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Nas ondas do rádio: Pati Liberato

Uma jovem menina uruguaia de Montevideo e oriunda de uma família de gaúchos e uruguaios. Patrícia Liberato chegou ao Brasil aos dois anos de idade e foi na cidade de São Paulo que sua família resolveu se instalar. Composta por familiares de músicos, moraram no bairro da Bela Vista e depois mos conjuntos habitacionais de Carapicuíba. Aao som da Black Music e do Samba Rock cresceu admirando grandes nomes do gênero da música negra. Ainda pequena, já admirava o samba de raiz e confessa que o gênero a conquistou pelas melodias de Martinho da Vila, Beth Carvalho eentre outros sambistas da mesma época. Começou sua trajetória profissional na rádio aos 14 anos de idade no interior de São Paulo com uma programação que atingia o auge do pop rock, rock nacional e outros ritmos da década de 80. Comunicadora nata, se dedicou ao rádio espontaneamente e adquiriu, ao longo do tempo, seu estilo próprio que conquistou e fidelizou seus ouvintes desde as primeiras transmissões. Com sorriso largo, voz cativante e carismática, além do bom humor, Pati, como carinhosamente foi apelidada por seus ouvintes, mergulhou no mundo do samba e pagode onde permanece até hoje. Sua experiência no segmento musical mais popular do nosso país se deu pelos inúmeros programas que apresentou na Rádio Transcontinental FM, onde permaneceu por cerca de 25 anos. Nesse período, acompanhou o surgimento e o auge dos maiores grupos de pagode que fizeram sucesso na década de 90 como Só Pra Contrariar, Katinguelê, Exaltasamba dentre outros. Alguns se perpetuam até a hoje, outros se desfizeram e mais alguns cantores procuraram uma carreira solo como foi o caso do Belo, Netinho de Paula, Marquynhos Sensação entre outros. Nas mesas de som a audiência crescia a cada participação da uruguaia mais brasileira que pudemos conhecer. Entre uma faixa e outra era comum ouvir sua voz acompanhando a melodia das canções. Atualmente, optou por diminuir um pouco o ritmo de trabalho e dedica-se a apresentar, ao lado do comunicador Marcelo Café, um programa da rádio Band FM, além de ser sócia de uma rádio web chamada BR Brazil Show com programação voltada ao samba de raiz e entrevistas exclusivas com grandes personalidades da área. No Carnaval Pati não nega seu amor pela azul e branco da Nenê de Vila Matilde e seu carinho especial pela Império de Casa Verde, onde chegou a desfilar como madrinha da ala dos compositores imperianos por alguns anos. Por sua vez, apresentou diversas edições de concursos no Palácio de Convenções do Anhembi e teve o privilégio de anunciar muitas Rainhas, Princesas e Reis Momo que compuseram a Corte do carnaval paulistano. Além disso, realiza a cobertura das principais novidades que circulam pelas quadras das escolas de samba e o desfile oficial na passarela do sambódromo do Anhembi. Nas redes sociais, a radialista mais conectada da internet troca informações, presta utilidades públicas e não recusa um conselho nos mais variados temas abordados pelos seus seguidores. Através das páginas de conversas online, dentre as muitas curiosidades, já chegou a receber até convites de casamento. “Deixo meu abraço e meu carinho a todos sambistas que que ralam o ano inteiro nos barracões das escolas de samba, aos chefes de departamentos, componentes, diretores, cantores, músicos e aos colegas de profissão que não deixam a chama da nossa maior festa popular se apagar. Espero encontrar com cada um de vocês que são meus ouvintes nas quadras e no sambódromo por muitos anos.” Diz Pati Liberato.
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Luca Moreira entrevista Valenthina Rodarte de “Carinha de Anjo”

Tendo se destacado cada vez mais pela sua atuação em “Carinha de Anjo”, Valenthina Rodarte, começou sua carreira de atriz muito cedo, ainda aos cinco anos de idade. Hoje, ela se prepara para mais uma etapa dessa novelinha que roubou a cena no espaço do público infanto-juvenil: o show da novela, que tem previsão para estreitar nesse próximo sábado em São Paulo.

Como e quando foi que você decidiu seguir a carreira de atriz na sua vida? Pretende continuar seguindo essa profissão? Desde que tinha dois anos, mais iniciei minha carreira só aos cinco anos. Esse é o trabalho que escolhi para minha vida.

Além dos trabalhos na televisão. Quais são seus planos daqui para a frente? Já pensou em tentar escrever um livro ou seguir como cantora? Gosto muito de cantar, compor e escrever. Tanto o livro como os shows estão nos meus planos. Hoje estou no musical “Carinha de Anjo” que estreia em São Paulo no dia 11 desse mês.

O que você acha dos seus fãs e como é lidar com eles? Amo demais meus fãs. O carinho deles me impulsiona e me alegra muito. Sou muito feliz por ter esse carinho. É algo mágico.

Qual é o seu maior medo e o seu maior sonho atualmente? Na verdade, não tenho medo de nada. Meu maior sonho é conhecer Paris e Londres, desejo que vou realizar agora em dezembro durante as férias do musical.

Como foi fazer “Carinha de Anjo”? E como são as amizades dentro do set de filmagem? Foi uma grande realização. Aprendi muito e foi uma experiência incrível. Tenho amizade com todos do elenco.

Sobre a turnê do novo show. Como está sendo a preparação e o que pode adiantar para a gente? Estamos ensaiando muito e o show está ficando lindo e imperdível. Tenho certeza que vocês vão amar assistir, assim como estou muito feliz em fazer parte dele.

Como você reagiu ao saber que tinha sido aprovada na novela? E como conseguiu entrar? Fui indicada por várias agências. Foram mais de três meses de testes, e quando soube que tinha sido selecionada chorei, gritei e fiquei muito feliz. É algo muito difícil de descrever. Inexplicável a situação.

Como você se define como pessoa? Sou muito calma, porém muito decidida. Sei bem o que quero e me esforço muito para realizar, além de ter uma fé muito grande. Sempre falo que Deus não coloca um desejo em seu coração se não for para te entregar.

Como foi a aceitação da família e dos amigos sobre sua ideia de trabalhar como atriz? Sempre tive o apoio dos meus pais. Sem eles nada disso seria possível. Amo demais minha família e eles são tudo para mim.

Mande uma mensagem aos seus fãs. Nunca desistam dos seus sonhos e saibam que pensamentos tomam forma, por isso se preparem, estudem, se esforcem, acreditem e façam acontecer.

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Luca Moreira entrevista Gabriel Moura sobre carreira como ator

Natural da cidade do Rio de Janeiro, o ator Gabriel Moura, iniciou seus trabalhos no meio artístico na a publicidade aos três anos de idade, e já tendo o irmão como inspiração na televisão, começou aos seis anos o seu primeiro curso de interpretação, e logo Gabriel Moura montou sua primeira peça no teatro.

Já na televisão, Moura realizou vários trabalhos que o fez consagrar-se como artista. Entre varias emissoras que são a Globo, a Record e o SBT, o ator participou de “O Profeta” (como Marcos na 1ª fase), “Sete Pecados” (como Moacir); “Chamas da Vida” (como o personagem Gabriel), “Dalva e Herivelto” (como Pery Ribeiro), e mais recentemente “Cúmplices de Um Resgate” (como Benjamin).

No cinema, Gabriel também já teve seus momentos de sucesso, vivendo ao lado do grande mestre Renato Aragão, o filme “O Guerreiro Didi e a Ninja Lili”, onde interpretou Zezinho.

Como e quando foi que você decidiu que gostaria de seguir a carreira de ator na sua vida? Eu era bem novo quando decidi seguir essa carreira. Tinha quatro anos e assistia meu irmão mais velho na televisão. Ele já era ator, e eu dizia que queria fazer aquilo também. Até que entrei em uma agência e comecei com os testes e depois não parei mais.

Como você se vê futuramente? Planeja continuar seguindo carreira ou existem outros planos? Ainda não consigo me ver futuramente. Essa profissão é muito incerta. Mas sim, planejo seguir a carreira de ator. É o que eu amo fazer.

Um sonho que ainda deseja realizar? Eu amo viajar, conhecer lugares e pessoas. Então acho que esse meu sonho é conhecer um pouco do mundo, conhecer pessoas que eu admiro e seguir nesse meio também.

O que mais admira e o que mais odeia em uma pessoa? O que mais admiro é o respeito, a educação e a humildade, que pra mim é primordial. O que mais odeio é a futilidade e quando a pessoa se acha superior às outras.

Como você ficou sabendo que estaria no elenco de “Cúmplices de Um Resgate” e o que acha que esse trabalho mais lhe ensinou? Eu estava almoçando, com um grupo de amigos e recebi uma ligação. Foi um susto! Muita informação pra pouco tempo. Esse trabalho me ensinou muito, tanto pessoalmente como profissionalmente. Mas acho que me ensinou a ser mais aberto a novas idéias.

Já possuiu planos para futuras novelas ou para novos projetos na televisão? Sim, mais ainda não posso falar dos planos para 2018. Mas adianto que o ano promete ser um bem legal em relação aos trabalhos.

Como você se define como pessoa? É muito difícil falar de si mesmo. Mas me defino como uma pessoa que gosta de ouvir, que sempre quer o bem de todos e que adora entender mais as coisas.

Qual foi a experiência que mais te marcou até hoje? Acho que foi essa mudança de vida que Cúmplices proporcionou. Passar a morar sozinho em São Paulo e a ter grandes números de seguidores nas redes sociais.

E nos relacionamentos, como andam as coisas? Bem (risos). Sou um menino quieto, gosto de sair com os amigos e conhecer pessoas. Mas fico na minha a maioria do tempo.

Hoje em dia, qual significado seus fãs conquistaram na sua vida? Um imenso significado! Eles fazem parte da minha vida. Converso com vários no dia-a-dia, conto um pouco da vida, escuto histórias delas também. São todos uns amores, só tenho a agradecer pelo carinho e pelo que eles fazem por mim.

Deixe uma mensagem para terminarmos. Quero agradecer ao Luca pelo convite da entrevista, foi muito legal. Agradecer a galera que vai ler, espero que gostem de saber um pouco mais sobre mim. E também não posso esquecer de agradecer a Deus por tudo que ele fez, e faz na minha vida. Continuem me acompanhando ai, vem muita coisa legal. Beijo.

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Luca Moreira entrevista Fran Maya sobre “Os Dez Mandamentos”

Natural do Mato Grosso do Sul, a atriz Fran Maya, que se destacou com sua personagem Jaque no sucesso mundial “Os Dez Mandamentos”, produzido em 2016 pelo talentoso diretor Alexandre Avancini na Record TV. Hoje buscasse aprimorar em suas qualidades como atriz.

Formada na prestigiada Escola de Atores Wolf Maya, a atriz está, atualmente, em uma viagem de conhecimentos por Espanha e Portugal, e lá está bolando novos planos para sua carreira aqui no Brasil.

Vale lembrar que Fran já esteve em sucessos também como “Amor e Intrigas” e “Os Mutantes”, de autoria do autor Thiago Santiago.

O que mudou na sua carreira após “Os Dez Mandamentos”? E que projeção você acha que a novela trouxe? Ter feito “Os Dez Mandamentos” foi muito importante para a minha carreira, porque abriu muitas portas. Eu já havia feito algumas coisas na televisão, mas foi minha primeira personagem mesmo de uma novela inteira. O ritmo de gravação foi uma experiência que eu nunca tinha vivido. Eu tinha feito teatro antes e as minhas participações na televisão eram muito pequenas. Posso dizer que ter feito a novela foi maravilhoso. Ela fez muito sucesso no Brasil e no exterior, teve uma projeção internacional. Acabou que foi bom, levou as pessoas a me conhecerem fora do Brasil. Em Portugal, na Espanha… fui reconhecida na rua. Fui fazer um passeio turístico e as pessoas me reconheceram. Você fazer um trabalho e mais de um ano depois ele estar dando frutos ainda… Só tenho a agradecer essa primeira oportunidade na televisão, agradecer a Vivian [de Oliveira], a Record e tudo mais.

Ao fim de cada trabalho você costuma fazer um balaço? Costumo fazer, sim. Tento melhorar os pontos que tenho que melhorar, que tenho que dar mais atenção. Tenho sempre que fazer um balanço para ver como comecei e como terminei aquele trabalho. A pratica vai nos ensinando, então você termina um trabalho muito melhor do que quando você começou, você vai entrando e conseguindo traçar melhor o objetivo do personagem. A rotina de trabalho e a pratica vão levando você a se conhecer melhor como atriz. Eu sempre faço um balaço entre os meus pontos.

Eu sou uma atriz que sempre estuda muito, sempre estou fazendo workshop, buscando novos conhecimentos. Quero sempre me aperfeiçoar. Acho que a gente sempre tem que estar trabalhando, sempre em movimento. As técnicas que eu aprendi, por exemplo, no curso da Espanha, em Madrid, foram incríveis. Eu não tinha visto essas técnicas no Brasil ainda, então eu acho muito válido a estar estudando e buscando a melhora, sempre estar bem preparado para entrar no mercado e para novos desafios.

Como fica sua relação com os colegas de elenco após o termino de cada trabalho? Eu tenho uma relação muito boa com as pessoas da novela [Os Dez Mandamentos]. Tenho algumas amizades que eu levei para a vida, como as meninas que faziam minhas irmãs, o meu par romântico, as pessoas do meu núcleo que eu tinha mais contato. Fizemos realmente amizades, tivemos troca tanto em cena como na vida. É muito bom e muito gratificante levar novas amizades e manter esse contato, porque tudo é um ciclo. A gente se encontra, passa um tempo e se encontra novamente. Fica aí uma relação de carinho, de amizade e de amor. São pessoas que passaram em minha vida e só somaram.

Da atriz que atuou em “Amor & Intrigas” para a Fran de hoje, o que mudou? Sou uma pessoa que topa muitos desafios, acho que tudo que me desafia, que causa aquele frio na barriga, me dá brilho nos olhos. Gosto de estar em movimento, sou uma pessoa que estuda muito. Acho que estou em um processo de me mostrar uma pouco mais, mostrar mais a Fran, até nas minhas redes sociais, porque eu sou um pouco tímida, não parece, mas sou, então, estou trabalhando para mudar um pouco isso.

Como você define Fran Maya? Sou uma pessoa persistente, me acho uma pessoa até fácil de se adaptar. Essa viagem até me fez ver muito isso, me adaptar ao que estou vivendo naquele momento. Sou uma pessoa que não desisto do que quer, que persiste, estuda e as vezes um pouco impaciente. Eu confesso, mas faz parte. Me considero focada em conquistar os meus objetivos e sonhos e não desisto disso.

Recentemente, como citado anteriormente, você esteve na Europa em uma escola de dramaturgia por onde já passaram Camila Pitanga, Giovanna Antonelli e várias outras. Como foi o processo? Ele foi de suma importância, porque eu aprendi uma técnica de interpretação que não tinha visto no Brasil. Para eu, fazer um curso em outro idioma foi mais incrível ainda, um desafio maior, já que não domínio a língua, e até falo hoje. Mas você lidar com pessoas de cultura e costumes diferentes é uma grande aventura, e eu era a única brasileira lá. Foi legal mesmo essa troca. Acho que todo ator tinha que ter a oportunidade de fazer um curso assim, de estudar em outro país. Foi uma experiência maravilhosa, transformadora como artista e como atriz. Eu estou louca para voltar ao Brasil e poder entrar em um novo projeto que eu estou pensando aí, poder colocar em pratica tudo que aprendi. Estudar fora foi o primeiro [projeto], foi aquele desafio, aquela borboleta no estômago, sabe? Enquanto elas estão lá, está valendo a pena.

Como está seu lado atriz atualmente? Algum projeto? Quanto aos planos, eles existem, sim! Até comecei a escrever, porque eu tive um coach uma vez, o André Monteiro, e ele sempre disse que eu tinha talento para escrever. Eu não achava que tinha, mas como estou passando um tempo em Lisboa, comecei a fazer alguns textos, e acabei criando um projeto com minha amiga, que fez o Wolf Maya [escola de teatro] comigo. Quando eu voltar, vamos colocá-lo em pratica, vamos montar uma peça de teatro e vou escrever o texto. Acho que essa viagem me aflorou e me deixou mais sensível.

Fale sobre suas inspirações Uma atriz brasileira que eu amo, que foi minha inspiração para começar minha carreira foi a Regina Duarte. Eu tinha cinco anos de idade quando assisti “Rainha da Sucata” (1990) e me apaixonei, falei que queria ser igual ela. A partir dali tive muita vontade de ser atriz. Quero muito ainda poder trabalhar com ela, poder viver esse privilégio de estar com ela em cena. É uma pessoa que eu admiro muito, acompanho muito. Internacional eu gosto muito da Meryl Streep. Gosto muito dela, estudei, vi vários filmes dela para fazer, para seguir um pouco da interpretação da Jaque [Os Dez Mandamentos]. Acho que essas atrizes assim consagradas são sempre inspiração, sempre temos que buscar inspirações e estar aprendendo, estar acompanhando o trabalho dessas atrizes que estão aí, sabe?! Autores que eu quero trabalhar ainda, que quero muito ter esse privilégio é a Glória Perez. Amo os trabalhos e as novelas que ela escreve. João Emanuel Carneiro e Walcyr Carrasco também. São os três autores que eu quero muito poder trabalhar ainda. Agora vou buscar, né, continuar lutando para conquistar os meus sonhos e chegar e vir a fazer novela ou séries deles.

Como você esperar estar daqui 10 anos? Em 10 anos, eu quero ter trabalhado bastante (risos), quero ter filhos, ser feliz, poder levar uma mensagem de amor, uma mensagem bacana para as pessoas que acompanham minha arte. Quero estar realizada!

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Luca Moreira entrevista Helena Luz, a Lúcia de “Carinha de Anjo”

Tendo recentemente encerado seu trabalho em “Carinha de Anjo”, dando vida a personagem lúcia, a atriz Helena Luz, não desanima com o fim da trama, e continua batalhando fortemente com seus planos para continuar sua carreira, além de estar dedicando seu tempo para aprimorar seus estudos nas artes cênicas.

Como e quando foi que você decidiu que queria se dedicar à carreira de atriz? Assistindo aos personagens infantis, acostumava a me espelhar nos personagens, foi aí que decidi que queria aparecer na televisão.

Qual cena você mais se lembra de ter sido sua favorita na novela? Amei a primeira cena que gravei, lembro com muito carinho dela… eu corria pelo gramado do colégio chamando a Dulce, porque tinha que contar um segredo que tinha ouvido das outras meninas. Foi demais!

Com a novela tendo chegado ao fim. Quais são os seus futuros planos daqui para a frente? Aprender cada vez mais, para voltar a fazer tudo o que eu amo.

Qual é o seu maior sonho e o seu maior medo atualmente? Meu sonho é atuar como protagonista em um filme. Não tenho medos, tenho fé em deus que tudo vai ser da forma que deve ser.

No elenco de carinha de anjo, de quem sente mais falta nos sets de filmagem? Tenho muito carinho por todas as minhas amigas, mas se me pedir um nome eu falo três meninas: Marianna, Sienna e Valenthina (Rodarte). Dos adultos… aí fica difícil, mas tem: Blota, Karin, Eliana, Bruna, Rachel, Eddie, Thiago…

E a sua reação, como foi quando recebeu a notícia de ser selecionada para o elenco jovem? Fiquei mega feliz, dando pulos e gritando de tanta emoção!

Sobre os estudos, como fica ter de conciliar a vida corrida com o dia-a-dia na escola? É difícil? Tranquilo. Tem criança que faz atividades esportivas, tem criança que faz atividade de dança, eu gravo cenas de novela!

Qual é a maior dificuldade que você sente na vida como artista? Não sinto dificuldades.

Como era a sua técnica para gravar os textos e as cenas na hora das filmagens? Eu lia os textos duas vezes sozinha e depois passava com minha mãe para ter certeza que já havia decorado.

Como você se define como pessoa? Sou amiga, carinhosa… tenho uma alegria de viver imensa! Nada me abala, acredito que tudo tem um lado positivo!

Deixe uma mensagem. Se você tem um sonho acredite nele, tudo é possível, vá atrás, nunca desista e fique perto de pessoas que te ajudem a realizar! Obrigada pelo carinho de todos que me acompanham, um beijo!

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Destaque

Luca Moreira e Anna Livya relembram época de “menina fantasma” no Programa Silvio Santos

Conhecida como a “ex-menina fantasma” que marcou os domingos no Programa Silvio Santos do SBT, Anna Livya mostra hoje, na véspera de seus 18 anos, que realmente mudou e que já traça novos planos para o seu futuro como artista.

Entrou na emissora em 2010 e em três anos de casa ganhou a oportunidade de estrelar como Janaina no elenco do remake de “Chiquititas”. Com a chegada de sua maior idade, a atriz se prepara para sair da grande São Paulo e ir morar no Rio de Janeiro para investir em seus novos projetos para 2018.

Quando e como foi que você decidiu que queria seguir carreira como atriz? Aos 8 anos de idade, quando entrei no curso de teatro, e dali em diante, fui me apaixonando cada vez mais pela arte de atuar.

Prestes a completar seus 18 anos, quais são seus projetos e expectativas para esse novo ano na sua vida? Iniciar boa parte da minha nova vida. Irei morar no Rio de Janeiro e iniciar novos projetos para 2018.

Quem ou o que deixou mais saudades após o término da novela “Chiquititas”? Não quem, mas sim, o que. Sinto saudade da rotina, da energia e de toda daquela correria, de estar sempre ali trabalhando com o que amo e com boa parte do elenco que adoro também.

Hoje em dia, você costuma fazer bem o estilo de digital influencer em suas redes sociais. Acredita que esse “mix” de trabalhos que você faz como modelo e como atriz costuma ajudar um ao outro em algumas horas? Levando em consideração o engajamento de um para o outro, posso dizer que sim. Sempre tem um pouquinho de cada área, em cada trabalho.

Como você se define por você mesmo? Pergunta difícil, mas hoje posso me definir como alguém que acredita em si. Sou segura e bem confiante, apesar de ser meio preguiçosa as vezes (risos).

Dentro do SBT desde 2010, participando de um quadro do Programa Silvio Santos como a tão conhecida “menina fantasma” e logo em seguida reaparecendo como Janaína em “Chiquititas”. Sobre sua jornada dentro da emissora, o que você tem a dizer em relação ao tempo que passou lá dentro? E qual momento você acredita ter sido mais marcante? Iniciei meus trabalhos na casa em 2010, e desde lá pude conhecer um pouco cada vez mais do que é a Família SBT. É algo indescritível, tanto os trabalhos, quanto as experiências. Uma palavra que representa isso tudo para mim, seria: INCRÍVEL.

Qual é o seu maior sonho e o seu maior medo atualmente? Meu maior sonho é uma pergunta que nunca respondo, pois são inúmeros. Já medo, acho que seria perder minha base, que é a família.

Deixe uma mensagem para terminarmos. Nunca sei bem como finalizar com esses recadinhos. Sou bem indecisa, mas gosto de passar para o meu público e aqueles que me acompanham, a imensa gratidão que sinto, pelo carinho, pela força e principalmente pela energia que me transmitem.

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Luca Moreira conversa com André Ramiro sobre carreia na música

Mantendo suas origens ainda como ator, mais tentando aos poucos engatar cada vez mais o seu estilo musical, André Ramiro, ator que marcou o cinema brasileiro com um dos maiores sucessos do cinema no Brasil “Tropa de Elite”, hoje ingressa com estilo Rap.

O primeiro passo de sua jornada como cantor foi em janeiro de 2012 com o lançamento do álbum “Crônicas de Um Rimador”, que contou com a produção de Damien Seth e do DJ Pachu. Junto com o grupo ConeCrew, Ramiro participou do clipe “Chama os Mulekes” e da música “Na Real”, composta por Mr. Thug.

Na sua opinião, qual papel exigiu mais da sua dedicação e pesquisa para entrar no personagem e qual foi mais fácil? Difícil dizer qual, todos os papéis que interpretei exigiram dedicação e autodisciplina. Os que talvez tenham exigido um pouco mais foram papéis em que tive que atuar em uma outra língua.

Sobre cantar, o que você acha que te move na música? Como ela te traduz? O que me move é a paixão pela música e a liberdade em ser eu mesmo nas canções, transmitindo tudo que penso e sinto no coração. A música traduz minha alma.

E sobre os futuros projetos? Como estão? Meus projetos pessoais são quatro: meu próximo disco, meu trabalho como palestrante, meu monólogo teatral e um documentário que vou dirigir em breve. Todos tendo como base o empoderamento através do conhecimento.

Onde prefere estar atuando na televisão ou no cinema? Minha carreira como ator nasceu no cinema. Minha preferência é sempre por trabalhos que me ofereçam novos desafios.

Como ator você obteve bastante sucesso no Brasil inteiro. De onde e como foi que surgiu a ideia de começar na música? Tudo começou com a música, com o Rap, foi ele quem me levou a dramaturgia. Comecei fazendo batalhas de MC’S na Lapa até gravar meu primeiro disco. A música foi o meu primeiro amor.

Sobre o seu estilo, de onde você acha que veio a preferência pelo Rap? Por identificação. Não tenho preconceito musical algum, acredito que a música assim como nós humanos é feita para ser misturada. O Rap é onde consigo traduzir isso tudo.

Entre a música e o cinema, o que você prefere? Minha carreira de ator é prioridade. E a música sempre vai fazer parte da minha vida. Está tudo conectado.

Como você se define por você mesmo? Uma pessoa simples, nem melhor nem pior que ninguém. Simples assim (risos).

Como aconteceu o convite para gravar com o Cone Crew e como foi essa experiência? Conheço o Maomé desde as épocas das batalhas, além de bom MC ele é gente finíssima. Acredito que o convite tenha partido daí em conjunto com o grupo por toda minha história com o Rap. A experiência foi ótima além de humildes todos eles são muito bem-humorados. Nos divertimos muito.

Como e quando foi que você decidiu seguir a carreira como ator? Quando pisei pela primeira vez num set de filmagem senti que estava no lugar certo. Foi a partir do Tropa de Elite.

Já pensou em tentar fazer planos para sair do Brasil e tentar uma carreira internacional? E se pudesse escolher um ator estrangeiro, quem você escolheria dividir cena? Venho me preparando para isso, mas não quero criar expectativas, ou pressão. Que seja um caminho natural, é necessário estar preparado. São tantos… mas vou ressaltar Denzel Washington, Morgan Freeman e Will Smith.

Daqui para a frente, já podemos esperar novas parcerias musicais? Com certeza, mas não posso dar spoiler agora (risos).

Deixe uma mensagem Que Deus abençoe a todos com muita luz, saúde e amor no coração! Obrigado pelas perguntas e pelo carinho de todos!