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Jornalista cria canal de fofoca sobre famosos e vira febre na internet

Nova geração de influencers se dedica a produzir conteúdo focado no público do seu nicho.

As redes sociais podem ser um ambiente hostil. Não é incomum sentir distanciamento — e ansiedade — quando se compara o conteúdo produzido por alguns dos principais influenciadores com a vida real de quem o consome. Sensibilizada por esse descompasso, surge na internet brasileira uma nova geração de influencer: pessoas que escolheram desconstruir o mundo “perfeito” do Instagram para mostrar a realidade brasileira.

Pode-se dizer que o movimento foi “idealizado” pelo jornalista e influenciador Tiago Ghidotti (foto), jovem de 39 anos que faz sucesso com um portal de noticias. Em suas redes, ele mostra a realidade do mundo dos famoso e subcelebridades — vídeos curtos no YouTube, fotos no Instagram e opiniões no Twitter — focado no mundo e tendências. Sua proposta é simples: manter os fãs atualizados com as novidades de seus ídolos — o que faz total sentido em um país onde a renda média de mais de metade da população é inferior a um salário mínimo e pouco tempo de atualizar mesmo quando a grande maioria tem smartphone.

A resposta foi imediata. Em 11 meses de canal, EGOBrazil conquistou quase 3 mil inscritos. No Instagram, são 228 mil seguidores e no Twitter, 79 mil. Ele pode ser considerado um dos mais populares de sua geração, mas passa longe de ser o único. Junto com EGOBrazil, crescem os perfis de noticias e fofocas dispostos a falar sobre a noticias dos famosos para a grande maioria dos brasileiros.

O espaço se tornou mais do que um ambiente para contar as histórias e novidades aos fãs. Para formalizar as parcerias comerciais, começaram a trabalhar na plataforma como MEI (categoria com faturamento máximo de R$ 81 mil por ano) e hoje já são ME.

Como mais de meio milhão de visitas ao mês no site, é por meio dessa marca ele já faz campanhas para empresas de tecnologia como Mundo das Capinhas em Campinas, também com parques temáticos como Hopi Hari, linhas aéreas, e lojas de roupas como Vera Munhoz em Campinas, entre outros.

Foto: Marcus Lehman – Divulgação

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Phenom 100, da Embraer, selecionado para treinar pilotos das forças armadas do Reino Unido

Bristol, Reino Unido, 3 de fevereiro de 2016 – O jato executivo Phenom 100, da Embraer, foi selecionado para realizar o treinamento dos pilotos das forças armadas do Reino Unido em aeronaves multimotor. O contrato assinado com a Affinity Flight Training Services prevê a aquisição de cinco aeronaves para o programa Military Flight Training System (MFTS), do Ministério da Defesa do Reino Unido. O contrato também inclui um pacote de serviços e opções para aeronaves adicionais.

O programa destina-se a substituir o modelo de treinamento inicial, básico e multimotor, que atualmente é realizado em aeronaves mais antigas, por uma nova solução totalmente integrada, que fornece aeronaves de treinamento mais modernas, dispositivos de treinamento no solo e material didático. A solução é derivada do modelo de formação desenvolvido pela Ascent Flight Training, empresa responsável pelos serviços de treinamento do programa MFTS no Reino Unido. Em 2014, a Affinity foi selecionada pela Ascent Flight Training para fornecer e operar as aeronaves selecionadas para o programa MFTS.

“Estamos muito orgulhosos por termos sido selecionados em um programa tão importante para o Ministério da Defesa do Reino Unido”, disse Jackson Schneider, presidente e CEO da Embraer Defesa & Segurança. “O Phenom 100 é uma aeronave muito confiável, com boa relação custo-benefício, fácil de operar e que também já foi selecionada para realizar o treinamento de tripulantes de importantes companhias aéreas internacionais.

O programa MFTS do Reino Unido é voltado para a formação de pilotos das forças armadas desde a fase inicial até o treinamento em voo elementar, básico e avançado, preparando-os para atuar em suas unidades operacionais designadas. O sistema é operado pela Ascent Flight Training, consórcio formado pela Lockheed Martin e pela Babcock International, por meio de uma parceria público-privada firmada com o Ministério da Defesa do Reino Unido.