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Philippe Seigle, o globetrotter das artes

O trabalho da UP Time Art Gallery é inspirar e fascinar através da Arte. Nossos artistas apresentam trabalhos que retratam nossas emoções, nossas causas, nossas vidas. O público sempre quer conhecer o artista por trás da obra. Quem é, como pensa? Que história de vida levou a esse trabalho?

Hoje conversamos com o francês Philippe Seigle. Ele é um viajante apaixonado pela vida. Sua arte reflete essa paixão, através de um estilo que se caracteriza pelo exotismo e por cores vibrantes, muita alegria, e muita energia. Um jogo de equilíbrio entre o Figurativo e o Abstrato. Nesta entrevista, Philippe Seigle compartilha, generosamente, seus horizontes.

Você morou em mais de 20 países e visitou 70. Fale sobre essa aventura.
PS: Tive a sorte de ter um pai diplomata. Em função de seu trabalho, tivemos a oportunidade de viver em diferentes países. Muito jovem eu conheci boa parte do mundo e nunca mais parei de viajar. Não por acaso, meus caminhos profissionais me levaram à hotelaria internacional. Sempre aconselho aos mais jovens que viajem e descubram o mundo, sem depender de outros que lhes contem como é.

Você é Embaixador do Turismo no Rio de Janeiro, por ter se destacado no trabalho de valorização da Cultura. Como surgiu o Rio de janeiro/Brasil em sua vida?
PS: Vivi três períodos aqui no Brasil. Pela hotelaria, vim para Salvador em 1990. Depois outras oportunidades vieram e morei no Rio de Janeiro entre 2004 e 2007 e depois entre 2014 e 2019.

É muito linda a minha história com o Brasil. Posso dizer que é uma paixão!

Ser Embaixador do Turismo da cidade de Rio de Janeiro é para mim uma honra inestimável!

Como foram seus primeiros passos na Arte?

PS: Acho que todos nós nascemos com nossos dons! Cedo eu descobri que tinha habilidades artísticas, mas tive de trabalhar muito para me aprimorar! Tive também o apoio decisivo de amigos artistas que me motivaram muito.

Quais artistas servem de referência para o seu trabalho?

PS: Não posso dizer que eu tenha sido influenciado por artistas super conhecidos. Diria que posso ser influenciado por qualquer artista, independente de nível ou fama.

Fale sobre seu processo criativo. Como chega a inspiração para você?

PS: A inspiração chega quando você não espera. Vem de uma palavra, um olhar, uma paisagem, uma cor, uma música e muitos outros elementos!

Na maior parte das vezes é de manhã cedo que meu cérebro começa a inventar e viajar para novos horizontes!

Quando começa uma obra, você já tem a imagem final em mente?

PS: Quando começo uma obra só tenho uma ideia geral do que quero. Ela pode mudar muitas vezes e nunca sei como vai terminar. É um passeio que leva a mim, meu pincel e minhas cores para um mundo extraordinário!

Qual mensagem você passa através da sua arte?

PS: A minha mensagem é muito simples. Amor, alegria e liberdade. E, claro, muitas cores para celebrar e destacar ainda mais o sentido da vida.

Você transmite muita alegria em suas obras através das cores vibrantes que utiliza. Você acha que o fato de conhecer 70 culturas diferentes influencia sua pintura?

PS: Sim todas as culturas me influenciam. Foi tão importante, para mim, viajar! Agora o que mais quero é compartilhar e levar comigo muitas pessoas a descobrir novos horizontes.

Como você vê o momento cultural no dias de hoje? A arte, em termos gerais, está empobrecendo ou mais uma vez cumpre seu papel de refletir a sociedade?

PS: Eu sou, por natureza, otimista e sei que a Cultura tem e sempre terá seu lugar. Temos, como artistas, de ser parte da sociedade e passar, através da nossa arte, mensagens positivas e levar a todos muitos sonhos e muita energia.

O que você acha do Brasil? Ele inspira sua arte?

PS: O Brasil é o país que mais me inspira. Tenho também muito interesse em outros como o México, onde passei parte da minha juventude. Mas o Brasil é sinônimo de Alegria. Sou fascinado pelas cores e paisagens, mas acima de tudo, amo a alegria e o carinho dos brasileiros. Este famoso e único “Jeito brasileiro”.

#PhilippeSeigle #Globetrotter

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Cultura

Exposição Fotográfica Calçada Portuguesa

A calçada portuguesa ou mosaico português ou ainda pedra portuguesa é o nome consagrado de um determinado tipo de revestimento de piso utilizado especialmente na pavimentação de passeios , de espaços públicos ou privados.

De início, a pedra portuguesa foi usada como lastro dos navios que partiam de Portugal desde o século XV em busca de sonhos, especiarias e descobertas, para garantir a estabilidade da navegação. Depois, já em meados do século XIX, tomou a forma de calcetamento de praças e passeios públicos. O primeiro uso teria sido no Castelo de São Jorge, em Lisboa. Pedras com formato irregular, geralmente em calcário branco e negro, usadas para formar padrões decorativos ou mosaicos pelo contraste entre as duas cores. Logo se percebeu a harmonia estética desse jogo de cores, o preto e o branco, mais tradicionais, embora depois tivessem ficado populares também o vermelho , o azul, o cinza e o amarelo. Na sequência do sucesso no Castelo de São Jorge veio a Praça do Rossio, também em Lisboa. Movimentos sinuosos do calcário branco e preto formavam ondas, o Mar Largo, a prestar culto e homenagem aos descobrimentos e a seus heróis.

A calçada portuguesa rapidamente se espalhou em Portugal e pelas “colônias”, subjacente a um ideal de moda e de bom gosto, tendo-se apurado o sentido artístico, que foi aliado a um conceito de funcionalidade, originando autênticas obras-primas nas zonas pedestres. Daqui, bastou somente mais um passo, para que esta arte ultrapassasse fronteiras, sendo solicitados mestres calceteiros portugueses para executar e ensinar estes trabalhos no estrangeiro.

Exposição Fotográfica Calçada Portuguesa
Exposição Fotográfica Calçada Portuguesa

Em certas regiões brasileiras é possível encontrar pedras em azul e verde. A sua aplicação pode ser apreciada em projetos como o do Largo de São Sebastião, construído em Manaus no ano de 1901, o famoso calçadão da Praia de Copacabana , no passeio e no e interior da Galeria do Conjunto Nacional na Av. Paulista e no Parque da Independência no Ipiranga bem como ainda no chamado “Centro Velho” da cidade de São Paulo. Mas a pedra portuguesa não é só um revestimento. Para logo se viu a oportunidade da pedra de calçada portuguesa na arte, no design, na publicidade. Na poesia…

“Quando as calçadas alcançaram as estrelas e as pedras
conquistaram os oceanos, formaram-se estes majestosos
caminhos…”
 (Ernesto Matos)

E imortalizadas na voz de Amália Rodrigues:

“Vai de corações ao alto nasce a lua
E a marcha segue contente
As perinhas de basalto cá da rua
Nem sentem passar a gente.”

(Lá vai Lisboa – Norberto Araújo e Raul Ferrão)

Exposição Fotográfica Calçada Portuguesa
Exposição Fotográfica Calçada Portuguesa

A mandala em pedras brancas e pretas é uma linda homenagem da cidade de Nápoles a John Lennon, e da cidade de Nova Iorque que a hospeda no chão perto do Central Park, tendo ao centro a inscrição “IMAGINE”… Em 1986 , foi criada uma escola para calceteiros (a Escola de Calceteiros da Câmara Municipal de Lisboa), situada na Quinta do Conde dos Arcos e atualmente a calçada portuguesa é candidata à Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, cuja candidatura foi apresentada pela cidade de Lisboa em Outubro de 2016 e está em fase de análise na UNESCO.

Tendo em vista a evidência que a calçada portuguesa tem como símbolo nacional de grande valor patrimonial, encontrado também em diversas cidades brasileiras, a Casa de Portugal convidou a fotógrafa luso-brasileira Catarina Machado para fazer uma recolha de imagens com a finalidade de constituir um acervo para compor uma exposição fotográfica itinerante no decorrer de 2019.

As fotos foram recolhidas em Outubro de 2018 e após a seleção a exposição será constituída por 20 peças (formato 39×55 cm), sendo 18 imagens que focalizam a calçada em diversas localidades portuguesas e 2 captadas na cidade de São Paulo; uma no Parque da Independência no Ipiranga e a segunda na Galeria do Conjunto Nacional na Av. Paulista.

Considerando a recente parceria entre a Casa de Portugal e o Conjunto Nacional, localizado no único quarteirão da Avenida Paulista em que sobreviveu a calçada portuguesa, a exposição “Calçada Portuguesa” ficará aberta ao público entre 5 e 25 de Fevereiro na Galeria do Conjunto Nacional, Nacional seguindo depois um calendário itinerante por várias associações luso-brasileiras em diversos estados brasileiros com o apoio dos respectivos Consulados de Portugal locais. Esta iniciativa é uma promoção conjunta da Casa de Portugal e do Conjunto Nacional com o apoio da Associação Paulista Viva e do Consulado Geral de Portugal em São Paulo, registrando-se o patrocínio da TAP, da Caixa Geral de Depósitos, e da EDP (patrocinadores da Casa) e do Grupo Fátima Hotels e Hotel Mundial Lisboa, parceiros que apoiaram a recolha das imagens em Portugal.

Exposição Fotográfica Calçada Portuguesa
Exposição Fotográfica Calçada Portuguesa

A fotógrafa Catarina Machado nasceu em São Paulo em 1998 e desde muito pequena demonstrou suas aptidões para a fotografia capturando paisagens em suas viagens. Foi aluna do Colégio Guilherme Dumont Villares no Morumbi, concluiu o curso de Fotografia do Centro Universitário Belas Artes e atualmente é aluna do IIF – Instituto Internacional de Fotografia. Ela foi autora da exposição “Bancos – Contemplar e Integrar” que já esteve patente ao público na Galeria da Casa de Portugal e do Conjunto Nacional e que em breve estará disponível em várias estações do Metrô de São Paulo.

Nesta exposição, Catarina fotografou calçadas durante 25 dias em várias localidades de Portugal (praças, ruas e parques) nos mais variados enquadramentos. A fotógrafa revela que, “desde que a calçada portuguesa é candidata ao título de patrimônio mundial da humanidade pela UNESCO, despertou em mim um olhar mais criterioso e ao mesmo tempo poético sobre o assunto. Descobri que em várias cidades do mundo há belos exemplares de calçada portuguesa e quis aproveitar a minha viagem a Portugal para focalizar esse tema nas suas mais variáveis aplicações. Como esta exposição se insere no calendário cultural da Casa de Portugal e do Conjunto Nacional na Av. Paulista, decidi incluir também duas imagens que representam muito bem a calçada portuguesa em São Paulo, uma delas no próprio Conjunto Nacional, único espaço na Paulista onde a calçada resistiu a recentes intervenções urbanas e no Parque da Independência no bairro do Ipiranga.”

O curador Belisário dos Santos Jr. é advogado, Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito do Largo São Francisco da Universidade de São Paulo – USP, com curso de mestrado em Legislação Penal Especial (USP). Produtor teatral, possui ainda especialização em Direito Administrativo pela PUC/SP. Foi procurador autárquico do Instituto de Previdência do Estado de São Paulo, de 1972 a 1998. Integrou o Conselho Penitenciário do Estado de São Paulo, representando a OAB-SP. Foi membro da Comissão de Direitos Humanos do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. Ocupou ainda o cargo de Presidente da Associação de Advogados Latino-Americanos pela Defesa dos Direitos Humanos. Foi Secretário de Justiça
e Cidadania do Estado de São Paulo (1995/2000) e Secretário da Administração Penitenciária do Estado (1995). Hoje é membro da Comissão de Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo. Integra o Conselho Curador da Fundação Padre Anchieta (TV Cultura) e da Fundação Mário Covas. É membro, representando o Brasil, da Comissão Internacional de Juristas, com sede em
Genebra. É diretor do Centro de Estudos das Sociedades de Advogados (CESA) e diretor da Casa de Portugal.

Fotógrafa: Catarina Machado
Curador: Belisário dos Santos Jr.

SERVIÇO:
Exposição Fotográfica “Calçada Portuguesa”
de 5 a 25 de Feveriro – Galeria do Conjunto Nacional
Av. Paulista, 2073 – Térreo
Segunda a Sexta das 07:00 às 22:00 hs
Sábados e Domingos das 10:00 às 22:00 hs
Entrada Grátis
Informações: (11) 3273-555 – karoline@casadeportugalsp.com.br

Exposição Fotográfica Calçada Portuguesa
Exposição Fotográfica Calçada Portuguesa
Exposição Fotográfica Calçada Portuguesa
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Cultura

Oficina promove contações de histórias baseadas em relatos de refugiados

 

A Oficina Cultural Alfredo Volpi promove no mês de maio contações de histórias com o grupo Contos da Lua Vaga, que cria dramaturgias a partir de relatos de crianças refugiadas. A atividade é gratuita e será aos sábados, entre os dias 13 e 27 de maio, às 13h00.

O primeiro Natal em Portugal, O barbo e Os pudins do Sr. Luiz são contos inspirados em relatos obtidos durante as pesquisas do grupo e outros publicados em mídias independentes que auxiliam crianças nos países em situação de guerra.

“São histórias de pessoas reais que poderiam ser contadas nos livros como de heróis e heroínas, mas não ouvimos falar por não estarmos preparados para ouvir. As histórias das crianças são sem dúvida de parar o coração”, conta Paula Aguiar, criadora do grupo.

O grupo Contos da Lua Vaga surgiu em 2016 com a ideia de contar histórias de pessoas reais. Idealizado em dois módulos, infantil e adulto, o grupo entrevista diversos refugiados e imigrantes além de visitar instalações e entidades que auxiliam essas pessoas no Brasil.

SERVIÇO: Contação de história na Oficina Cultural Alfredo Volpi
Onde: Oficina Cultural Alfredo Volpi
Quando: De 13 a 27/5, sábados, às 13h00
Endereço: Rua Américo Salvador Novelli, 416 – Itaquera – São Paulo/SP
Horário de funcionamento: de terça a quinta, das 13h00 às 22h00. Sextas e sábados, das 10h00 às 18h00

Mais informações: (11) 2205-5180 | 2056-5028 | alfredovolpi@oficinasculturais.org.br

Acessibilidade no local
Recomendação etária: livre.
Chegar ao local com 30 minutos de antecedência.

 

Fonte: Assessoria de Imprensa – POIESIS

 

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Geral Noticias

João Doria convida Boni para assumir secretaria da Cultura em São Paulo

O prefeito eleito de São Paulo,João Doria(PSDB), formalizou convite ao publicitário, empresário e ex-executivo Globo José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, para ser o secretário de Cultura de São Paulo.

De acordo com o blog Gente Boa, do O Globo, Boni ficou animado com o convite e está inclinado a aceitá-lo.

“Os planos do Doria são fascinantes e eu penso seriamente em aceitar”, diz Boni. “Fiquei entusiasmado, mas agora preciso ver toda a logística de uma mudança do Rio para São Paulo”.

Doria deve anunciar a lista de secretários nos próximos dias.

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Cultura Destaque slide

Projeto apresenta 32 espetáculos de graça em 12 dias em SP

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A 5ª edição do projeto Plataforma Proac, realizada no Teatro Sérgio Cardoso, apresentará de graça 32 espetáculos que incluem dança, música, teatro e circo. As produções escolhidas são contempladas pelos Editais do Programa de Ação Cultural (Proac).

A mostra é anual e busca dar visibilidade aos artistas em conjunto com a Secretaria da Cultura do Governo do Estado de São Paulo.

Mais de 30 companhias paulistas devem participar das atividades. Ao todo, serão 12 dias de exibição, desta quarta, 16, a 27 de julho.

Os espetáculos serão realizados nas salas Paschoal Carlos Magno e Sérgio Cardoso. A abertura oficial do evento será nesta quarta, 16, às 20h e a primeira atividade será o show “O que vim fazer aqui”, de Alzira E.

Os ingressos para a Plataforma Proac são grátis, porém devem ser retirados com uma hora de antecedência na bilheteria do teatro.

Informações:

Teatro Sérgio Cardoso

Endereço: Rua Rui Barbosa, 153 Bela Vista São Paulo SP

Telefone: (11) 3288-0136

Site: www.apaacultural.org.br

Horário da bilheteria: de segunda a domingo, das 14h até o início do espetáculo

 

 

Dia 16/07 –
20h Abertura Oficial
20h30 (Música) “O que vim fazer aqui”, de Alzira E.

Dia 17/07 –
15h (Teatro Infantil) “Aaaah! Fantasmas!”
19h (Teatro) “História dos Porões”
20h30 (Música) “Antonio Loureiro e Ricardo Herz”

Dia 18/07 –
15h (Teatro) “A cidade dos rios invisíveis”
20h30 (Dança) “Aos Vencedores as Batatas”

Dia 19/07
19h (Música) “Marco Pereira e Toninho Ferragutti”
20h30 (Dança) “Platô”

Dia 20/07
15h (Teatro Infantil) “Felpo Filva” – Ensaio Aberto
19h (Música) “Victor por Vitor: Um sax brasileiro”
20h30 (Teatro) “Animais na Pista” (Leitura Dramática)

Dia 21/07 –
17h (Teatro de Rua) “Rodada de projetos”
19h – (Teatro) “Condomínio Nova era” (Ensaio Aberto)
20h30 (Dança) “Terra Trêmula”

Dia 22/07 –
15h (Teatro) “A cidade dos rios invisíveis”
Classificação: Livre
19h (Música) “Ceumar”
20h30 (Teatro) “Uma opereta barata”

Dia 23/07 –
15h (Dança para Crianças) “A Mão do Meio – Sinfonia Lúdica” (Pré-Estreia)
19h (Música) “Cordal – Almir Côrtes e João Paulo Amaral”
20h30 (Dança) “Tupiliques – O Espetáculo”

Dia 24/07 –
15h (Teatro) “O Mamulengo dos Três Vinténs”
19h (Música) “Panorama do Choro Contemporâneo Paulistano”
20h30 (Teatro) “A História do Comunismo Contada aos Doentes Mentais”

Dia 25/07 –
17h (Circo) “Rodada de Projetos: Circo”
19h (Música) “3,1415 – Luiz Pinheiro”
20h30 (Dança) “Cicatriz” (pré-estreia)

Dia 26/07 – sábado
15h (Teatro Infantil) “Vovó Rock and Roll”
19h (Dança) “Girar”
20h30 (Teatro)“Cartas”

Dia 27/07 –
19h (Música) “Alexandre Ribeiro Quarteto”
20h30 (Teatro) “Mundomudo”