariane Villa Lobos em todas as lojas de música e com estreia do clipe em seu canal do Youtube. A faixa é a quinta obra do projeto solo do artista (baterista do NX Zero/ Pitty), e que leva apenas mulheres ao vocal e é mais um lançamento do selo Art Intel Music.

“Eu Errei” foi composta por Weks, Ariane Villa Lobos e Bruno Guerra; e produzida por Weks e Lucas Medina. É um pop que explora o que é feito atualmente lá fora, enquanto carrega a harmonia e melodia da música brasileira e a combinação da voz da Ariane Villa Lobos dá o contraponto perfeito ao orgânico com o eletrônico. “Arranjei o violão, bateria, teclado e o beat quando me veio o estalo de que a voz da Ariane seria perfeita, ela canta muito! Cria melodias absurdas e únicas na voz”, diz Weks.

O videoclipe de “Eu Errei” foi produzido pela Arkon Filmes e dirigido por Kenny Kanashiro, a produção é carregada de sentimento e simbologia. Tendo o fogo como personagem principal representando o poder da transformação, as imagens fazem o casamento perfeito com a canção que anuncia a mudança comportamental após um período de estagnação em uma relação por conta do medo e da dúvida.

Além de “Eu Errei”, já estão disponíveis em todas as lojas digitais as faixas, “Absurdo”, com Day Limns, “Feel Free”, com Karen Dió e “Escrito na Minha Testa”, com Karen Jonz.

#ClickFato #ClaudeLopes #WeksEuErrei #ArianeVillaLobos #ArtIntelMusic #DanielWeksler

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Grupo Menos é Mais lança música “Pagando Mal Com Mal” no próximo dia 30

O Grupo Menos é Mais lançará a mais nova música de trabalho “Pagando Mal Com Mal”, como parte do álbum Plano Piloto, o quinto da banda e o primeiro autoral, elevando ainda mais o jeitinho candango de fazer um bom pagode.

Antes mesmo do lançamento, a nova música já virou o ‘xodózinho’ do Grupo. Ela traz a reflexãode que na vida há escolhas entre superar ou devolver, mas, a melhor delas, é praticar o perdão, pois só ele pode curar todas as dores.

O primeiro trabalho autoral do Grupo Menos é Mais busca mexer com todos os tipos de emoções. Não à toa, ao escutá-lo, é possível se deliciar com as inúmeras canções contagiantes, mas também recordar daquela pessoa especial ou de um momento de tirar o fôlego. Por isso, chorar, beber, pular é uma opção, mas a emoção passada no álbum Plano Piloto… essa, sim, está garantida!

Em quatro anos de estrada, o Grupo de pagode brasiliense possui mais de 641 milhões de visualizações no Youtube e quatro milhões de ouvintes mensais nas plataformas musicais. Mais do que números, o sucesso se faz presente também entre os fãs ilustres, como os jogadores da seleção brasileira Neymar, Thiago Silva, Marquinhos, Roberto Firmino, entre outros.

A alegria contagiante de Eduardo Caetano “Duzão” (voz), Gustavo Goes (repique), Jorge Farias (Tantan), Paulinho Félix (pandeiro) e Ramon Alvarenga (surdo) fazem do Menos é Mais um dos grupos de pagode mais ouvidos e seguidos em todo o Brasil.

O Grupo Menos é Mais é um artista exclusivo da Show Line Music em todo o litoral de São Paulo. Empresa liderada pelo empresário KaioBaptistela.

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Roger & Gustavo lançam “Prefiro Ficar Sem” nas rádios

O single “Prefiro Ficar Sem”, da dupla  Roger & Gustavo lançado nas plataformas digitais no início de março e já alcançou mais de 2.3 milhões de reproduções no spotify e mais de 1.5 milhões de visualizações no Youtube. Por se tratar de um piseiro romântico, a canção fala sobre a relação de “Ou é você ou é ninguém e se não for prefiro ficar sem”, trecho que já caiu nas dancinhas do Tiktok e famosos como Natacha Horana, Arícia Silva e Bifão já fizeram suas coreografias.

Roger & Gustavo ficaram conhecidos por alcançar números expressivos de acessos em suas músicas na internet, em curto período de tempo de trabalho, já são mais de 60 milhões de reproduções nos apps de música e 3 faixas no Top 50 das rádios do Brasil.

A faixa “Prefiro Ficar Sem” tem composição de Bruno Sucesso, Dê Angelo, Junior Gomes e Matheus Marcolino conhecidos por escreverem sucessos sertanejos como “S de Saudade”, de Luíza e Maurílio; “Zé da Recaída”, de Gusttavo Lima; “Platéia”, de Fernando. Sorocaba; e “Quarta Cadeira”, de Matheus e Kauan.

A dupla faz parte do casting do escritório IFX Music, nome que vem se destacando no meio musical. O empresário Igor Ferreira tem uma estratégia diferente de trabalhar, ele gosta de estar 360 graus à frente de tudo, portanto, toda direção, produção e roteiro são feitos por ele, sem contar todo marketing digital, rádios e seleção de repertório.

Igor Ferreira também é o head da rede PopSat de rádios, com mais de 305 afiliadas e 15 milhões de ouvintes. Líder no Norte e Nordeste do Brasil. Para acompanhar mais sobre a dupla basta seguir suas redes sociais: @igor_ifx @rogeregustavo @roger_reg @gustavo_reg

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