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Luca Moreira entrevista Giulliana Succine sobre trabalho com Ellen Rocche

Natural da cidade do Rio de Janeiro, Giulliana Succine, atriz que conquistou seu ponto máximo no ano de 2016 com participações inesquecíveis nas novelas “Sol Nascente” e “Malhação – Pro Dia Nascer Feliz”, quando recebeu a oportunidade de interpretar a personagem de Deborah Secco na juventude. Hoje enfrenta um novo desafio: De 2015 para cá, ela salta da frente das câmeras para trabalhar como stand-in da atriz Ellen Rocche, interprete da Capitu na nova adaptação do clássico da televisão brasileira “Escolinha do Professor Raimundo” criada nos anos 50 pelos icônicos Chico Anysio e Haroldo Barbosa.

Nessa entrevista inédita, Giulliana conta pela primeira vez na mídia os novos detalhes sobre seu novo trabalho no produto do Globo e nos leva um pouco mais para dentro do mundo dos bastidores.

Como surgiu a oportunidade de trabalhar como stand-in da Ellen Rocche? Eu fui indicada por um professor de TV que tive para esse trabalho.  Como a diretora Cininha de Paula já conhecia meu trabalho, e eu já tinha feito outras coisas na emissora, acho que foi mais fácil para aprovação do papel.

Durante sua experiência nos bastidores, qual foi a parte mais marcante do seu trabalho lá dentro? Acho que tudo lá foi marcante, tanto da interpretação dos stand-ins nos papéis, quanto a nossa interação com todos lá dentro.  Mas acho que o mais marcante é você ter a noção de quanto trabalho e dedicação de uma equipe inteira é importante para levar um produto final tão bom para a televisão das pessoas em casa.

É incrível pensar que além da produção, da maquiagem, do cabelo e da direção … ainda tem atores que fazem as marcações para câmera e cenário. E isso tudo para que seja o mais natural e incrível o resultado final do produto.

Porque os stand-ins (nesse projeto) existem principalmente porque os atores originais só recebem o próprio texto, não recebem o texto dos outros personagens .. E isso faz com quem seja mais espontâneo ainda na hora do gravando.

Como você se definiria por você mesmo? (Giulliana por Giulliana). Pergunta difícil, (risos). Mas acho que como artista eu me definiria “no caminho”. Não me vejo completa e nem amadora. E eu considero essa minha percepção boa, porque faz com que eu não me acomode e nem me satisfaça com o que já sei, pois sempre acho que posso melhorar, mas também faz com que eu tenha uma confiança na estrada que já percorri. E como pessoa acho que posso usar as mesmas palavras … estou “no caminho” tenho orgulho da minha trajetória, mas ainda tenho muito o que evoluir e caminhos a frente para aprender.

Dos personagens que você já fez, qual você consideraria o mais desafiador? No geral. Pensando em todos os pontos eu acredito que tenha sido a Tânia de “Malhação – Pro Dia Nascer Feliz”.  Acho que o mais desafiador foi fazer uma personagem já existente. Fazer a Tânia (Deborah Secco) jovem me fez ter que estudar a ponto de entender o jeito de falar e os trejeitos de uma personagem. Eu tinha que entender uma personagem já construída por uma outra atriz. Fazer uma personagem, que já existe, em uma outra fase é sempre complexo.

Estando pela primeira vez na produção de um programa. Acredita que suas habilidades e conhecimentos que adquiriu como atriz, tenham te ajudado a se arrumar para um novo trabalho como esse? Claro, acho que nossa carga de trabalho, nossa dedicação, o caminho que trilhamos antes de cada projeto nos ajuda a ter mais coragem para encarar os novos, procurar novos desafios e acreditar em nós mesmos para realizarmos.

Sobre ser stand in na Escolinha. Como é trabalhar em um contato tão próximo como o Bruno Mazzeo e a Ellen? Acho que é um trabalho em equipe. Claro que a primeira temporada foi uma carga maior, o Bruno ainda estava levando o time do personagem e para ele também era uma responsabilidade fazer um personagem tão marcante, ainda mais feito anteriormente pelo seu pai. Mas na terceira temporada já estavam todos tirando de letra os personagens então a preparação foi algo mais orgânica.

Sobre o ano de 2018, o que podemos esperar de você e quais são os planos daqui para a frente? Eu quero trabalhar muito, sempre luto por isso. Estou entrando em um projeto de uma web série – como atriz – que eu estou acreditando muito nele. E além disso continuar lutando e correndo atrás de trabalhos paralelos, quanto mais trabalho mais vamos evoluindo e nos preparando.

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Luca Moreira entrevista Victor Aguiar sobre sua jornada na música

Com um currículo carregado desde pequeno, Victor Aguiar hoje já pode ser considerado um artista nato. Tendo tido seu primeiro contato com a música aos 8 anos de idade, descobrindo seu talento como saxofonista, e hoje em dia ator e músico. Somente esse ano, Victor estreou dois filmes no cinema, obtendo grande notoriedade entre o público jovem no Brasil.

Esse ano ele estrelou a autobiografia do youtuber Christian Figueredo, “Eu Fico Loko” do diretor Bruno Garotti. Logo em seguida, Victor entrou no mundo da fantasia e das debutantes no filme “Meus 15 anos”, em que contracenou ao lado de Larissa Manoela e Pyong Lee. Dono de um sucesso internacional com sua música, esse ano o musico e ator lançou seu novo single “Wave’s Shot”, o qual se dedicou totalmente a produção, desde os arranjos até o produto final.

Desde que era pequeno, já se demonstrava um grande artista, com bastante facilidade de decorar falas e tudo mais. Você acha que a carreira de ator é uma profissão muito desafiadora? Quais tipos de pessoas você acha que conseguem encarar isso? Realmente é desafio sim, a você mesmo…  Tipo? Acho que a pessoa que tem muito certo de si querer viver de arte, servir, que pode levar algo de muito bom ao público!

No começo você era muito voltado para o lado musical, depois foi surgindo o desejo de se dedicar a carreira de ator. Acredita que um lado tenha influenciado o outro? Na verdade, acho que todo o desejo de expor meus sentimentos minha arte, cresceu, e como vivia no palco, já interpretava tocando e cantando, e daí se completa a arte atuando.

Nos últimos anos você esteve em dois filmes: “Eu Fico Loko” e “Meus 15 anos”, ambos que lhe renderam uma grande notoriedade, principalmente com o público jovem. Como você vê essa situação atual? Está sendo tudo como você esperava? Sim, está superando, pois eu não faço esperando, sabe, tenho sido muito tranquilo, sem ansiedades e vivo leve, só tentando fazer o meu melhor.

No filme “Eu Fico Loko” baseado na vida do youtuber Christian Figueredo. Como foi estar trabalhando na autobiografia desse grande fenômeno dos jovens? Foi legal, me identifiquei ainda mais, o cara é humilde, de boa, diferente, já havia encontrado ele, quando ele gravava para o Fantástico, foi grande sorte ter feito os testes e passado para o filme!

No seu mais recente sucesso nos cinemas, onde contracenou com a ídolo teen Larissa Manoela em “Meus 15 anos”. Como foi gravar junto com a Larissa, a Pyong Lee e o Rafael Infante? Foi muito legal, já conheço a Larissa a 5 anos, conheci muita gente boa, foi muito bom, pois tive o reconhecimento do Infante, do Pyong, da direção, realmente muitos convites para novos trabalhos, eu adoro fazer shows, eventos, viajar, estar com pessoas em momentos tão importantes, é show!

Além do cinema, você também já esteve em vários teatros com a peça “Ritmos da Broadway”, “Grease” e “Hairspray”, além de na televisão com uma participação em “Haja Coração”. Qual é a principal diferença entre trabalhar em um e outro? A técnica usada é diferenciada? Sim, técnica de teatro é diferente, tem o público ali na sua frente, amo, palco é muito legal!

Em 2015, você fez o especial de 85 anos do Silvio Santos, quando interpretou o apresentador aos 14 anos. Como foi ter a oportunidade de viver essa lenda da televisão? Sim, foi uma honra, fui convidado pelo SBT para o papel, já vivia lá dentro na época, no Raul Gil, tocando, aí veio o convite, fiz um dos papeis mais importantes de minha carreira, interpretar o maior comunicador do Brasil! Estive com Marilia Gabriela e grandes artistas, foi muito importante e contei com o apoio de toda direção do SBT, foi um grande trabalho!

Como cantor você tem um grande reconhecimento internacional também, tendo inclusive recebido prêmios de diversas gravadoras renomadas na indústria fonográfica. Como você observa essa diferença do mercado artístico do brasileiro para o internacional? Muito diferente lá, é cultural né, o que é legal para nós aqui, lá pode não ser, mas fiquei feliz, pois eles reconhecem a minha técnica, me sinto honrado e quero estudar lá fora, sempre estaremos aprendendo!

Vindo de uma família de artista, ganhou seu primeiro saxofone aos 8 anos de idade e no mesmo dia já estava tocando perfeitamente sem ter recebido nenhuma aula antes. Naquela época você esperava que hoje em dia estaria sendo reconhecido por esse dom? Nunca imaginei, agradeço a DEUS, pois ele me deu o dom, eu procuro fazer o melhor e buscar apenas servir, alegrar, mudar o ambiente, o momento, com minha música. Amo o que faço.

Esse ano você chegou a lançar seu single original “Wave’s Shot”. Como foi a produção para esse novo lançamento? Eu criei todos os arranjos, de todos os instrumentos, sob a direção e supervisão de meu pai, daí gravamos no estúdio, numa vibe muito boa, foi demais compor algo diferente, para o universo do saxofone, e até mesmo o universo da música eletrônica, muito interessante.

Ano passado, teve um episódio seu em uma loja de música em Nova York que deu de cara com um pôster seu, e logo em seguida foi reconhecido pelos clientes e funcionários da loja. Como você considera a relação com seus fãs, o que eles representam para você na vida? Fiquei surpreso, foi muito louco…. (Risos). Fico feliz que meus parceiros e patrocinadores confiam em meu trabalho e batalho para corresponder a eles, pela honra dada, eles me divulgam e vou conhecendo fãs por todo o mundo, e fico feliz que de alguma maneira o que faço agrada as pessoas, viver aquele momento em NY, foi algo surpreendente!

Até hoje, qual foi o momento mais marcante para você na sua carreira? Foi o dia que fui convidado para ir a NY representar o Brasil, estudar, competir, conhecer o mundo do Cinema, ser reconhecido e premiado, pelos diretores, produtores, e ainda ter os fãs te reconhecendo nas ruas, foi demais!

Para finalizarmos, deixe uma mensagem. Acredite em seus sonhos, estude, trabalhe, não seja ansioso (a), tudo tem seu tempo, você só precisa estar pronto (a) para receber!